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domingo, 5 de agosto de 2012

Não é a pornografia que é obscena, é a...


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Sociedade Racionalista

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Alimentos Como Negócio - "A fome é um insulto, ela avilta, desumaniza e destrói o corpo e o espírito; é a forma mais assassina que existe".

Leonardo Boff


"A fome é um insulto, ela avilta, desumaniza e destrói o corpo e o espírito; é a forma mais assassina que existe".



O mundo está se alarmando com a alta do preço dos alimentos e com as previsões do aumento da fome no mundo. A fome representa um problema ético, denunciado por Gandhi: "a fome é um insulto, ela avilta, desumaniza e destrói o corpo e o espírito; é a forma mais assassina que existe". Mas ela é também resultado de uma política econômica. O alimento se transformou em ocasião de lucro e o processo agroalimentar num negócio rentoso. Mudou-se a visão básica que predominava até o advento da industrialização moderna, visão de que a Terra era vista como a Grande Mãe. Entre a Terra e o ser humano vigoravam relações de respeito e de mútua colaboração. O processo de produção industrialista considera a Terra apenas como baú de recursos a serem explorados até à exaustão.


A agricultura mais que uma arte e uma técnica de produção de meios de vida se transformou numa empresa para lucrar. Mediante a mecanização e a alta tecnologia pode-se produzir muito com menos terras. A "revolução verde" introduzida a partir dos anos 70 do século XX e difundida em todo mundo, quimicalizou quase toda a produção. Os efeitos são perceptíveis agora: empobrecimento dos solos, devastadora erosão, desflorestamento e perda de milhares de variedades naturais de sementes que são reservas face a crises futuras.

A criação de animais modificou-se profundamente devido aos estimulantes de crescimento, práticas intensivas, vacinas, antibióticos, inseminação artificial e clonagem.

Os agricultores clássicos foram substituídos pelos empresários do campo. Todo este quadro foi agravado pela acelerada urbanização do mundo e o conseqüente esvaziamento dos campos. A cidade coloca uma demanda por alimentos que ela não produz e que depende do campo.

Vigora uma verdadeira guerra comercial por alimentos. Os países ricos subsidiam safras inteiras ou a produção de carnes para colocá-las a melhor preço no mercado mundial, prejudicando os países pobres, cuja principal riqueza consiste na produção e exportação de produtos agrícolas e carnes. Muitas vezes, para se viabilizarem economicamente, se obrigam a exportar grãos e cereais que vão alimentar o gado dos países industrializados quando poderiam, no mercado interno, servir de alimento para suas populações.

No afã de garantir lucros, há uma tendência mundial, no quadro do modo de produção capitalista, de privatizar tudo especialmente as sementes. Menos de uma dezena de empresas transnacionais controla o mercado de sementes em todo o mundo. Introduziram as sementes transgênicas que não se reproduzem nas safras e que precisam ser, cada vez, compradas com altos lucros para as empresas. A compra das sementes constitui parte de um pacote maior que inclui a tecnologia, os pesticidas, o maquinário e o financiamento bancário, atrelando os produtores aos interesses agroalimentares das empresas transnacionais.

No fundo, o que interessa mesmo é garantir ganhos para os negócios e menos alimentar pessoas. Se não houver uma inversão na ordem das coisas, isto é: uma economia submetida à política, uma política orientada pela ética e uma ética inspirada por uma sensibilidade humanitária mínima, não haverá solução para a fome e a subnutrição mundial. Continuaremos na barbárie que estigmatiza o atual processo de globalização. Gritos caninos de milhões de famintos sobem continuamente aos céus sem que respostas eficazes lhes venham de algum lugar e façam calar este clamor. É a hora da compaixão humanitária traduzida em políticas globais de combate sistemático à fome.




domingo, 19 de outubro de 2008

Em Busca de Sabedoria Ecológica



Leonardo Boff


O paradigma civilizatório globalizado assentado sobre a guerra contra Gaia e contra a natureza está levando todo o sistema da vida a um grande impasse. Há sinais inequívocos de que a Terra não agüenta mais esta sistemática exploração de seus recursos e a ofensa continuada da dignidade de seus filhos e filhas, os seres humanos, excluídos e condenados, aos milhões, a morrer de fome. Mas precisamos estar conscientes de que esta guerra não será ganha por nós, mas por Gaia. Como observava Eric Hobsbawm na última página de seu conhecido livro A era dos extremos (1994): "O futuro não pode ser a continuação do passado; nosso mundo corre o risco de explosão e implosão; tem de mudar; a alternativa para uma mudança da sociedade é a escuridão".

