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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mobilize seus amigos e familiares para a causa da PESSOA COM DEFICIÊNCIA











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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Cadeiras de rodas ganham câmbio automático




Cadeiras de rodas ganham câmbio automático
Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/08/2011
http://www.inovacaotecnologica.com.br/




O câmbio automático para cadeiras de rodas está totalmente incorporado em duas rodas, que são compatíveis com qualquer cadeira de rodas manual. [Imagem: U. Illinois]



Cadeira sem marchas

Tente dirigir um carro sempre em primeira marcha e você sentirá bem o que um cadeirante experimenta ao se deslocar pelas mais diferentes condições de piso e tráfego.

Mas você sentiria bem mais se você próprio fosse o motor.

O esforço que a cadeira de rodas exige é o mesmo, quer em um piso irregular, quer em um piso liso; e, quando deslizando suave por uma calçada desimpedida, o cadeirante continua tendo que dar o mesmo número de voltas em suas rodas.

Para tentar diminuir esse inconveniente, que se traduz em dores nos ombros para mais de 70% dos cadeirantes, engenheiros da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, acabam de criar um câmbio automático para cadeira de rodas.



Câmbio automático para cadeira de rodas

O sistema, chamado IntelliWheels (rodas inteligentes), detecta o padrão de movimentos do cadeirante e seleciona automaticamente a marcha mais adequada para cada situação.



O sistema detecta o padrão de movimento do cadeirante e seleciona automaticamente a marcha mais adequada para cada situação. [Imagem: U. Illinois]



De acordo com a velocidade e a força imposta pelo usuário, o mecanismo seleciona marchas mais adequadas para subidas, descidas ou terrenos irregulares, por exemplo.

Como o objetivo era minimizar o esforço dos cadeirantes, Scott Daigle e seus colegas partiram logo para o câmbio automático, para não onerar o usuário com mais um mecanismo.

O equipamento foi desenvolvido para ser adaptado em cadeiras de rodas normais, sendo o câmbio incorporado em duas rodas, que poderão ser vendidas como um acessório e instaladas em cadeiras de rodas manuais comuns.

"Depois de conversar com usuários, nós verificamos que eles queriam algo que pudesse permitir-lhes continuar usando a cadeira com a qual se sentem confortáveis," afirmou Marissa Siebel, atleta da equipe para-olímpica dos Estados Unidos e integrante da equipe que desenvolveu o câmbio automático para cadeiras de rodas.

O equipamento está em fase final de desenvolvimento, devendo chegar ao mercado em breve. Mas informações no site www.intelli-wheels.com.












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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pernas Biônicas - Aparelho permite que pessoas paraplégicas caminhem


Empresa da Nova Zelândia cria pernas biônicas
Aparelho permite que pessoas paraplégicas caminhem
BBC - Prontuário de Notícias - G1 - 15/07/2010
http://www.prontuariodenoticias.com.br/
http://g1.globo.com/


Uma empresa da Nova Zelândia criou um par de pernas biônicas que permite que pessoas paraplégicas possam caminhar. Assista ao vídeo.

Durante o lançamento, nesta quinta-feira, o aparelho foi testado por Hayden Allen, que é paraplégico.

Com as pernas biônicas, Allen foi capaz de caminhar para o outro lado da sala para cumprimentar o primeiro-ministro da Nova Zelândia, John Key.



Hayden Allen testa as pernas biônicas nesta quarta-feira (14). (Foto: BBC)



O aparelho, que tem o nome de Rex, pesa cerca de 38 kg e é feito sob medida.

Os inventores, Richard Little e Robert Irving, passaram sete anos desenvolvendo o projeto.

"Que eu saiba não existe outro aparelho que seja autônomo e que permita que as pessoas se levantem, caminhem, subam e desçam escadas sozinhas", diz Richard Little.

Espera-se que o primeiro par seja vendido por cerca de US$ 150 mil, segundo o canal de TV neozelandês TVNZ.


domingo, 16 de maio de 2010

Para pessoas com deficiência visual! O olho biônico está chegando!



Olho biônico com retina artificial está pronto para ser implantado
Redação do Site Inovação Tecnológica - 31/03/2010
http://www.inovacaotecnologica.com.br/


O olho biônico, até agora em fase de testes, consiste de uma câmera super miniaturizada e de um microchip implantado na retina do paciente, funcionando como uma retina artificial. [Imagem: AVPG].


Pesquisadores australianos apresentaram o protótipo de um olho biônico que está pronto para ser implantado no primeiro paciente humano.

A prótese ocular foi projetada para dar melhor qualidade de vida a pacientes com perda visual decorrente da retinite pigmentosa e da degeneração macular.



Olho biônico

O olho biônico, que até agora se encontrava em testes, consiste de uma câmera super miniaturizada e de um microchip implantado na retina do paciente.

A câmera, montada na estrutura de um par de óculos, capta a entrada visual, transformando-a em sinais elétricos que são enviados para o microchip.

O microchip, por sua vez, estimula diretamente os neurônios da retina que continuam saudáveis, apesar da enfermidade.

O implante permite que os pacientes ganhem uma visão em baixa resolução, devido ao pequeno número de células sadias da retina, e limitada pela quantidade de eletrodos da retina artificial.



Implante de retina

"Nós vislumbramos que este implante de retina dará aos pacientes uma maior mobilidade e independência, e que as futuras versões do implante acabarão por permitir que os usuários reconheçam rostos e leiam letras grandes", diz o professor Anthony Burkitt, membro da equipe responsável pela fabricação do olho biônico.

O objetivo dos pesquisadores é passar de algumas manchas de claridade pouco definidas para uma visão biônica verdadeira dentro de cinco anos.

