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domingo, 8 de junho de 2008

Islândia - Alegria On The Rocks



Alegria On The Rocks
Revista Carta Capital nº 497 de 28/05/2008
John Carlin - Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves
http://www.cartacapital.com.br/


Como vivem os habitantes da Islândia, considerado o país mais feliz do mundo.



The Observer - A maior taxa de natalidade da Europa + o maior índice de divórcios + a maior porcentagem de mulheres que trabalham fora de casa = o melhor país do mundo para se viver. Deve haver algo errado nessa equação. Coloque esses três fatores juntos - montes de crianças, lares desfeitos, mães ausentes - e você certamente terá uma receita de miséria e caos social.

Mas não. A Islândia, o bloco de lava subártico a que se aplicam essas estatísticas, encabeça a última classificação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o que significa que como sociedade e como economia - em termos de riqueza, saúde e educação - é a campeã do mundo. Ao que se poderia retrucar: sim, mas com invernos tão escuros, e longe dos verões tropicais, os islandeses são felizes? De fato, até onde se podem medir confiavelmente essas coisas, eles são. Segundo um estudo acadêmico aparentemente sério divulgado pelo Guardian, os islandeses são a população mais feliz da Terra. (O estudo ganhou certa credibilidade porque concluiu que os russos eram a mais infeliz).

Oddny Sturludottir, 31 anos, com dois filhos, contou-me que uma grande amiga dela, de 25 anos, tem três filhos com um homem que acabou de deixá-la. "Mas ela não tem a menor sensação de crise", disse Oddny. "Está se preparando para tocar sua vida e sua carreira com uma mentalidade totalmente otimista". A amiga não vê crise onde qualquer mulher em situação semelhante, em qualquer outro lugar do mundo ocidental, consideraria uma completa catástrofe.

Existem muitos outros fatores mais evidentes - e não se trata aqui do fato de a cantora pop Björk ter nascido lá. As estatísticas favoráveis abundam. É o país com o sexto PIB per capita do mundo. É onde as pessoas compram mais livros, onde a expectativa de vida dos homens é a mais alta do planeta, não muito atrás da feminina. É o único país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) que não tem forças armadas (elas foram banidas 700 anos atrás). Lá está a maior porcentagem de telefones celulares por habitante, o sistema bancário em mais rápida expansão, negócios de exportação disparados, ar cristalino e água quente distribuída para todas as residências do país diretamente das entranhas vulcânicas da terra. Mas essa felicidade jamais seria possível sem a resoluta autoconfiança que define os islandeses como indivíduos o que por sua vez deriva de uma sociedade que é culturalmente dirigida para a criação de filhos felizes e saudáveis, por qualquer número de pais e mães. Muito disso vem de seus ancestrais vikings, cujos homens eram saqueadores e violadores contumazes, mas ao menos tinham a coerência moral de não sentir ciúme das escapadas de suas esposas, mulheres duras que mantinham suas famílias alimentadas na aridez da semitundra dessa ilha do Atlântico. Como explicou uma avó que conheci em minha primeira visita à Islândia, dois anos atrás: "Os vikings iam embora e as mulheres dominavam a situação e tinham filhos com seus escravos, e quando os vikings voltavam aceitavam tudo no espírito do quanto mais gente, mais animado".

Oddny, uma pianista esguia e atraente que fala alemão fluentemente, traduz livros do inglês para o islandês e é vereadora na capital Reykjavik, é uma amostra contemporânea disso. Cinco anos atrás, quando estudava em Stuttgart, ela engravidou de um alemão. Durante a gravidez, terminou o namoro e voltou com um antigo ex, prolífico escritor e pintor islandês chamado Hallgrimur Helgason. Os dois voltaram para a Islândia, onde viveram juntos com o bebê e depois de algum tempo tiveram outro filho. Hallgrimur é dedicado às duas crianças, mas Oddny considera importante que sua primeira filha mantenha uma ligação estreita com o pai biológico. Isso acontece regularmente. O alemão vai à Islândia e se hospeda na pequena casa de Oddny e Hallgrimur durante uma semana, às vezes duas.

O caso de Oddny não era raro. Quando se aproxima o aniversário de uma criança, não apenas os vários conjuntos de pais se reúnem para a festa, mas também os vários conjuntos de avós, sem falar em tios e tias. A Islândia, isolada no meio do Atlântico Norte e tendo a Groenlândia como vizinha mais próxima, era distante demais para os missionários cristãos medievais, a não ser os mais obstinados. É um país principalmente pagão, como os nativos gostam de dizer, sem o peso de tabus que causam tanta perturbação em outros lugares. Isso significa que são pessoas práticas, o que, por sua vez, significa muitos divórcios.

Os islandeses são o povo menos "encucado" do mundo. Daí que, por exemplo, não existe incentivo para "ficar juntos pelo bem das crianças". As crianças ficarão bem, porque a família vai se reunir em torno delas e provavelmente os pais continuarão tendo um relacionamento civilizado, com base na compreensão geralmente automática de que a custódia dos filhos será compartilhada
.

O conforto de saber que, aconteça o que acontecer, o futuro das crianças está assegurado também serve para explicar por que as islandesas, tão modernas (a Islândia elegeu a primeira mulher presidente do mundo, Vigdis Finnbogadottir, uma mãe solteira, 28 anos atrás), persistem no antigo hábito de ter filhos muito jovens. "Não são gravidezes indesejadas de adolescentes, você entende", diz Oddny, "mas mulheres de 21, 22 anos que desejam ter filhos, muitas vezes quando ainda estão na universidade".