Como evitar esta escuridão que pode significar a derrocada de nosso tipo de civilização e eventualmente o Armagedon da espécie humana? É imperioso revisitarmos outras civilizações que nos podem inspirar sabedoria ecológica. Há muitas. Escolho a civilização maya, pelo simples fato de que tive a oportunidade no mês de março deste ano de freqüentar durante 20 dias as regiões da América Central habitadas ainda hoje pelos sobreviventes daquele extraordinário ensaio civilizatório e dialogado longamente com seus sábios, sacerdotes e xamãs. Daquela riqueza imensa quero ressaltar apenas dois pontos centrais que são grandes ausências em nosso modo de habitar o mundo: a cosmovisão harmônica com todos os seres e sua fascinante antropologia centrada no coração.

A sabedoria maya vem da mais alta ancestralidade e é conservada pelos avós e pelos pais. Como não passaram pela circuncisão da cultura moderna, guardam com fidelidade as antigas tradições e os ensinamentos, consignados também em escritos como no Popol-Vuh e nos Livros de Chilam Balam. A intuição básica de sua cosmovisão se aproxima muito à da moderna cosmologia e física quântica. O universo é construído e mantido por energias cósmicas pelo Criador e Formador de tudo. O que existe na natureza nasceu do encontro de amor entre o Coração do Céu com o Coração da Terra. A mãe Terra é um ser vivo que vibra, sente, intui, trabalha, engendra e alimenta a todos os seus filhos e filhas. A dualidade de base entre formação-desintegração (nós diríamos entre caos e cosmos) confere dinamismo a todo o processo universal. O bem estar humano consiste em estar permanentemente sincronizado com esse processo e cultivar um profundo respeito diante de cada ser. Então ele se sente parte consubstancial da Mãe Terra e desfruta de toda sua beleza e proteção. A própria morte não é inimiga: é um envolver-se mais radicalmente com o Universo.

Os seres humanos são vistos como "os filhos e filhas esclarecidos, os averiguadores e buscadores da existência". Para chegar a sua plenitude o ser humano passa por três etapas, verdadeiro processo de individuação. Ele poderá ser "gente de barro": pode falar mas não tem consistência face às águas pois se dissolve. Desenvolve-se mais e pode ser "gente de madeira"; tem entendimento, mas não alma que sente porque é rígido e inflexível. Por fim alcança a fase de "gente de milho": este "conhece o que está perto e o que está longe". Mas sua característica é ter coração. Por isso "sente perfeitamente, percebe o Universo, a Fonte da vida" e pulsa ao ritmo do Coração do Céu e do Coração da Terra.

A essência do humano está no coração, naquilo que viemos dizendo há anos, na razão cordial e na inteligência sensível. É dando centralidade a elas que se mostram pelo cuidado e pelo respeito que podemos nos salvar.






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sábado, 14 de junho de 2008

Um Mundo Que Se Racha



Um Mundo Que Se Racha
Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa - Revista Carta Capital nº 500 de 18/06/2008
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=8&i=1162



Há um vídeo na internet que brinca com a quantidade de coisas que parecem imemoriais para muitos jovens, mas são menos velhas, às vezes bem menos, que o candidato republicano nos EUA, John McCain. Incluem, entre outras, Branca de Neve e os Sete Anões, super-heróis, a Disneylândia, refrigerante em lata, franquias de fast-food, a ponte Golden Gate, a Força Aérea dos EUA, a ONU, Casablanca, o Pentágono, o radar e a boneca Barbie.

A lista de coisas hoje rotineiras que são mais recentes que a CartaCapital é obviamente muito menor, mas já dá para a garotada imaginar que era outro mundo. Não havia DVD, Pokémon, Euro, Google, Viagra, Titanic, Yahoo!, bolivarianismo, Internet Explorer, Harry Potter, lanchonetes de wraps, bebidas energéticas, carros biocombustíveis, fundamentalismo islâmico, Protocolo de Kyoto, câmeras digitais ou desenho animado por computação gráfica. A ascensão e queda da Enron, das pontocom e da "nova economia" ainda estavam por vir. Os EUA não tinham rivais ou inimigos que valessem a pena mencionar, o dólar era a moeda forte, o petróleo era barato e o crescimento da Ásia fora dos quatro Tigres tradicionais – incluindo Hong Kong, que ainda era colônia britânica – ainda era novidade.