Até lá, eles planejam contar com uma retina artificial implantada na parte posterior do olho, recebendo os sinais captados pelas câmeras por meio de conexões sem fios.

O olho biônico está sendo fabricado por uma empresa emergente criada pelos próprios pesquisadores, a Bionic Vision Australia, reunindo médicos, oftalmologistas, neurocientistas, engenheiros biomédicos e engenheiros eletricistas das universidades de Melbourne, Nova Gales do Sul e do Centro de Pesquisas dos Olhos, todos na Austrália.










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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Partituras em Braille - Aprendizagem Musical para Deficientes Visuais



Partituras em Braille

Fábio Reynol - Agência Fapesp - 11/02/2010
http://www.agencia.fapesp.br/


Estudo feito na Unicamp levanta desafios enfrentados por deficientes visuais no ensino e no aprendizado de música (divulgação).


Interpretar notas musicais grafadas em uma partitura é tarefa banal para um músico. Porém, quando o instrumentista é deficiente visual essa atividade se torna muito mais complicada, sem contar os inúmeros obstáculos enfrentados durante o processo de aprendizagem musical.

Entender como um deficiente visual aprende a ler partituras pelo método Braille e analisar o ensino de música e os recursos disponíveis para essas pessoas foi o tema da tese de doutorado "Do toque ao som: ensino da musicografia Braille como um caminho para a educação musical inclusiva".

O trabalho foi defendido e aprovado na quarta-feira (10/02/2010) por Fabiana Fator Gouvêa Bonilha, no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com orientação do professor Claudiney Rodrigues Carrasco, do Departamento de Música.

"A motivação da pesquisa surgiu da minha própria experiência", contou Fabiana, que é bacharel em música e deficiente visual desde o nascimento. Ela explica que o trabalho é a ampliação de sua dissertação de mestrado, intitulada "Leitura musical na ponta dos dedos: caminhos e desafios do ensino de musicografia Braille na perspectiva de alunos e professores" e concluída em 2006.

Tanto no mestrado como no doutorado a estudante contou com apoio de bolsas da FAPESP. Durante o mestrado ela entrevistou estudantes de música com deficiência visual e coletou suas percepções sobre o processo de aprendizagem.

Entre as conclusões, Fabiana levantou que há poucos espaços de formação que atendem às necessidades dos deficientes e a demanda por esses cursos é grande. Essas dificuldades a fizeram voltar para o problema da inclusão musical dos deficientes visuais durante o doutorado.

A fim de compor a tese, a estudante analisou todo o processo a ser percorrido por um deficiente visual que quer ter uma educação formal em música, a começar pelo desafio de encontrar ou transcrever partituras para o código Braille.

Para que a transcrição seja bem-sucedida, é fundamental a figura do transcritor. "Ele tem que ser um especialista tanto em música como em Braille", apontou. Essa atividade pode ser desempenhada tanto por pessoas que enxergam como por deficientes visuais, de acordo com Fabiana.

Uma das maiores contribuições do estudo foi a formação de um acervo de cerca de 50 partituras vertidas para o sistema Braille durante a pesquisa. Esse material já está disponível no Laboratório de Acessibilidade da Biblioteca Central César Lattes da Unicamp.

"A maioria dessas composições é brasileira. Isso é importante porque podemos fazer um intercâmbio trocando partituras em Braille com instituições de outros países", disse.



Capacidade de abstração

A partitura transcrita, no entanto, é apenas o início do processo para o estudante com deficiência visual. Fabiana explica que a musicografia em Braille exige muito mais do estudante.

Os símbolos musicais impressos em tinta são convencionalmente grafados em cinco linhas, chamadas de pentagrama. Uma composição para piano, por exemplo, utiliza ao mesmo tempo dois pentagramas, um para cada mão, e um acima do outro para indicar a simultaneidade de algumas notas.

Uma partitura em Braille, por sua vez, contém apenas caracteres resultantes das combinações entre seis pontos salientes. O músico deve interpretar as notas ao toque dos dedos e ler cada linha separadamente e assim inferir a simultaneidade das mãos do piano, por exemplo.

"É preciso um grau de abstração muito maior e uma sólida formação musical", disse Fabiana. Isso além de uma boa memória, uma vez que o instrumentista deve decorar toda a partitura antes de executá-la.

A pesquisa obteve um levantamento qualitativo baseando-se em três experiências: o aprendizado de musicografia Braille de dois deficientes visuais e a capacitação de um professor de música para ensinar um aluno com deficiência visual.

Como pré-requisito, Fabiana selecionou casos em que os envolvidos tinham conhecimento musical prévio e que o desafio, portanto, seria introduzi-los ao sistema de notação musical em Braille.

Os alunos escolhidos eram aprendizes de instrumentos distintos: violão e teclado, o que exigiu adaptações específicas, pois as partituras desses instrumentos são diferentes.



Deficiência congênita ou adquirida

Fabiana conseguiu traçar algumas diferenças no aprendizado entre deficientes visuais congênitos (de nascença) e os que adquiriram a deficiência ao longo da vida.

Entre as pessoas com deficiência visual desde o nascimento, por exemplo, está a maior prevalência do chamado ouvido absoluto, que é a capacidade de identificar tons musicais em sons isolados.

Isso ocorre porque a deficiência congênita impõe ao indivíduo uma dependência dos sons desde muito cedo. "A importância do som nesses casos é muito maior, pois ele dá toda a referência do espaço", disse.

Segundo ela, nesses casos a estrutura neuronal é formada logo na primeira infância, visando à enfatizar a audição. "Pesquisas mostram que algumas regiões do córtex visual são realocadas para processar sons nos cérebros de deficientes visuais congênitos", disse.