Em uma universidade britânica, uma estudante grávida seria uma raridade. Na Islândia, mesmo na Universidade de Reykjavik, voltada para economia e administração, não apenas é comum ver garotas grávidas na lanchonete, como também vê-las amamentando. Ainda mais porque, se você estiver empregado, o Estado lhe dará nove meses de licença-maternidade totalmente paga, para ser dividida entre a mãe e o pai como eles quiserem. "Isso significa que os empregadores sabem que um homem que eles contratam tem a mesma probabilidade que uma mulher de tirar licença para cuidar de um bebê", explicou Svafa Grbnfeldt, atual reitora da Universidade de Reykjavik, que já foi uma poderosa executiva. "A licença-paternidade foi o que fez a diferença para a igualdade das mulheres neste país".

Svafa abraçou a oportunidade com os dois braços. Para seu primeiro filho, ela usou a maior parte da licença-maternidade. Para o segundo, foi seu marido. "Eu tinha um emprego no qual viajava 300 dias por ano" conta. Svafa diz que sentiu certo remorso, aliviado em parte por saber que seu marido estava em casa e em parte por causa da educação de alto nível oferecida pelo Estado, a começar por creches de dia inteiro, que torna praticamente inexistentes as escolas particulares.

O emprego em que ela viajava 300 dias era de vice-presidente encarregada de fusões e aquisições de uma companhia farmacêutica genérica chamada Actavis, na qual trabalhou durante seis anos. Nesse período a companhia saiu da insignificância global para se tornar a terceira maior de seu gênero no mundo, comprando 23 companhias estrangeiras no caminho.

Uma propagandista não apenas de sua antiga firma, que ela deixou quando não pôde mais dominar a culpa que sentia por sua ausência como mãe, Svafa enumerou alguns dos fatos mais notáveis da proeza empresarial que seu país conquistou nos últimos dez anos, época de grande sucesso para uma economia tradicionalmente baseada na pesca. Os bancos islandeses hoje operam em 20 países, e a empresa deCODE, sediada em Reykjavik, é uma líder mundial na pesquisa biotecnológica do genoma. As firmas islandesas estão engolindo empresas de alimentos e de telecomunicações na Grã-Bretanha, Escandinávia e Leste Europeu, outras evidências do crescimento econômico.

Svafa é uma mulher animada e franca, com um corte de cabelo arrojado e uma mente aguda e bem-humorada. E tem um escritório em casa que combina. Espaçoso, minimalista (a tal ponto que não tem uma escrivaninha) e moderno no estilo clean nórdico, parece sala de estar e tem uma vista espetacular. De uma janela você vê os telhados vermelhos e verdes de Reykjavik até o porto e o mar azul-escuro. De outra, vê-se uma serra baixa, coberta de neve. É uma paisagem linda de se ver, mas difícil para viver, especialmente nos mil anos em que a Islândia foi habitada antes da invenção da eletricidade e do motor a combustão. "Você tem de ser não apenas corajoso, mas criativo para sobreviver aqui", disse Svafa. "Se não usar a imaginação, está acabado; se ficar parado, você morre".

Como os vikings demonstraram, parte dessa imaginação significa sair pelo mundo afora. Mas agora que a Islândia prosperou, há um convite para que o mundo venha. A Universidade de Reykjavik tem professores de 23 países e pretende, depois da mudança planejada, dentro de dois anos, expandir a presença estrangeira, tanto em termos de professores como de estudantes, e transformar a universidade em um pólo global de educação em economia. A universidade já é totalmente bilíngüe. "Nosso negócio é ganhar cérebros, e não perdê-los. Queremos fazer o que os americanos fizeram muito bem. Em nosso caso, criar um campus de elite na Europa que atraia os melhores do mundo", afirma Svafa.

Os islandeses sabem identificar os melhores e incorporá-los a sua sociedade. Conversei sobre isso com o primeiro-ministro, Geir Haarde, que encontrei em um evento oficial em um banho público cheio de vapor, um local de encontro popular para os habitantes do país. Tranqüilo como todo mundo que conheci, e sem nada que parecesse um guarda-costas nas redondezas (quase não há criminalidade na Islândia), ele concordou imediatamente em dar uma rápida entrevista.

"Acredito que combinamos o melhor da Europa e dos EUA aqui: o sistema de previdência social nórdico com o espírito empresarial americano", ele disse, indicando que a Islândia, diferentemente de outros países nórdicos, tem impostos pessoais e corporativos extremamente baixos. "Isso significou que não apenas as empresas islandesas ficaram e estrangeiras vieram, como aumentamos em 20% nossa receita fiscal, devido ao maior movimento do comércio".

Isso não quer dizer que a Islândia ficou imune ao pânico financeiro que afeta atualmente o resto do mundo. Os bancos locais, à maneira americana, são atores globais agressivos e otimistas, e há preocupações de que eles tenham exagerado. O aumento dos preços dos alimentos e do petróleo está gerando o mesmo tipo de manchete nos jornais islandeses que vemos em qualquer outro lugar. Mas não há sugestão de que o sistema econômico esteja ameaçado. Os islandeses vão continuar recebendo gratuitamente não apenas educação de alta classe como tratamentos de saúde de alta classe. A medicina privada na Islândia limita-se principalmente a procedimentos de luxo como cirurgia plástica.