A matéria internacional da primeira CartaCapital, de agosto de 1994, "O capital é vermelho", iniciava pelo Vietnã uma série de reportagens de Pepe Escobar sobre os Tigres Asiáticos: "Para um povo que forjou guerrilheiros capazes de passar semanas em túneis à base de rações minimalistas e despachou a mais poderosa armada da história depois de tomar na cabeça 1,2 milhão de toneladas de bombas, desmantelar alegremente o comunismo é barbada".

Seis meses depois passava pela China, torcendo o nariz para "a hidra de infortúnios que inferniza os homens de negócio ocidentais" e um tanto cético quanto às suas perspectivas: "O objetivo oficial superotimista é chegar ao ano 2000 com uma renda per capita de 800 dólares, alcançada pela Nicarágua em 1985". Chegou na virada do milênio a 840 dólares e hoje passa de 2.400, enquanto o país centro-americano ainda não chegou aos 1.000.

"Não há sequer uma mísera estrada ligando a capital, Pequim, à principal cidade industrial, Xangai". Hoje, a China tem a segunda rede de vias expressas do mundo, depois dos EUA. "As locomotivas ainda são a vapor". Hoje, a velocidade máxima dos expressos chineses subiu de 120 para 250 quilômetros por hora – sem contar o pioneiro maglev que liga o centro de Xangai ao aeroporto, no qual os trens literalmente voam a até 430 quilômetros horários. Na busca de modelos, olhava-se para trás e para os lados mais que para a frente, mas ao menos se notava o fenômeno econômico mais importante da economia e da geopolítica global, o despertar da Ásia. Não era feito tão insignificante. Os debates sobre a eleição presidencial e o futuro do Plano Real monopolizavam as atenções. Em 1994, todos falavam da tal da globalização, mas a maioria das redações enxugava a cobertura internacional: só as brigas de Charles e Diana tinham chance de chegar à capa ou à primeira página.

O consenso era de Washington. Todo o continente era neoliberal, não havia esquerda no poder fora de Cuba, América Latina e Mercosul ainda eram abstrações. Mesmo na CartaCapital, o colapso do México passou em branco, apesar de repercutir em todo o continente. O Brasil da mídia continuava de costas para os vizinhos. Houve uma reportagem isolada sobre a Argentina de Menem em 1995, mas os vizinhos só receberam atenção mais sistemática quando a revista se tornou quinzenal, no ano seguinte, a começar por uma reportagem de Gianni Carta na Colômbia.

Essa matéria, em particular, quase poderia ser tomada por atual por um leitor distraído quanto a nomes e datas. Guerrilha, narcotráfico e corrupção no governo colombiano continuam entre nossos assuntos de todos os dias. Mas em quase tudo o mais a realidade mudou, principalmente na geopolítica.

Em 1994, os EUA e o dólar não enfrentavam desafios dignos de nota. Sua hegemonia era indiscutível. A Rússia se desintegrava, com as forças armadas desmanteladas. A União Européia era uma recém-nascida de viabilidade duvidosa. A China era mais um dos muitos países periféricos onde as transnacionais estadunidenses exploravam mão-de-obra barata e sua conversão ao neoliberalismo sem restrições parecia questão de tempo.

A Opep estava desarticulada e o Irã se dispunha à liberalização econômica e a chegar a um acordo sobre a questão nuclear. Os bombardeios da Otan enquadravam a ex-Iugoslávia na nova ordem e, com os acordos de Oslo, a paz entre Israel e palestinos pareceu mais próxima do que jamais fora – talvez mais do que jamais voltará a ser. Alguns países obscuros da África e Ásia Central, como o Afeganistão, seguiam cada vez mais caóticos, mas e daí? Na opinião de especialistas em política internacional como Thomas Friedman, o mundo podia erguer uma "barreira corta-fogo" em torno deles e esquecer que existiam. Isso não podia durar para sempre, mas talvez tivesse durado mais se os EUA tivessem sido mais hábeis, levassem menos a sério o próprio triunfalismo e aplicassem mais atenção e inteligência (nos dois sentidos da palavra) às inevitáveis reações a seus excessos. O Projeto para um Novo Século Americano – tentativa demasiado explícita de prevenir um Século Asiático – e sua desastrada aplicação após os atentados de 11 de setembro de 2001 anteciparam o fim da hegemonia moral de Washington sobre o mundo e até mesmo sobre a América Latina, coisa quase impensável em 1994.