Também para esses, o reconhecimento tátil é mais desenvolvido. "O Braille torna-se o primeiro código de escrita, enquanto que na deficiência adquirida é travado um processo de readaptação à realidade", comparou.

Ao desenvolver a pesquisa, Fabiana colecionou uma série de arquivos sonoros que compreendiam aulas, além de depoimentos de deficientes visuais e de professores de música.

"Achei esse material rico demais para ser guardado e elaborei um roteiro para unir esses arquivos em um audiodocumentário (
http://www.agencia.fapesp.br/audiodocumentario.mp3)", conta. Quando o seu orientador ouviu o piloto, incentivou-a a gravá-lo em estúdio.

O resultado é um documentário de cerca de dez minutos com uma trilha sonora adaptada pela própria doutoranda, e efeitos produzidos por equipamentos Braille além das vozes captadas ao longo da pesquisa.

O objetivo da produção, segundo ela, foi retratar a concepção de um deficiente visual. Por esse motivo, propositadamente, a estudante não quis utilizar imagens. "Esse áudio tornou-se a síntese sonora da pesquisa", afirmou.

O orientador do trabalho, Claudiney Carrasco, considera que a tese de Fabiana é relevante em vários aspectos. "É a primeira contribuição de peso na pesquisa em musicografia braille no país e abre um amplo campo para que mais gente pesquise e contribua nessa área", afirmou.

O professor da Unicamp também ressaltou o aspecto da inclusão inerente da pesquisa. Para ele, o trabalho traz resultados práticos que vão auxiliar professores de música a interagir com alunos deficientes visuais. "É realmente uma inclusão, não se trata só de aceitar o aluno cego e deixá-lo se virar sozinho. Fabiana propõe um trabalho voltado a atender às necessidades desse estudante", disse.

É justamente a inclusão do deficiente visual no ensino regular de música a principal conclusão da tese, de acordo com Fabiana. Para ela, não são necessárias escolas especializadas em deficientes, mas que as instituições de ensino regulares se adaptem a esses alunos.

Para isso, explica a musicista, seria fundamental a participação de três personagens nesse processo: um professor de música especialmente preparado, um aluno consciente e motivado e um especialista transcritor que possa fornecer material de estudo de qualidade para o processo. Com esses elementos, a grande demanda por instrução musical por parte de deficientes visuais pode começar a ser atendida, aponta.

Audiodocumentário sobre o ensino da musicografia Braille: www.agencia.fapesp.br/audiodocumentario.mp3












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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Auire - Aparelho para deficiente visual poder identificar cor



Aparelho identifica e fala cores para deficientes visuais
Paulo Roberto Andrade - Agência USP - 02/02/2010
http://www.inovacaotecnologica.com.br/

O Auire deverá ser fabricado sob o conceito de hardware livre, por meio do qual qualquer pessoa pode construir o seu, sem necessidade de licenciamento. [Imagem: Auire].



Um identificador de cores para deficientes visuais, desenvolvido por pesquisadores da Escola Politécnica (Poli) da USP, é finalista da competição internacional Unreasonable Finalists Marketplace.

Batizado de Auire, o aparelho é portátil e serve para identificar cores de objetos e notas de dinheiro.

Por meio de leitura óptica, o Auire literalmente "fala" o nome da cor do objeto analisado. O projeto foi desenvolvido pelos engenheiros de computação Fernando de Oliveira Gil e Nathalia Sautchuk Patrício.



Identificador de cores

O aparelho consiste em uma caixa que faz uma leitura óptica do objeto e identifica as três cores básicas: azul, verde e vermelho, por meio de três sensores, um para cada cor. Baseado nessas componentes, ele identifica a cor que mais se aproxima do objeto analisado, e vocaliza o nome da cor.

"No caso do dinheiro, as notas do Brasil utilizam cores diferentes. Então, o aparelho utiliza a cor para identificar as notas. Por exemplo, se o aparelho lê uma cor vermelha, trata-se de uma nota de 10 reais; o rosa, 5 reais e assim por diante", explica o engenheiro. "Não conseguimos ainda diferenciar com segurança as notas de 2 e 100 reais, ainda serão necessários alguns ajustes", completa.

O protótipo precisa ser conectado a um computador, que processa os dados através de um software. "Nossa ideia é introduzir o software dentro do aparelho e torná-lo autônomo, ou seja, que processe os dados sem utilizar um computador", explica Gil.



Hardware livre

O público-alvo são os deficientes visuais, tanto os completamente cegos quanto os daltônicos, principalmente aqueles de baixa renda.

"Para baixar os custos do aparelho, vamos utilizar uma eletrônica mais simplificada, com componentes disponíveis no mercado, além de uma arquitetura aberta de software livre. Queremos que o Auire possa ser reproduzido por quem possui os componentes e alguns conhecimentos de eletrônica", explica.



Empreendimentos sociais autossustentáveis

A competição da qual o Auire tornou-se finalista é organizada pelo Unreasonable Institute e premiará projetos sociais de grande impacto.

O objetivo é buscar empreendedores sociais que desenvolvam planos de iniciativas autossustentáveis. Por isso, os projetos têm o formato de empresas e não de entidades sem fins lucrativos.

Na primeira fase, a competição selecionou 42 finalistas. Agora, na fase final, o instituto escolherá os 25 primeiros projetos que conseguirem arrecadar US$ 6.500,00 em doações. O dinheiro será usado para custear os desenvolvedores dos projetos durante um período de 10 semanas de treinamento na sede da instituição, no Colorado, Estados Unidos, com profissionais e especialistas na área de negócios. As doações começaram nesta segunda-feira (25) e poderão ser feitas até 15 de março no site www.unreasonablefinalists.org.