Dagur Eggertsson, até recentemente o prefeito de Reykjavik e provável futuro primeiro-ministro da Islândia, explicou-me que o que aconteceu na Islândia desafiou a lógica econômica. "Nos anos 1980 e 90, a direita nos EUA e no Reino Unido dizia que o sistema escandinavo era impraticável, que o alto investimento estatal em serviços públicos mataria as empresas", disse Dagur, 35 anos, um homem jovial e superinteligente que, como a maioria dos islandeses, trabalha muito em diversas frentes - além de político ele é médico. "Mas aqui estamos, em 2008", continua, "e você vê que nesses últimos 12 anos nós e os países escandinavos disparamos. Alguém chamou isso de economia de abelha: cientificamente, do ponto de vista aerodinâmico, você não consegue entender como ela voa, mas voa, e muito bem".

O sucesso espetacular da Islândia vem da capacidade para o trabalho duro que Dagur exemplifica, além do imperativo de criatividade de que Svafa falou, mais uma fé americana na exeqüibilidade de grandes idéias. "Muitos de nós vivemos nos Estados Unidos, estudamos lá", disse Geir Haarde, "e o que nós tiramos deles e, ao mesmo tempo, descobrimos que temos em comum é essa atitude de que se você trabalhar duro qualquer coisa pode dar certo".

Espírito semelhante está por trás do sucesso da Reykjavik Energy, a companhia que fornece a maior parte da água quente e da eletricidade aos islandeses. A tubulação penetra profundamente na crosta terrestre gelada para extrair não petróleo, mas água, que a 1 quilômetro de profundidade atinge temperaturas de 200°C. Em 1940, 85% da energia do país vinha do carvão e do petróleo. Hoje, 85% vem da água vulcânica subterrânea, que fornece a metade da eletricidade necessária por cerca de dois terços do preço médio europeu. A Islândia tem o maior sistema de aquecimento geotérmico do mundo, e o planeta está interessado na tecnologia. A Reykjavik Energy está envolvida em projetos conjuntos para copiar o modelo islandês em lugares como Djibuti, El Salvador, Indonésia e China.

Há uma besta com a qual a Islândia tem dívida: a Segunda Guerra Mundial. Antes da guerra, era o país mais pobre da Europa. De repente, em 1939, tornou-se uma localização estratégica de imenso valor. Os britânicos e os alemães a disputaram e os britânicos chegaram primeiro. Estabeleceram uma base militar em uma península perto de Reykjavik. "De repente havia uma abundância de empregos que pela primeira vez não se relacionavam à pesca ou à agricultura", lembra Asvaldur Andresson. "Antes da guerra, nós quase não tínhamos estradas, e as que havia tivemos de construir com picaretas e pás. Os britânicos e os americanos vieram e com eles as escavadeiras, estradas asfaltadas e todo tipo de ferramentas maravilhosas para se trabalhar".

Asvaldur, nascido em 1928 em uma cidade pesqueira no extremo leste da Islândia chamada Seydisfjordur, emigrou para Reykjavik no final da guerra e encontrou trabalho como motorista de ônibus na base americana. Depois disso, com longas horas de estudo à noite, passou a maior parte da carreira como fornecedor de peças para carros.

Sua vida sempre foi dura, mas especialmente na infância, quando a Islândia era a pior das combinações possíveis: um país em desenvolvimento com clima terrivelmente frio. Ele parou de estudar aos 12 anos e foi trabalhar em um barco de pesca em meio às tempestades geladas da borda meridional do Círculo Polar Ártico. Sua irmã morreu de coqueluche aos 3 anos e, quando seu pai morreu, Asvaldur tinha 16 anos e estava no mar, por isso só soube após o enterro. Ele trabalhou 16 horas por dia durante toda a vida para manter sua família. Hoje tem emprego em tempo integral, cuidando de sua mulher inválida. Recebe dinheiro do Estado para isso, um dos principais motivos (e coerente com a cultura da coesão familiar) pelos quais a maioria dos islandeses idosos não vive em lares de retiro, mas em suas casas.

"Olho para trás e vejo como este país mudou e mal posso acreditar", diz Haraldur. A coisa mais notável foi o que aconteceu com três de suas netas, hoje adultas. Uma faz filmes documentários em Paris, outra é uma especialista em biotecnologia que assiste cirurgiões em um hospital em Reykjavik. A mais velha, com 26 anos, tem licença de piloto dos Estados Unidos e está fazendo treinamento para se tornar comandante da Ryanair.

Se a abelha voa, se a Islândia é o melhor lugar do mundo para se viver, e um dos mais ricos, é porque os governos souberam somar políticas esclarecidas à matéria-prima humana criativa e pragmática da ilha
. "Como médico e como político, acredito que há uma estreita ligação entre a saúde do país e a qualidade das decisões políticas que são tomadas", acentua Dagur Eggertsson. "Há cem anos éramos um dos países mais pobres, mas todos sabíamos ler e tínhamos mulheres fortes. Sobre isso construímos políticas fortes. Minha tese é que, para a saúde de um país, mais importante do que não fumar e comer bem são os fenômenos sociais que enfatizamos aqui: igualdade, paz, democracia, água limpa, educação, energia renovável, direitos das mulheres".

A Islândia, por esses motivos, é um cadinho que conseguiu combinar as melhores qualidades da humanidade, oferecendo uma lição para o resto do mundo de como viver com sensibilidade e alegria, longe da falsidade, do preconceito e do tabu
. A Islândia não poderia ser menos parecida com a África na superfície, não poderia estar mais distante do país em último lugar no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU, Serra Leoa. Mas os islandeses tiveram a sabedoria de adotar, ou imitar acidentalmente, o melhor do que existe lá. Sem o menor problema.