No Iraque, os EUA começaram por descobrir que nem todos os governos do Ocidente estavam dispostos a dar crédito a quaisquer histórias que seu governo quisesse inventar, nem a apoiá-lo em quaisquer arbitrariedades sem ganhar nada em troca. Com o passar do tempo, verificaram, também, que seu imenso poder militar não bastava para impor seus valores, sua ordem e sua agenda ao povo de um país periférico de médio porte ou sequer para garantir o objetivo primário da invasão, ou seja, o controle do petróleo iraquiano
.

No balanço geral, os EUA ainda são a maior potência econômica e militar, mas o termo "hiperpotência" já começa a soar datado. Governos de países como Nicarágua, Bolívia, Equador, Venezuela, Irã e Coréia do Norte desafiam abertamente suas imposições, a América do Sul recobra autonomia e o mundo volta gradualmente a ser multilateral em muitos aspectos.

A Rússia reconstrói seu poderio militar, o dólar despenca ante o euro e mesmo ante moedas de países periféricos – e sem conseguir restabelecer o equilíbrio da balança comercial estadunidense –, o PIB da China continua a caminho de superar o dos EUA em futuro previsível e não muito distante. Por outro lado, os desafiantes continuam capengas.

A União Européia foi muito bem-sucedida em dar credibilidade ao euro
– em relação ao qual muitos, dentro e fora da Europa, eram céticos –, mas em pouca coisa mais. Não tem estratégia política ou militar, sua diplomacia é frágil e míope e não consegue apoio popular para se consolidar como federação ou mesmo para aprovar uma constituição. Seus cidadãos mostram cada vez mais medo do futuro e dos estrangeiros. Em relação ao que se podia esperar dela em 1994, a União Européia tem sido, em grande parte, uma decepção.

A recuperação da Rússia não deixa de ser surpreendente, considerando o estado em que se encontrava há 14 anos, a caminho do completo desaparecimento como nação. Mas ainda está muito longe de voltar a ser uma potência de primeira classe. A relativa prosperidade econômica se baseia em exportação de matérias-primas revalorizadas.

A indústria continua incapaz de se modernizar e atualizar, muito menos de criar tecnologia – fora, talvez, do setor bélico, se é que não está raspando o tacho dos projetos da era soviética. A nova coesão não é dada pela reconstrução de instituições sólidas e de um consenso em torno de interesses nacionais, mas por um centralismo autoritário a meio caminho entre o dos czares e o de uma república de bananas, imposto a empresários piratas incapazes de ver mais que seu interesse privado a curto prazo.

A China, considerados todos os aspectos, é o desafio mais consistente, em uma escala que ninguém, com a possível exceção dos próprios chineses, teria imaginado em 1994. Com uma direção autoritária, mas que até agora se mostrou hábil e coesa, começa a se projetar como potência global. Consolida investimentos e alianças em países periféricos tidos, há 14 anos, como reserva de caça dos EUA. Compra fatias substanciais dos abalados bancos de investimento do Ocidente. Já é o segundo país do mundo (depois dos EUA) em publicação de artigos científicos e gastos com pesquisa e desenvolvimento, superando Japão, Reino Unido e Alemanha.

Na surdina, vai construindo um poderio militar mais do que respeitável, sem cometer os exageros que quebraram a União Soviética nos anos 80 e hoje fazem das contas públicas dos EUA um abismo sem fundo. Gasta menos, proporcionalmente ao PIB, que a França, o Reino Unido ou a Suécia, mas mantém o maior contingente ativo do mundo e recursos de ponta. Sua política de "dissuasão mínima" – manter o poderio militar no mínimo que baste para dissuadir qualquer rival, inclusive EUA e Rússia, de atacá-la – tem sido mantida com sucesso, mas, caso deseje, logo terá meios para adotar uma postura mais agressiva sem sacrificar a base civil da economia.