"Para a competição, montamos um plano de negócios para abrir uma empresa e produzir o identificador com baixo custo", conta Gil. Os pesquisadores pretendem alcançar um custo por aparelho entre R$ 100,00 e R$ 200,00. Gil ressalta que existem aparelhos semelhantes no mercado, mas são vendidos aqui no Brasil por cerca de R$ 1.200,00.










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sábado, 20 de março de 2010

Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras)



Edusp lança dicionário de linguagem de sinais
Agência Fapesp - 16/03/2010
http://www.agencia.fapesp.br/materia/11903/edusp-lanca-dicionario-de-linguagem-de-sinais.htm




Obra traz 14 mil verbetes em português, 56 mil em inglês e 9,8 mil sinais de Libras.


A Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) lançou na semana passada uma edição atualizada e ampliada de seu dicionário da linguagem brasileira de sinais (Libras), utilizada por deficientes visuais.

Chamada de Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em linguística e neurociências cognitivas, a obra traz 14 mil verbetes em português, 9.828 sinais de Libras e 56 mil verbetes em inglês.

O dicionário foi organizado pelo professor Fernando César Capovilla, do Instituto de Psicologia (IP) da USP, em parceria com as pesquisadoras Walkiria Duarte Rafael, também do IP-USP, e Aline Cristina Lofrese Maurício, do centro universitário Unisant'anna.

O trabalho contou com mais de 200 colaboradores e é resultado de mais de 20 anos para ser concluído. Contribuíram mestrandos, doutorandos, ilustradores de sinais e de significado e revisores, além de deficientes auditivos.

Durante o lançamento, Capovilla ressaltou a contribuição à cultura, à educação e à cidadania que a publicação deverá trazer. "Agora, uma população de cerca de 6 milhões de surdos e deficientes auditivos deixará definitivamente de ficar à margem da educação e cultura, mas poderá enriquecer a educação e a cultura brasileiras como um todo com seu idioma próprio e sua cultura própria", disse.

A primeira versão, lançada em 2001 e intitulada Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue (Deit) da Língua de Sinais Brasileira (Libras), contou com a participação de informantes surdos da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis), entidade que revisou e chancelou o trabalho. Antes dessa publicação, havia apenas pequenos manuais elaborados por entidades e profissionais que trabalhavam com surdos.

A obra de 2001 ainda contou com uma apresentação do neurologista norte-americano Oliver Sacks e ganhou em 2002 o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, e também foi laureado pela Universidade Gallaudet, dos Estados Unidos.

A nova edição começou a ser elaborada em 2006 a fim de englobar os novos sinais que a Libras havia absorvido.

Capovilla prepara agora um Tratado de Educação de Surdos e um Compêndio de Avaliação do Surdo e o seu grupo de trabalho deve elaborar a Nova Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira, que também deverá contar com uma versão eletrônica. Todas essas publicações deverão ter o selo da Edusp.


Título: Novo Deit-Libras: Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira (Libras) baseado em Linguística e Neurociências Cognitivas (2 vols. Edusp, 2010).

Autores: Fernando César Capovilla, Walkiria Duarte Raphael e Aline Cristina L. Mauricio.


Preço: R$ 220.


Vendas: (11) 3091-4156










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sábado, 27 de fevereiro de 2010

INT cria colete para pessoas com deficiência


Instituto Nacional de Tecnologia cria colete para deficientes físicos

Redação do Diário da Saúde - 08/02/2010
http://www.diariodasaude.com.br/

O protótipo inicial do colete foi obtido a partir de modelo tridimensional gerado com auxílio de equipamento de prototipagem rápida,
baseado nos dados da tomografia computadorizada da coluna do garoto. [Imagem: INT/Ricardo Fontes/Guilherme Alves/Gil Brito]



Colete para deficientes

Um colete, desenvolvido sob medida por designers da área de Desenho Industrial do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) pode melhorar as condições de vida de pessoas com deficiências.

A iniciativa surgiu a partir de demanda da Secretaria Municipal de Educação de Niterói, no Rio de Janeiro, para desenvolver uma tecnologia capaz de sustentar a coluna vertebral de um menino de 11 anos, portador de paralisia cerebral, escoliose acentuada e quase nenhum tônus muscular.

O protótipo inicial do colete foi obtido a partir de modelo tridimensional gerado com auxílio de equipamento de prototipagem rápida, baseado nos dados da tomografia computadorizada da coluna do garoto e agregou o trabalho de estilistas da empresa O Estudio, especializada em design e moda.



Esqueleto externo

A intenção do colete é manter a coluna e o pescoço eretos, permitindo mais segurança, conforto e mobilidade para a pessoa com limitação física.

Fugindo de modelos convencionais, rígidos e sustentados por uma faixa ao redor da cabeça, o modelo do INT é desenvolvido em material leve, flexível e utilizando um boné ou uma gola para sustentar o pescoço.

Atuando como um exoesqueleto, o acessório abraça confortavelmente o corpo, por cima da roupa. A estruturação do tórax permite que o deficiente físico não caia quando sentado, impedindo também que penda excessivamente para o lado mais defeituoso.



Modelo volumétrico

A técnica empregada para a confecção assemelha-se à usada em roupas para mergulhadores. O colete é composto por três camadas: uma tela aramada flexível, e duas camadas de borracha EVA (etileno vinil acetato), uma mais espessa perto do corpo e, na parte externa, uma camada mais fina.