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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Agência britânica diz que Microsoft fere interesse de estudantes




Agência britânica diz que Microsoft fere interesse de estudantes



Reuters - Uma agência do governo britânico disse à Comissão Européia que o pacote Office da Microsoft não funcionava bem com programas concorrentes em escolas britânicas, ferindo o interesse dos alunos, professores e pais.


Os programas precisam ter os mesmos padrões para trabalharem juntos mas a agência britânica afirmou que a Microsoft oferece apenas seu próprio "padrão aberto (livre)" em vez de uma suporte eficaz para o Open Document Format (ODF) que, segundo a agência, aumenta as escolhas dos estudantes.

Stephen Lucey, diretor-executivo da British Educational Communications and Technology Agency (BECTA), afirmou que o dano vai além de afetar os concorrentes.

"Tais barreiras podem ferir também o interesse da educação e organizações de treinamento, alunos, professores e pais", apontou Lucey em comunicado.

A Becta se queixou ano passado ao Office of Fair Trading (departamento de comércio justo) britânico e enviou uma cópia da reclamação para a Comissão Européia esta semana.

A Microsoft afirmou em comunicado que está profundamente comprometida em fazer seus programas funcionarem bem com outros softwares.

"Criamos as ferramentas de desenvolvimento para promover a interoperabilidade entre o Office 2007 e produtos baseados no formato de arquivo Open Document Format", afirmou a empresa.

Lucey discorda. Ele afirma que a Microsoft gerou problemas para usuários com menos conhecimento técnico, dificultando o uso do ODF.

O ODF é um formato de arquivo não proprietário cujas especificações completas estão disponíveis para consulta por qualquer usuário e foi originalmente desenvolvido pela Sun Microsystems.

Lucey coloca que o problema com a Microsoft vai além do estabelecimento dos padrões. A Becta também se queixou sobre as condições sob as quais a Microsoft licencia seus programas para escolas.

Na semana passada a Microsoft apelou conta uma multa de € 899 milhões imposta pela Comissão Européia por não ter atendido às exigências, originalmente impostas em 2004, de permitir a interoperabilidade com programas de servidores.









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terça-feira, 6 de maio de 2008

Lição de Superação




Lição de Superação
Agência Fapesp - Fábio de Castro - 06/05/2008
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8791


Estudo de Cláudia Vóvio, da Unicamp analisa atuação de alfabetizadores de jovens e adultos.
Trabalho ganhou prêmio internacional de entidade ligada à Unesco.
Na foto, a autora apresenta palestra aos alfabetizadores do projeto Educar para Mudar.




Os alfabetizadores de jovens e adultos que atuam em programas organizados pela sociedade civil, em sua maioria, não são formados para a docência e são provenientes de famílias de baixa escolaridade e de alta vulnerabilidade social.

Um estudo realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) analisou o universo desses alfabetizadores, enfocando como eles adquirem seu conhecimento, como se relacionam com a leitura e a escrita e como superam dificuldades sociais para assumir papel importante na luta contra o analfabetismo.

A tese de doutorado, defendida por Cláudia Vóvio no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, ganhou o prêmio de teses do Centro de Cooperação Regional para a Educação de Adultos na América Latina e Caribe (Crefal). O organismo internacional, com sede no México, foi criado em 1950 por iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

A pesquisa, intitulada Entre discursos: Sentidos, Práticas e Identidades Leitoras de Alfabetizadores de Jovens e Adultos, foi orientada por Angela Kleiman, coordenadora do Grupo de Pesquisa Letramento do Professor do IEL. Para o trabalho, Cláudia contou com apoio da FAPESP por meio de bolsa de doutorado.

De acordo com Cláudia, o estudo foi feito a partir de sua participação em processos de formação continuada de educadores de pessoas jovens e adultas em programas organizados pela sociedade civil.

"As inquietações que motivaram o estudo eram relativas às necessidades formativas e de profissionalização desses alfabetizadores. A pesquisa investiga e descreve os sentidos, as identidades leitoras, os acervos e as práticas de leitura em que eles estão envolvidos", disse à Agência FAPESP.

Segundo ela, os programas de alfabetização de jovens e adultos criados por iniciativa da sociedade civil – incluindo movimentos sociais, centros comunitários e sindicatos – têm grande relevância, uma vez que o ensino público não tem vagas para absorver toda a demanda potencial por alfabetização. Os dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2006, mostram que o país tinha então 15,5 milhões de analfabetos com mais de 10 anos de idade.

"Esses alfabetizadores não têm uma formação específica para a docência. A problemática central da tese diz respeito ao estudo dos letramentos dessas pessoas, que têm percursos irregulares de escolarização e estão em condição de vulnerabilidade social", destacou.

A pesquisa foi realizada junto a alfabetizadores que atuam em um programa de alfabetização de jovens e adultos de iniciativa não-governamental: o Programa Educar para Mudar, do Conselho Comunitário de Educação e Cultura e Ação Social, uma organização não-governamental localizada em Itaquaquecetuba (SP).

"A organização não-governamental tem uma parceria com o governo federal e recebe verbas para a organização das turmas e pagamento de professores e coordenadores. Os locais são cedidos pela comunidade", explicou Cláudia. A região de Itaquaquecetuba, segundo ela, não tem um programa público que ofereça alfabetização para jovens e adultos.



Auto-imagem positiva

Os programas de formação continuada oferecidos aos alfabetizadores, de acordo com o estudo, têm papel fundamental. "É a instância na qual eles dão continuidade à sua formação como leitores e que lhes permite dar conta de uma atribuição educativa tão complexa", afirmou.