A China foi o primeiro país a demonstrar capacidade de abater um satélite em órbita. Sua capacidade em guerra cibernética também preocupa seriamente o Pentágono, que, em setembro de 2007, revelou que os hackers militares chineses invadiam repetidamente seus computadores e os de seus aliados europeus, chegaram a paralisar a rede do Colégio Naval e tinham planos para desabilitar a frota estadunidense de porta-aviões em caso de guerra
.

O limite de Pequim está, ao que parece, em poder manter o povo razoavelmente satisfeito, apesar do caráter autoritário do regime e, talvez mais importante, das injustiças e enormes disparidades entre regiões, classes e etnias que o desenvolvimento capitalista tem criado.

Como no Brasil da ditadura militar, essa capacidade tem dependido, até agora, de sustentar o crescimento em ritmo acelerado. A China, como os tubarões, corre o risco de morrer sufocada se parar de nadar. Uma desaceleração prolongada, para não falar de recessão, poderia ter implodido o sistema chinês, como pareceu possível durante os protestos de Tiananmen, em meados de 1989, ano de crescimento "baixo" (4,1%) e inflação alta (25%, depois de 18,5% em 1988). Aparentemente por receio desse risco, os governos chineses, até Jiang Zemin, ignoraram tudo que parecesse empecilho ao máximo de crescimento a curto prazo, inclusive o ambiente, apontando para o risco de um colapso ambiental vir a ser muito pior – não só para a China, como para todo o mundo – do que a temida desaceleração econômica.

Com o agravamento do problema, incluindo a desertificação do norte, o dessecamento do rio Amarelo, escassez e contaminação da água potável e a morte ambiental do outrora turístico lago Taihu, o governo de Hu Jintao parece, desde 2003, tomar certa consciência do problema e representar certa inflexão nesse aspecto. Além de se esforçar por aplicar mais estritamente os regulamentos ambientais, quis criar um pioneiro "PIB verde", debitando do crescimento econômico o valor da degradação ambiental. Engavetou o índice em 2007, depois que os cálculos indicaram que esse critério reduziria o espetacular crescimento de 10% ao ano para praticamente zero.

O governo atual também tem dado mais atenção à questão social: restaurou a educação gratuita, trocou impostos rurais por subsídios, criou um seguro-saúde para o campo e novas leis trabalhistas para a cidade. Desde janeiro deste ano, voltou a exigir contratos de trabalho assinados, salário mínimo, benefícios trabalhistas e indenização por demissão sem justa causa e está preparando uma nova lei sindical. Prepara-se a transição da dependência das exportações para o consumo interno e do uso extensivo de recursos naturais e mão-de-obra barata para o desenvolvimento intensivo, focado em ciência, tecnologia, aumento de produtividade e qualificação da mão-de-obra
, e também podem tornar a sociedade mais tolerante para com uma eventual redução do ritmo do crescimento.

Eventual, não. Inevitável, sejamos sinceros. Em 1994, o aquecimento global era uma possibilidade pouco discutida fora dos meios especializados. Em 2008, é uma certeza amplamente atestada, somada ao arrepiante pressentimento de que pode ser tarde demais para contê-lo.

A escassez de petróleo e matérias-primas – e suas conseqüências inflacionárias em todo o mundo – parece neste momento o problema mais urgente da economia global, mas se fosse miraculosamente resolvido, a deterioração do ecossistema mundial seria ainda mais rápida. Se com o petróleo a 130 dólares o mundo já sufoca em gás carbônico, o que seria com os 5 dólares que The Economist previa nos anos 90?
A humanidade precisa ter o máximo cuidado com o que deseja neste momento.

O esgotamento dos materiais não renováveis e aos limites físicos das terras disponíveis para a produção dos renováveis está fazendo do mercado global de matérias-primas um leilão entre os desenvolvidos e os chamados emergentes no qual os lances não param de subir, com o risco de fazer os menos emergentes e nada emergentes, submergirem em uma miséria cada vez mais profunda, alimentando – e não só no mundo muçulmano – revoltas, ressentimentos e fundamentalismos tão terríveis que farão os atentados da Al-Qaeda parecerem travessuras de criança pequena
.

Dada a improbabilidade de os ricos aceitarem reduzir seu consumo e a impossibilidade de pobres abrirem mão do crescimento econômico, as perspectivas, neste momento, não parecem nada brilhantes. Não havendo acordo para redistribuir os recursos naturais e racionar os direitos à emissão de gases e poluição, crescerá a tentação de impor interesses pela força.