A confecção do protótipo teve como base imagens tridimensionais da coluna do menino, por meio da tomografia, e o tratamento delas em um software específico. As imagens permitiram criar o modelo da estrutura óssea interna e da estrutura externa do tórax e produzir um manequim em tamanho real com o auxílio da máquina de prototipagem rápida. Esse modelo volumétrico serviu para a criação dos moldes finais dos coletes.

Desenvolvido com recursos do INT, a intenção da equipe que elaborou o projeto, é buscar agora o apoio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para aprimorar e difundir para toda a sociedade os resultados deste projeto.












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Aparelho auditivo digital de baixo custo



USP desenvolve aparelho auditivo digital de baixo custo
Valéria Dias - Agência USP - 24/02/2010
http://www.diariodasaude.com.br/



O conceito de equipamentos genéricos pode ser usado para outros produtos médicos como
marcapasso, desfibrilador, bombas de infusão e equipamentos de diagnóstico, como audiômetros. [Imagem: Ag.USP]




Aparelho auditivo genérico

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) desenvolveram um aparelho auditivo digital de baixo custo a partir de componentes eletrônicos padronizados, que podem ser comprados no mercado.

É uma espécie de modelo "genérico" de aparelho auditivo retroauricular (usado atrás da orelha), batizado de Manaus, que apresenta, entre os diferenciais, autonomia de 440 horas com uma bateria e quatro programas de adaptação, além de baixo custo operacional - tanto na hora da compra quanto em sua manutenção.



Aparelho auditivo de US$100,00

Outra vantagem é que o aparelho auditivo genérico é um produto nacional, em um mercado dominado por empresas internacionais.

"O Manaus apresenta um custo de produção artesanal de US$ 140,13, considerado baixo quando comparado aos disponíveis no mercado", conta o engenheiro eletrônico Sílvio Penteado, do Laboratório de Investigações Acústicas (LIA) da FMUSP e autor de uma tese de doutorado sobre o tema.

"Numa produção seriada esse preço poderia chegar a US$ 100,00", completa. De acordo com Penteado, o projeto envolve uma plataforma eletrônica genérica, a qual permite o desenvolvimento de próteses auditivas de vários tipos.



Tecnologia dos aparelhos auditivos

Penteado conta que a Portaria 587 do Ministério da Saúde classifica os aparelhos auditivos como tecnologia A (básica), tecnologia B (intermediária) e tecnologia C (avançada), de acordo com seus recursos eletroacústicos.

Segundo o engenheiro, os aparelhos auditivos disponíveis no mercado são comercializados no varejo com preços que podem chegar a até R$12.000,00 (tecnologia C). Já para o Sistema Único de Saúde (SUS), os valores são de R$525,00 (tecnologia A), R$700,00 (tecnologia B) e R$1.100,00 (tecnologia C).

"Esses valores foram definidos pela Nota Técnica Informativa nº 004, do Ministério da Saúde, datada de 01 de fevereiro de 2007. Antes disso, os aparelhos eram adquiridos exatamente pelo dobro do preço", informa Penteado.

"Os aparelhos de tecnologia A são os modelos analógicos e representam 50% das prescrições do SUS. O tipo B é o intermediário e representam 35% das prescrições. Já o tipo C é o de tecnologia um pouco mais avançada e responde por 15% das prescrições", explica o pesquisador.

"O nosso projeto foi idealizado e desenvolvido para atender a Portaria 587 do Ministério da Saúde. O modelo que desenvolvemos atende às especificações das tecnologias A e B. Isso representa 85% da demanda de aparelhos auditivos do SUS", completa.



Perda auditiva

De acordo com o pesquisador, o Manaus poderá ser usado por pessoas com perdas auditivas classificadas como discretas, moderadas, e moderadas severas. "O aparelho já está em processo de patente e apresenta um ganho auditivo de 62 decibéis (dB)", conta.

No Brasil, de cada 10 aparelhos auditivos vendidos, 6 são adquiridos pelo SUS. Em 2008, o País importou cerca de 242 mil próteses auditivas.

Penteado explica que o custo de manutenção das próteses auditivas importadas é muito alto para os pacientes do SUS. "Se a prótese apresenta algum defeito após o prazo de garantia, que é de cerca de um ano, o usuário acaba desprezando aquele aparelho e solicita um novo para o SUS. Um dos objetivos do projeto é oferecer também uma manutenção de baixo custo", destaca.



Aparelhos auditivos internos

Além do Manaus, os pesquisadores também desenvolveram outros aparelhos, a partir de componentes padronizados: o Florianópolis (tecnologia C), e o Rio de Janeiro e o Sabará (tecnologia B), sendo que estes dois últimos são intracanais (ficam na parte interna da orelha).

"É possível fazer uma família de produtos a partir do mesmo conceito de plataforma eletrônica genérica" garante. Os componentes do aparelho são microfone, processador digital de sinais e receptor, desenvolvidos pelos pesquisadores, e que funcionam com uma programação específica que define o comportamento da prótese.



Programa para fonoaudiologia

Penteado explica que, para os fonoaudiólogos - os profissionais responsáveis por adaptar os aparelhos auditivos para as necessidades dos pacientes - foi desenvolvido um software simples, autoexplicativo e que não necessita de recursos avançados de informática.

"Alguns softwares são tão complexos que exigem que o fonoaudiólogo seja treinado para usar o recurso adequadamente, além de exigirem um computador mais avançado", diz.

Outra vantagem é que o programa foi desenvolvido com quatro configurações de conforto, e o usuário pode selecioná-los de acordo com o ambiente em que estiver "Os aparelhos convencionais apresentam apenas dois ou três programas."



Próteses genéricas

Os testes com o Manaus foram realizados pela pesquisadora Isabela de Souza Jardim, com 60 pessoas portadoras de deficiência auditiva. O Manaus foi comparado a outros aparelhos disponíveis no mercado, classificados nas categorias A e B.