A pesquisadora utilizou uma metodologia etnográfica, que incluiu dinâmica de rodas de conversas, de práticas de leituras conjuntas, entrevistas, visitas a salas de aula e aplicação de questionários. "Trabalhei dessa maneira junto a nove dos 49 professores da unidade. A metodologia permitiu a geração de dados. Os encontros foram feitos quinzenalmente", explicou.

Cláudia procurou descrever como os alfabetizadores tomam posse de significações culturais atribuídas à leitura, à condição de leitor e aos modos de ler, além de investigar os sentidos atribuídos por eles a suas histórias como leitores. Outra questão era saber como se apropriam de objetos culturais relacionados ao universo da escrita a partir da participação em espaços onde se pratica a leitura.

Segundo ela, ao contrário dos professores que trabalham em programas formais de alfabetização, os alfabetizadores comunitários, apesar de toda adversidade, constroem uma auto-imagem bastante positiva como leitores.

"Os professores constróem uma imagem bastante autodepreciativa, manifestando uma falta de confiança em sua própria capacidade de cumprir o papel de alfabetizadores. Esses alfabetizadores, por outro lado, se afirmam como leitores e discutem seu papel de uma perspectiva muito positiva, de autolegitimação", afirmou.

Outro fato destacado na tese é que os alfabetizadores do programa, que atua desde 1997 no local, criaram uma rede de intercâmbios sociais altamente dinâmica. "Mesmo com condições de trabalho bastante improvisadas, por falta de espaço, material e apoio, eles conseguem gerar alternativas para dar conta de todo o processo de alfabetização", disse.











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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Fundamentos da Educação



Fundamentos da Educação
Agência Fapesp - Alex Sander Alcântara - 15/04/2008
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8706


Estudo a associação entre comportamento e desempenho escolar em meninos e meninas
e aponta como a qualidade das relações estabelecidas na escola de educação infantil pode afetar o aprendizado.



Uma pesquisa, feita no campus de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, investigou a associação entre comportamento e desempenho escolar entre meninos e meninas. O estudo indica como a qualidade das relações estabelecidas na escola de educação infantil pode afetar o aprendizado das crianças.

O trabalho avaliou o comportamento das meninas mais positivamente, ao passo que o desempenho escolar foi mais fortemente associado aos comportamentos interpessoais no grupo masculino. Para ambos os sexos, foram avaliados o comportamento – na relação com a tarefa, com os colegas e com o professor – e o desempenho a partir de sondagem de leitura e escrita.

Segundo a coordenadora do estudo, a professora Edna Maria Marturano, da Faculdade de Medicina, os resultados destacam uma clara associação entre a qualidade dos comportamentos interativos, avaliados pelo professor no fim do ano, e o desempenho em tarefas que envolvem noções básicas de leitura e escrita.

"Mas as associações encontradas não traduzem em si uma relação de causa e efeito. Interpretamos os resultados com base em autores que acompanharam as crianças desde o início até o fim do ano e observaram que a qualidade dos relacionamentos da criança no primeiro momento influenciava o desempenho posterior", disse Edna à Agência FAPESP.

A pesquisa, que foi publicada na revista Psicologia em Estudo, foi desenvolvida em escolas públicas municipais do interior de São Paulo. Participaram 133 alunos, sendo 68 meninos e 65 meninas, de 5 a 7 anos de idade, e seus professores (sete mulheres e um homem). O trabalho é resultado da dissertação de mestrado da psicóloga Elaine Cristina Gardinal, sob orientação de Edna.

Os professores consideraram os meninos menos respeitosos, tolerantes e controladores no relacionamento com os colegas, mas mais agressivos. Nas atividades escolares, eles são vistos como menos ordeiros e aplicados, mas mais inquietos, salientes, desatentos, retraídos, confusos e descuidados.

Segundo Edna, o fato de a maioria dos professores ser do sexo feminino é uma variável que pode influenciar no resultado. "A pesquisa discute essa possibilidade. Professoras de crianças pequenas tendem a ignorar com mais freqüência os comportamentos inadequados das meninas, prestando mais atenção aos dos meninos. Elas respondem mais, e com mais atenção negativa, aos comportamentos dos meninos".

"No entanto, não temos conhecimento de estudos comparativos mostrando que os professores homens agem ou agiriam de modo diferente. Eu mesma tive oportunidade de observar um professor de educação infantil que ignorava o choro das meninas e repreendia os meninos quando choravam, dizendo que 'homem não chora'", disse.

As autoras aplicaram três instrumentos para avaliar o comportamento, a capacidade intelectual e noções de leitura e escrita, respectivamente: Questionário para Caracterização do Desempenho e do Comportamento da Criança no Ambiente Escolar, Matrizes Progressivas de Raven e o método de Sondagem de Leitura e Escrita Inicial.

Elaine e Edna detectaram que meninos e meninas com melhores resultados em escrita e, principalmente, em leitura, foram avaliados como menos dependentes nos relacionamentos com o professor e com os colegas de classe. A dependência é apontada como prejudicial ao desempenho escolar das crianças na educação infantil.

"Dentre as possíveis interpretações podemos conjecturar, por exemplo, que uma criança mais dependente, pelo fato de tomar menos iniciativas, terá menos oportunidades de fazer descobertas, de enfrentar desafios, de buscar soluções por si mesma e de, portanto, aprender", afirmou Edna.


Importância dos relacionamentos

Em relação ao relacionamento com os colegas, meninos mais agressivos, provocativos, desrespeitosos, intolerantes e explosivos tiveram desempenho mais fraco na sondagem de escrita e leitura.