Pouco a pouco, mas em ritmo que tende a acelerar, o mundo está tomando consciência de que o atual modelo de consumo e crescimento não tem futuro, sem conseguir conceber outro no lugar. Neste caso, não haverá século americano nem chinês. Há que ter esperança de, em algum momento não muito distante, o mundo altere a rota que tem seguido nas últimas décadas, mas nos últimos 14 anos só fez acelerar a corrida para o abismo
.








 






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quinta-feira, 15 de maio de 2008

Sonegação MATA 350 mil crianças por ano





Sonegação MATA 350 mil crianças por ano
Carlos Drummond - Terra Magazine - 12/05/2008
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2881773-EI6609,00.html



O dinheiro dos impostos sonegados por grandes empresas e super-ricos nos países em desenvolvimento permitiria salvar, a cada ano, as vidas de 350 mil crianças vitimadas pela fome e por doenças, calcula a organização inglesa Christian Aid
. No estudo intitulado Morte e Impostos: O Custo Verdadeiro da Sonegação, divulgado no fim de semana pelo jornal The Independent, a entidade considera que a sonegação de grandes contribuintes, entre pessoas jurídicas e físicas, chega a US$ 160 bilhões por ano nos países em desenvolvimento.

O total supera os US$ 40 bilhões a US$ 60 bilhões anuais que o Banco Mundial estima serem necessários para atingir as Metas de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas. O cálculo considera o período de 2000 a 2015 e resulta em cerca de 5,6 milhões de crianças salvas nesse período, quase mil por dia.

O dinheiro de impostos sonegado aos governos dos países em desenvolvimento é canalizado, na maior parte, para paraísos fiscais, que acumulariam mais de US$ 11 trilhões em recursos ilegais, provenientes também do tráfico de drogas e de armas e do terrorismo.

No que se refere a sonegação, o fato é que as fronteiras entre planejamento tributário e elisão fiscal, que são legais, e evasão tributária, que é ilegal, são cada vez mais fluidas. Métodos de engenhosidade e complexidade crescentes blindam as operações, em um movimento que amplia e institucionaliza aquilo que antes era considerado ilegal. A proteção da identidade dos titulares da riqueza sonegada inclui, além das conhecidas cláusulas de sigilo absoluto, como a extinção automática de empresas e transferência de fundos para uma outra caso se identifique algum tipo de risco para as contas bancárias e as sociedades constituídas em paraísos fiscais. Entre tais riscos estão investigações da Justiça no país de origem, ações de repórteres persistentes e golpes de estado, entre outros.

A Christian Aid considera que sociedades e contas bancárias estabelecidas por grandes empresas e pessoas de alta renda em paraísos fiscais são utilizadas para evitar taxação, evadir-se do pagamento de impostos, operar secretamente e burlar regulamentos financeiros e dissimular práticas monopolistas.












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sexta-feira, 2 de maio de 2008

A Revolta dos Pobres



A Revolta dos Pobres
Márcia Pinheiro e Phydia de Athayde - Revista Carta Capital nº 493 de 30/04/2008
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=7&i=765




A disparada dos preços dos alimentos detonou um clima de guerra global. Na América Latina e no Caribe, manifestações pipocam desde o início do ano. Uma passeata no México contra a escalada do custo da popular tortilla, feita do milho americano, reuniu mais de 75 mil pessoas na capital, em janeiro. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, responsabiliza os atravessadores pela falta de leite e pão no país e tenta aplacar o descontentamento da população, afetada pelo desabastecimento. Como tantos, atribui a culpa da falta de comida à expansão dos biocombustíveis, que supostamente ocupariam áreas antes destinadas aos alimentos. Para discutir a situação, Chávez convocou, na quarta-feira 23, uma reunião extraordinária da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba), da qual fazem parte Cuba, Bolívia, Nicarágua e Venezuela.

Preocupado com uma onda de violência no Haiti, o Brasil enviou neste mês à ilha caribenha 14 toneladas de feijão, açúcar e óleo de cozinha. Ao sul do continente, a presidente Cristina Kirchner deparou-se com uma Argentina em greve de associações ruralistas, quando taxou as exportações de soja e de semente de girassol em março. Além disso, as exportações de trigo do país vizinho para o mercado brasileiro continuam suspensas. O Brasil importa da Argentina 70% do trigo que consome e tem contornado a situação com compras dos Estados Unidos e do Canadá.