"Os resultados foram considerados satisfatórios de acordo com protocolos internacionais", destaca Penteado.

Segundo ele, o conceito de equipamentos genéricos pode ser usado para outros produtos médicos como marcapasso, desfibrilador, bombas de infusão e equipamentos de diagnóstico, como audiômetros.

"É um projeto que está inserido na Agenda Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde do Ministério da Saúde que recomenda o desenvolvimento de tecnologias de reabilitação de baixo custo", aponta.

De acordo com os pesquisadores, no último dia 6 de dezembro houve uma reunião com representantes do Ministério da Saúde, e a receptividade foi muito boa. "A ideia é propormos um modelo semelhante ao dos remédios genéricos para as próteses", finaliza o professor Ricardo Bento.











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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Software Gratuito para Pessoas com Deficiência



Software auxilia portadores de deficiências
HSM Online - 27/11/2009
http://br.hsmglobal.com/


Mouse especial e teclado virtual - ambos gratuitos - facilitam a inclusão digital de pessoas com mobilidade reduzida.



Duas tecnologias inovadoras permitirão à milhares de pessoas com deficiência física o acesso gratuito às tecnologias de informação e comunicação. E o melhor: sem custo nenhum. Tratam-se do Headmouse e do Teclado Virtual.

O primeiro permite às pessoas com mobilidade reduzida controlar o cursor do mouse através de movimentos da cabeça, enquanto o segundo permite a redação de textos mediante o uso de qualquer dispositivo capaz de controlar o cursor da tela, tais como o joystick ou o touchpad.

As tecnologias foram lançadas oficialmente no Brasil no dia 25 de novembro, por meio de uma parceria entre a Indra, uma das principais multinacionais de Tecnologia da Informação da Europa e da América Latina, e da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).



Uso de robótica

O Headmouse incorpora um grande número de inovações que facilitam às pessoas com deficiência física o acesso às tecnologias digitais. Graças ao uso de algoritmos de visão artificial desenvolvidos para a área da robótica móbil, o usuário é capaz de utilizar o mouse virtual de maneira intuitiva e natural. Ele pode ser utilizado por qualquer usuário, já que não tem definida nenhuma língua de aplicação e dispõe de um manual de ajuda em espanhol e inglês.

Já o Teclado Virtual, que complementa o HeadMouse, funciona através de um aplicativo que aparece na tela do computador e que permite a escrita de textos mediante a pulsação de teclas virtuais. O sistema incorpora inovações tecnológicas que facilitam ao máximo a escrita para pessoas com mobilidade reduzida ou que não podem utilizar teclados convencionais.

Além disso, ele conta com funções de predição de palavras, cujos algoritmos aprendem com o modo de escrever do usuário e melhoram exponencialmente suas taxas de acerto. As provas realizadas escrevendo textos literários entre 15.000 e 20.000 palavras demonstram uma economia de até 40% nas pulsações de teclas necessárias para escrevê-las, aproximadamente 7.000 palavras a menos.

Cinco dicionários estão integrados ao Teclado Virtual e incorporam as palavras mais usuais do espanhol, catalão, inglês, francês e italiano. O software também conta com um sistema de aprendizado automático que permite ampliar sua base de palavras e criar novos dicionários em qualquer língua baseada no alfabeto romano.

Assim, o estilo de escrita dos usuários se atualiza automaticamente e permite ao aplicativo utilizar vários dicionários em um mesmo idioma e adaptá-los para usos específicos otimizados: redação de e-mails, redação técnica, literária, entre outras.

O Headmouse e o Teclado Virtual foram criados nas Cátedras de Tecnologias Acessíveis que a Indra desenvolve em colaboração com a Fundação Adecco e Universidades na Espanha. A Indra já lançou a idéia na Espanha, Chile, México e Colômbia, e conquistou mais de 250 mil downloads até agora. Com o lançamento no Brasil, a expectativa é que esse número cresça significativamente, devido às proporções geográficas do país.

Para fazer o download gratuito dos aplicativos, basta acessar o site: http://robotica.udl.cat









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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Ensino fundamental - Inclusão de aluno com deficiência





Entre 2000 e 2007, total de estudantes com necessidades especiais passou de 221.652 para 463.856 nas escolas do país. Além disso, a maioria dessas crianças foi matriculada no ensino regular, opção que a legislação brasileira dá como preferencial.

Antônio Gois escreve para a "Folha de SP":

De 2000 a 2007, o Brasil dobrou o número de alunos com necessidades especiais em sala de aula no ensino fundamental - o total passou de 221.652 estudantes para 463.856.

Essas crianças também estão atualmente, em sua maioria, incluídas em turmas regulares, ao lado dos demais estudantes, como demonstram dados do Censo Escolar do MEC tabulados pelo Inep (órgão de avaliação e pesquisa do ministério) a pedido da Folha.

Em 2000, apenas 30% desses alunos estudavam nas mesmas salas que as demais crianças, opção que a legislação brasileira coloca como preferencial quando se trata do atendimento de alunos com algum tipo de deficiência. Sete anos depois, esse percentual aumentou para 52% no ensino fundamental.

Esses avanços, no entanto, não aconteceram em todas as redes e ainda são insuficientes para garantir o direito de todos os alunos com alguma deficiência a uma educação de qualidade no ensino fundamental.


Segundo o Censo Escolar do MEC, são as redes municipais e estaduais as que mais têm colaborado no esforço de inclusão desses alunos. As escolas particulares e até mesmo as federais têm feito muito pouco.