As pesquisadoras ressaltam que o estudo tem algumas limitações, como ter sido baseado no julgamento de professores e no fato de ser um correlacional, não havendo, portanto, uma relação direta entre causa e efeito.

Segundo Edna Marturano, os resultados, ainda que estejam alinhados com a literatura internacional, estão longe de ser definitivos e precisam ser qualificados por meio de replicações sistemáticas que explorem fatores associados, como variáveis do contexto e de práticas pedagógicas.

"Consideramos como contribuição da pesquisa o fato de ela propiciar uma reflexão sobre a importância dos relacionamentos na educação infantil. Incluímos apenas alunos que estavam na escola há menos de um ano e que, portanto, tiveram de se adaptar a um ambiente estranho, com colegas e adultos desconhecidos", disse.

"Sabe-se que problemas relacionais detectados nessa fase tendem a se perpetuar nos anos do ensino fundamental. Cabe, assim, ao professor da educação infantil a importante tarefa de ajudar a criança nessa adaptação e ele precisa ser capacitado para a tarefa, por meio de formação teórico-prática específica", destacou.

Para ler o artigo Meninos e meninas na educação infantil: associação entre comportamento e desempenho, de Elaine Cristina Gardinal e Edna Maria Marturano, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), clique aqui.










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segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Escola antes dos 3 anos é um erro



Escola antes dos 3 anos é um erro
Francine Lima - Revista Época nº 495 de 12/11/2007
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG80005-9556-495,00.html


Nos primeiros anos de vida, as crianças só precisam do amor dos pais, afirma o best-seller Steve Biddulph.


Um dos autores mais bem-sucedidos da psicologia infantil, o britânico Steve Biddulph, de 51 anos, não se envergonha de jogar um balde de água fria nas conquistas femininas dos últimos 40 anos. Em vez de sair para trabalhar, ele diz que as mães - e os pais também - deveriam ficar em casa com seus filhos até eles completarem 3 anos. O motivo é a inadequação das creches modernas às necessidades das crianças dessa idade, que, segundo Biddulph, precisam muito mais de amor e carinho do que de brincadeiras com gente estranha.




Entrevista com Steve Biddulph

Nasceu em 1956, em Yorkshire, na Grã- Bretanha.
Mora em Evandale, na Austrália.


O Que Publicou

Entre as obras que publicou, traduzidas em 27 idiomas, estão o best-seller Criando Meninos, O Segredo das Crianças Felizes, Momentos Mágicos com Seus Filhos, Filhos: Nossa Imortalidade e, o mais recente, Criando Bebês Felizes, em que condena creches para bebês.




ÉPOCA - Estudos dizem que as crianças devem ir para a escola quanto antes. Por que o senhor discorda?

Steve Biddulph - Bebês não foram feitos para ir à escola nem para ser cuidados em grupo. Eles crescem e aprendem melhor quando têm um ou dois adultos cheios de amor exclusivo. Minha pesquisa é clara nesse sentido: até os 3 anos de idade da criança, é a família que tem condições de interagir com ela para um bom desenvolvimento cerebral. Ou seja, com intensidade e sintonia. É assim que o bebê aprende a se aproximar e a criar empatia - e adquire o que chamamos mais tarde de "inteligência emocional". A melhor hora de colocar a criança na escola é a partir dos 3 ou 3 anos e meio. O certo é começar com três manhãs por semana de jardim-de-infância, com atividades educativas. Isso é bem diferente de deixar a criança todos os dias numa creche de período integral.



ÉPOCA - Qual a importância da adaptação escolar no aprendizado da criança?

Biddulph - Estudos sobre estresse e níveis de cortisol no sangue mostraram que bebês na fase de aprender a andar sofrem o dobro de estresse quando são separados da mãe e inseridos numa creche. Foi constatado que por meses o nível de cortisol se mantém alto. Sabemos que cortisol elevado faz mal, porque atrasa o desenvolvimento do cérebro, atrapalha o sistema imune e até reduz o crescimento. Os estudos constataram que as crianças que aparentavam bem-estar, na verdade, permaneciam estressadas - elas aprenderam a esconder a emoção e a lidar com ela. É importante lembrar que, nessa fase, a idade e o preparo são cruciais. O que pode ser valioso e excitante para uma criança de 5 anos pode ser devastador e traumático para outra de 1 ano e meio. Desenvolvimento infantil é isso: a coisa certa na hora certa.



ÉPOCA Pesquisas demonstram que as crianças se desenvolvem melhor quando são estimuladas a ganhar independência. Como oferecer a elas essa oportunidade sem prejudicá-las?

Biddulph - Dos 3 anos em diante, elas começam a brincar socialmente. Antes disso, elas na verdade vêem outras crianças mais como fontes de concorrência e ameaça que como companhia. Quem brinca com as crianças pequenas são as mais velhas ou os adultos. Você não vê bebês tomando conta uns dos outros. Eles apenas brigam. Forçar essa interação social pode atrapalhar o aprendizado, de acordo com estudos internacionais que acompanharam milhares de crianças. Eles descobriram um fator de risco triplo: as muito novas que vão à creche com freqüência e passam muitas horas ali se tornam agressivas, ansiosas e desobedientes. E perdem o vínculo com a mãe. É importante ver isso em perspectiva. O número de crianças "desajustadas" cresce de 6% (em lares de bebês criados em casa) para 17%, nesses casos. Os pesquisadores acreditam que provavelmente toda criança criada em creche é de alguma forma prejudicada. Mas não criemos pânico. Pôr seu filho numa creche não é crime, mas é uma opção menos valorosa.