Na rede privada, só 8% dos alunos com necessidades especiais em sala de aula estudam com os demais estudantes. Na rede federal - de onde se esperaria mais conformidade com as diretrizes do MEC, apesar da pequena abrangência na educação básica -, esse percentual também é baixo: 14%.


Na avaliação da procuradora da República em São Paulo Eugênia Fávero, o direito à inclusão vale para todas as redes. Ela diz, porém, que as decisões da Justiça em ações que tentaram fazer valer esse direito têm sido diversas, com alguns juízes entendendo que as escolas não podem recusar a matrícula de um aluno com algum tipo de deficiência, enquanto outros dão ganho de causa a esses colégios.


Além de variar de acordo com a rede, o percentual de inclusão em turmas regulares varia também de acordo com o tipo de deficiência. Os dados do Censo Escolar mostram que os menores percentuais são verificados em casos de alunos com síndrome de Down ou deficiência mental ou múltipla.


"Ainda há uma dificuldade de se entender que a educação é um direito humano e vale para todos. Muitos se sentem no direito de escolher qual grupo vai esperar mais um pouco, e as crianças com deficiência intelectual têm sido bastante prejudicadas", diz Claudia Werneck, superintendente da Escola de Gente, ONG que defende o direito à inclusão.


Apesar das dificuldades, Werneck diz que não se deve negar os avanços recentes. "Todos esses dados mostram que houve melhoria, mas minha preocupação é que a sociedade e os gestores públicos não se tranquilizem antes da hora. Ainda temos uma escola muito discriminadora, que não gosta da diversidade ou que prefere escolher com que tipo de diversidade vai trabalhar".


Ela lembra também que as estatísticas do Censo Escolar do MEC retratam apenas a realidade de quem está dentro da escola. Um levantamento feito pelos ministérios da Educação e do Desenvolvimento Social mostra, por exemplo, que só 21% do total de 350 mil crianças e jovens com deficiência que recebem o BPC (Benefício de Prestação Continuada) estavam matriculados na escola no ano de 2007.


Secretária do MEC admite que ainda há muito a avançar para melhorar inclusão


A secretária de educação especial do MEC, Cláudia Dutra, reconhece que ainda há muito a avançar para melhorar a inclusão, com qualidade, de deficientes na escola.

Ela diz ainda que as escolas federais, apesar de representarem um número muito reduzido das matrículas na educação básica, também não se organizaram para ser mais inclusivas. "Todo o sistema educacional brasileiro não foi organizado para ser inclusivo, e as escolas federais não são exceção", diz.

Cláudia cita como uma das ações para tentar melhorar a qualidade da inclusão a formação de professores a distância para atenderem a alunos da educação especial. "Estamos disponibilizando 20 mil vagas em instituições públicas de todo o Brasil", afirma.

Ela também destaca iniciativas do governo para aumentar o financiamento da educação especial, como o decreto 6.571, de setembro de 2008, que prevê que o aluno deficiente atendido em classes regulares contará em dobro para efeitos de cálculo do Fundeb caso estude também no contraturno, ou seja, com carga horária ampliada sem prejuízo de sua convivência com as demais crianças.

A secretária lista ainda o programa BPC (Benefício de Prestação Continuada) na Escola como uma das estratégias desenvolvidas pelo governo para incluir alunos que estavam fora da escola. O programa identifica os beneficiários do Benefício de Prestação Continuada com menos de 18 anos que não estão matriculados e, a partir deste cadastro, planeja investigar as razões que levam essas crianças a não estarem estudando. (Folha de SP, 5/1).


quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Neurociência tenta tratar com o poder da mente a dor do membro ausente dos amputados




Um mistério de fantasmas se revela aos poucos.
- Neurociência tenta tratar com o poder da mente a dor do membro ausente dos amputados -
Roberto Lent - Ciência Hoje On-line - 29/08/2008

http://cienciahoje.uol.com.br/126994


Roberto Lent



As pessoas que sofreram amputação de uma parte do corpo sabem perfeitamente que não é alucinação ou mentira: elas têm de fato diversas sensações nessa parte ausente. Alguém que perdeu um braço, por exemplo, pode sentir dor nele ou ter a sensação precisa de que moveu os dedos ausentes para realizar uma tarefa qualquer.

Geralmente essas sensações desagradáveis são provocadas por movimentos imaginários, inteiramente anômalos e forçados, como se as articulações se movessem no sentido antinatural, provocando dor. Essas estranhas percepções de regiões do corpo que não existem mais são conhecidas há muito pela humanidade, e chamadas atualmente síndrome do membro fantasma.

A síndrome ocorre em cerca de 85% dos amputados, e suas manifestações podem variar desde um calor prazeroso até uma intensa coceira que não tem solução... porque não há o que coçar. Os neurocientistas já têm uma explicação parcial para o fenômeno, embora seu mecanismo preciso ainda não seja conhecido. Pior: os médicos não têm como tratá-lo, embora mais de 60 estratégias clínicas, cirúrgicas, psicológicas e alternativas já tenham sido propostas.




O cérebro é feito de mapas - do corpo, do mundo externo, dos sons do ambiente.
Nos amputados, o mapa fica incompleto, mas os espaços "vazios" são logo preenchidos pelas regiões adjacentes.





Quem são os fantasmas?


Grande contribuição à compreensão da síndrome do membro fantasma foi dada pelo pesquisador indo-americano Vilayanur Ramachandran, autor de inúmeros trabalhos sobre o tema. Ramachandran e seus colaboradores investigaram o cérebro dos amputados utilizando técnicas de neuroimagem funcional, capazes de identificar as áreas cerebrais ativas quando as diversas partes do corpo são estimuladas.