ÉPOCA - O que há de errado com as creches?

Biddulph - Para algumas crianças, pode ser uma experiência triste e danosa. O que se aprende nos primeiros anos de vida é a socialização: como confiar, se sentir seguro e ser alegre. Esse aprendizado é precioso demais para colocá-lo em risco no ambiente caótico de uma creche, barulhenta, com crianças demais. As creches estão distantes da imagem idealizada que elas vendem. A equipe muitas vezes é desqualificada, e os profissionais mais atenciosos costumam estar ocupados e estressados. Ali, as crianças são tratadas como grupo e não podem ser amadas ou cuidadas individualmente. As interações amorosas que elas têm com a mãe e o pai centenas de vezes por dia acontecem menos de 20% do tempo na creche. Estudos com gravações em vídeo mostram que bebês nessa situação acabam desistindo de pedir atenção e tornam-se depressivos. Ficam quietos e aí são considerados bons bebês.



Nas creches, as crianças não podem ser amadas individualmente.
Os bebês desistem de pedir atenção, ficam quietos e aí são considerados bons bebês.



ÉPOCA - Como pais que trabalham o dia inteiro podem dar atenção suficiente aos filhos pequenos?

Biddulph - O direito à maternidade e à paternidade é uma questão de justiça social. Em algumas sociedades, como nas Filipinas e na África do Sul, os pais são forçados a viver longe dos filhos por razões econômicas. É muito triste. Essa é a tragédia da industrialização. Em todo o planeta, famílias têm sido devastadas por modelos assim. Na vida em comunidade e nas aldeias indígenas, as famílias ficam unidas durante o dia. Os avós são tão bons quanto os pais, e parentes fazem um trabalho melhor que qualquer creche na maior parte dos casos. É por isso que estou fazendo campanha. Até as pessoas mais ricas têm seu papel nessa mudança, pois dão o exemplo. Nos países ricos, são os ricos que põem suas crianças em creches e têm menos tempo para cuidar delas. As pessoas pobres detestam ficar separadas de seus filhos e tendem a preferir que um membro da família tome conta das crianças enquanto trabalham.



ÉPOCA - O senhor está sugerindo que mães que colocam seus filhos em escolas os amam menos?

Biddulph - A oferta de babás baratas para mães ricas nos países em desenvolvimento é uma tentação. Enquanto a mãe cuida da casa, a babá cuida do bebê. Como o bebê interpreta isso? Como se ele fosse tão importante quanto a faxina? Ser mãe ou pai não é coisa fácil: é algo para aprender. Se deixar a criança em uma creche for inevitável, os seguintes fatores devem ser levados em conta: quanto menos crianças por cuidador, melhor; equipe perene (para uma relação estável) e cuidadores bem pagos (para que eles se sintam bem ali). Minha pesquisa mostrou o efeito das horas em uma creche sobre as crianças. Até 1 ano de idade, não se recomenda creche por nem um minuto. Até os 2 anos, dois dias curtos (meio período) por semana. Até os 3 anos, três dias curtos por semana são aceitáveis.



ÉPOCA - Em seu livro, o senhor afirma que "tudo de que os bebês precisam é amor". Como eles experimentam esse amor?

Biddulph - Amor tem a ver com tempo. Quando você vê um pai amável com seu filho de colo, o tempo escoa, parece lhe restar todo o tempo do mundo. A pressa é inimiga do amor, porque o corrói e destrói. Temos de combater isso para proteger pais e filhos do estresse. Quando somos amados, nossas emoções são apaziguadas. Há muita risada, música e cantoria. Aprendemos a nos recuperar do estresse rapidamente. É difícil tornar-se amável sem ter passado por essa experiência. E a melhor fase para sentir isso é na primeira infância, nos braços dos pais. É quando se desenvolve a parte do cérebro que ama: o córtex frontal, que reconhece um sorriso, aprecia um afago, vê o mundo como seguro e interessante.






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quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Infraestrutura mesmo é educação



Infraestrutura mesmo é educação
Alexandre Mansur e Renata Leal - Revista Época nº 489 de 01/10/2007
Futurologista diz que o Brasil precisa investir em escolas para estimular o crescimento econômico.


O americano Alvin Toffler é o que há de mais próximo a um profeta moderno. Seus livros O Choque do Futuro e A Terceira Onda, de 1970 e 1980, previram as principais tendências da virada do século. Há 36 anos, ele vislumbrou a economia globalizada, a emergência de novas potências como a China, a vida nômade e urbana, a revolução tecnológica e a valorização da ciência e do conhecimento. Com seu novo livro, Riqueza Revolucionária, Toffler dá mais pistas sobre o que vem por aí. E aconselha países que, como o Brasil, investem em infra-estrutura para se desenvolver: "Invistam em educação".



Revista Época – O governo brasileiro está montando um grande investimento em infra-estrutura para o crescimento econômico. Qual deve ser a prioridade para impulsionar o progresso nos próximos anos?

Alvin Toffler – A terminologia para infra-estrutura inclui usinas elétricas, linhas de transmissão ou grandes obras de sistema viário. Mas ninguém inclui educação. E ela é a parte mais importante da infra-estrutura. Se você construir todas essas estruturas físicas, pode mudar o país. Mas continuará ensinando o passado às crianças. Claramente precisamos valorizar mais a geração de conhecimento. A sociedade cada vez mais vai depender disso. As transformações econômicas do mundo passam a valorizar fatores de crescimento que até então eram tidos como secundários. Nosso sucesso econômico é cada vez mais dependente da geração de idéias – e da forma como esses conhecimentos são transmitidos de uma pessoa para outra. É por isso também que precisamos mudar a forma de educar.