Ao tocar levemente o coto ou regiões corporais adjacentes, em pessoas que perderam um dos braços, o grupo descobriu que as áreas cerebrais ativadas eram as que anteriormente representavam o braço ausente. Isso significa, primeiro, que a amputação não fez desaparecer as áreas cerebrais correspondentes; e, segundo, que essas áreas passaram a receber informação de outras partes do corpo.

A questão é que o cérebro do indivíduo aprendeu durante muitos anos de sua vida, antes da amputação, que a ativação daquela região específica devia ser interpretada como "braço". Por isso, estímulos incidentes no coto, no ombro ou mesmo no queixo - um simples movimento involuntário, ou a passagem suave do vento - são percebidos como algo sentido no membro ausente.

Até aí tudo bem. Mas o que de fato acontece no cérebro dos amputados? Será que as fibras nervosas que transmitem a informação das regiões adjacentes se deslocam e "invadem" a área cerebral que ficou sem função? Ou será que já havia anteriormente conexões "silenciosas" ligando no cérebro as diferentes regiões corporais, e essas conexões tornaram-se funcionais com a amputação? Essa é uma parte da história que ainda permanece misteriosa.




Como se livrar dos fantasmas?

A outra parte não resolvida é que não se consegue tratar as percepções fantasmas. Tentou-se de tudo: acupuntura, emprego de analgésicos e anestésicos locais no coto, psicoterapia, cirurgia para a remoção das extremidades dos nervos do coto, transformadas às vezes em pequenos tumores, medicamentos de ação central no cérebro, estimulação elétrica ou magnética do cérebro. Nada deu certo.




Os amputados posicionavam-se na caixa de espelho de tal modo que visualizavam a imagem de sua perna remanescente (no caso, a esquerda), como se fosse a perna amputada. Os experimentos solicitavam que mentalizassem movimentos da perna amputada de modo a imitar os movimentos feitos com a perna existente.
Reproduzido de Brodie et al. (2007).




Foi quando Ramachandran, em 2000, propôs um tratamento engenhoso que acendeu as esperanças para os amputados. Ele pensou o seguinte: se o cérebro interpreta como braço a ativação da região cerebral correspondente porque aprendeu assim durante toda a vida, por que não tentar reeducá-lo, para que "se convença" de que aquela parte do corpo não existe mais?

O aparato proposto para "reeducar" o cérebro foi uma simples caixa com um espelho, defronte ao qual o indivíduo realizava uma série de movimentos com o braço remanescente. Este era visto ao espelho como se fosse o braço ausente, pretendendo-se com isso que o cérebro imitasse mentalmente, para o braço amputado, os movimentos feitos para o braço existente.

Ramachandran relatou algum sucesso com essa terapia, mas um estudo mais controlado feito recentemente pelo pesquisador Eric Brodie, do Departamento de Psicologia da Universidade Caledônia de Glasgow, na Escócia, trouxe mais dúvidas do que certezas.

Brodie e seus colaboradores reuniram 80 amputados do membro inferior, de ambos os sexos e diferentes idades, e os submeteram a um aparato com espelho à maneira de Ramachandran (ver figura acima). Cada amputado realizava 10 movimentos reais com o membro existente, repetidos 10 vezes, e ao mesmo tempo 10 movimentos imaginários com o membro ausente, também repetidos 10 vezes. Depois respondiam a questionários para avaliar se suas sensações fantasmas haviam se modificado.

Em um aspecto, os resultados foram negativos. Os participantes, em conjunto, relataram diminuição nas sensações fantasmas, inclusive a dor. Só que o grau de melhora relatado não foi diferente do que indicaram os experimentos de controle, nos quais os amputados posicionavam-se na caixa, mas sem o espelho. Um efeito placebo, provavelmente. O lado positivo foi que os amputados testados no espelho tiveram maior número de sensações de movimentos realizados pelo membro ausente (movimentos fantasmas) em relação aos controles.

Os pesquisadores foram otimistas em sua interpretação geral dos dados do experimento. E se as sensações de movimento pudessem ser provocadas pelo pensamento dos amputados? Nesse caso, melhoras talvez pudessem ser obtidas se os amputados fossem educados a imaginar movimentos fantasmas com o membro ausente. Uma terapia diferente, baseada na imaginação!





Uma considerável redução da dor fantasma crônica foi obtida pela terapia de imaginação de movimentos. Modificado de McIver et al. (2008).



Terapia posta em prática


A idéia foi imediatamente executada por outro grupo britânico, no Instituto de Pesquisas sobre Dor, de Liverpool. O grupo, liderado por Kate McIver, mobilizou 13 amputados de membro superior com fortes dores fantasmas, treinando-os durante seis semanas a imaginar movimentos com o braço ausente.

Antes do treinamento, eles haviam verificado por neuroimagem que a representação dos lábios havia invadido o território cortical que devia representar o braço amputado, como já se sabia. Após o treinamento, os pacientes relataram uma diminuição significativa da intensidade da dor fantasma, e a imagem cerebral revelou a redução da "invasão" pela representação dos lábios.

Esses trabalhos têm, é claro, um significado prático relevante para o tratamento das sensações fantasmas que acometem os amputados. Mas têm também um significado mais conceitual, relacionado aos "poderes da mente". A maioria dos neurocientistas acredita que o cérebro determina a mente - a famosa visão monista de tradição materialista.

Mas os experimentos com as terapias imagéticas recolocam em pauta o outro lado dessa questão: a mente pode também "determinar" o cérebro, no sentido de que o pensamento, a imaginação e o exercício mental são capazes de fisicamente modificar os circuitos neurais e a representação das funções no cérebro.

A natureza nos surpreende, mais uma vez.









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