RE – De que tipo de educação precisamos?

Toffler – Precisamos fazer a transição da educação em massa para um modelo mais individual, que ofereça uma diversidade de formas de ensino. Nos Estados Unidos, as escolas foram criadas para fazer o que o mundo dos negócios precisava naquele momento. Era o que eles chamavam de disciplina industrial. Eles queriam que as crianças fossem treinadas para fazer tudo no tempo certo, para se adaptar ao trabalho rotineiro. Mas o futuro terá cada vez menos ocupações repetitivas. Recentemente recebi um e-mail de um jovem asiático muito articulado que dizia: "A escola está me preparando para um futuro que não ocorrerá. Parei de aprender lá. Acho melhor eu mesmo me educar. Quero largar a escola. O que o senhor sugere?". Esse garoto é realmente inteligente.



RE – O que o senhor disse a ele?

Toffler – Ainda não decidi. Estou pensando. Há um anúncio no jornal New York Times voltado para os pais. O texto diz: "Você tem alguma idéia do que seus filhos estão falando ao telefone? Ou o que eles estão vendo na internet?". A maior parte deles não sabe e também não tem idéia das perguntas a fazer para os filhos. As crianças hoje estão criando sua própria língua. Os adultos e as atitudes do governo para os jovens e para o futuro ainda continuam defasados. Isso não é apenas um problema para o Brasil. É para o mundo todo.



RE – Os países asiáticos oferecem um bom exemplo?

Toffler – Em alguns países da Ásia, como no Japão, as crianças vão para a escola pela manhã, têm uma pausa em casa no meio do dia e depois vão para colégios particulares à tarde. Minha mulher e eu visitamos uma escola dessas. Chegamos lá por volta das 22 horas e elas ainda estavam estudando cálculo. Tinham 10 anos. Isso é insano, porque elas não estão vivendo como crianças. O problema é que nós não temos um modelo-padrão que será apropriado para todos os países, para todas as partes da sociedade e para todas as pessoas.



RE – Ao apresentar o futuro, o senhor praticamente não cita as mudanças climáticas em seu livro. Por quê?

Toffler – Primeiro, preferi abordar temas menos batidos. Nos anos 1970 já falávamos de aquecimento global. Eu decidi falar sobre o que está recebendo menos atenção. Por outro lado, acredito que a defesa do meio ambiente está se tornando algo próximo de uma religião. As pessoas reagem com muita violência a alguns pesquisadores que questionam o senso comum de alarme diante do aquecimento global. É só ver como reagem a críticas como as de Bjorn Lomborg, um cientista brilhante da Dinamarca que questiona se as ondas de calor na Europa não seriam mais benéficas que maléficas.



RE – Como o senhor se mantém antenado com o futuro aos 79 anos?

Toffler – Acho que começou quando eu era bem jovem. Trabalhava como jornalista, pensando em virar um engenheiro ou cientista. Nos anos 60, eu tive contato com os primeiros computadores criados pela IBM. Fiz uma excursão aos laboratórios no Vale do Silício. Ali, tive o contato com os primeiros computadores e alguns especialistas em inteligência artificial. Naquele momento ficou claro que não sabíamos tudo e que uma grande revolução estava acontecendo. E não era só uma questão tecnológica. As mulheres lutavam por seus direitos e havia organizações civis começando a ganhar força. Hoje, continuo empolgado com as mudanças.



RE – O senhor dedicou boa parte de seu livro à China como uma potência emergente. É uma ditadura com repressão interna, pouca liberdade política e até censura na internet. Devemos temê-la, admirá-la ou invejá-la?

Toffler – A China vai viver vários tipos de dificuldade. Uma delas é lidar com a diversidade étnica interna. É possível que as tensões cresçam à medida que existem melhores condições econômicas para a população. Mas a corrida econômica chinesa que vimos nos últimos anos está próxima do fim. O governo chinês até então vinha tentando aumentar o PIB (Produto Interno Bruto) do país a qualquer custo. Agora o governo está repensando isso. Há sinais de que eles vão começar a dar mais atenção à qualidade de vida da população, o que inclui melhor educação e saúde. Também inclui o combate à corrupção. O próprio governo diz que deseja um país harmônico. O que está implícito é que hoje a China ainda tem conflitos internos. Segundo a polícia chinesa, existem 75 mil protestos violentos por ano no país. Não é uma situação sólida. Mas as autoridades estão atentas a isso.



RE – O senhor acredita em uma abertura política chinesa, como a glasnost soviética?

Toffler – Não deveríamos assumir falsas semelhanças. A propaganda sobre democracia pregada pelos Estados Unidos para o resto do mundo é muito simplista. Democracia não é apenas fazer eleições no Iraque. Você pode eleger um novo Hitler. Não há democracia se as mulheres não têm os mesmos direitos ou o mesmo acesso ao trabalho e à educação.


Alvin Toffler


Quem ele é
: É escritor e futurista. Tem 79 anos.

O que ele fez
: Para a consultoria Accenture, é a terceira voz mais influente do mundo, depois de Bill Gates e Peter Drucker. O Financial Times afirmou que ele é o futurista mais famoso do mundo. O jornal chinês People's Daily o colocou entre os 50 estrangeiros que formaram a China moderna.

O que publicou
: O Choque do Futuro, A Terceira Onda e Criando uma Nova Civilização, entre outros.










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