Em medida emergencial, para garantir o abastecimento interno e conter a inflação, o Ministério da Agricultura brasileiro anunciou a suspensão da exportação do arroz dos estoques do governo, na quarta 23, e pode estender a medida ao milho. No mesmo dia, a rede de atacado americana Sam's Club informou que vai limitar a venda de arroz ao consumidor. Cada cliente terá um teto de quatro sacos de 9 quilos do produto por mês. A questão deixou de ser estatística, com impacto nos índices inflacionários mundiais, para adentrar à seara política. São recorrentes as revoltas, os saques e as manifestações em Moçambique, Iêmen, Uzbequistão, Peru, Indonésia, Mauritânia, Camarões, Egito e Senegal.

Como por encanto, o tema segurança alimentar substituiu o petróleo como a maior preocupação do planeta. Isso apesar de o barril ter se aproximado da marca dos 120 dólares e contribuir, de forma significativa, para a alta dos preços dos alimentos, pois muitos derivados são fundamentais na lavoura e no transporte
. Ainda que de maneira equivocada e tardia, o assunto chegou à agenda dos organismos internacionais. Os biocombustíveis foram repentinamente retirados da lista de salvadores do meio ambiente e passaram a figurar na coluna dos principais vilões da inflação mundial. De fato, a produção de etanol do milho tem avançado, nos Estados Unidos, sobre lavouras antes dedicadas ao abastecimento de comida. Mas está longe de ser o caso do etanol brasileiro, produzido a partir da cana-de-açúcar.

A afobação para se achar um culpado obnubilou a boa análise. O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, disse que a produção de combustíveis, em detrimento de alimentos, era uma questão "moral". O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, também resumiu a questão em encher ou não os tanques dos automóveis. Coube ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, o papel de mediador do debate, com uma dose de equilíbrio. Segundo ele, são muitas as razões para a alta de alimentos, que não se esgotam na competição entre biocombustíveis e agricultura.

Há, no horizonte, um motivo para a crescente crítica dos países industrializados aos biocombustíveis e ele não está baseado em repentinas preocupações humanitárias. Tem a ver com negócios e interesses geopolíticos. Está previsto para 19 de maio um encontro ministerial que visa encerrar a Rodada de Doha, iniciada em 2001, da Organização Mundial do Comércio (OMC). O embate se concentra na questão dos subsídios dos países ricos (Estados Unidos, Japão e nações européias) aos produtores agrícolas. Tanto que o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, alertou para a intransigência do Primeiro Mundo, cujos bilhões de dólares e euros destinados ao campo estariam desestimulando o aumento da oferta de alimentos por parte dos países em desenvolvimento.

Amorim acenou, no entanto, a bandeira branca, na terça-feira 22, e disse que o Itamaraty está disposto a aceitar uma abertura negociada do mercado brasileiro às manufaturas estrangeiras, em troca de uma "redução substancial" dos subsídios. O que se teme é o fracasso da rodada, se não ocorrer neste primeiro semestre, em razão da mudança do governo nos EUA, com a eleição presidencial. Os democratas, com boas chances de vitória, são tidos como mais protecionistas do que os republicanos. A questão de fundo não é o etanol, cuja importância foi fortemente defendida pelo presidente Lula, em revide aos ataques do FMI e do Banco Mundial. Há muito mais em jogo.

De acordo com o professor José Maria da Silveira, do Núcleo de Economia Agrícola da Unicamp, quatro fatores explicam a atual crise. Primeiro, e inegável, é a inclusão dos cidadãos chineses e indianos no mercado mundial. São 450 milhões de consumidores que deixaram a linha de pobreza, desequilibraram as leis de oferta e demanda e surpreenderam a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que foi "desleixada" em relação à pesquisa agrícola e assistiu passivamente à produtividade do setor desabar, segundo o economista.

No mundo desenvolvido, os Estados Unidos e a Europa não abrem mão dos subsídios aos agricultores. O resultado foi a falência das chamadas fazendas familiares americanas, que perderam o trem do avanço tecnológico, fato aguçado pela desvalorização do dólar, que ajudou a bombar os preços das commodities agrícolas. De seu lado, os países europeus sentaram em cima do protecionismo, com o estabelecimento de cotas regionais e produção de alimentos de origem controlada e grife, "que não enche a barriga do mundo", como foie gras, azeites, vinhos e embutidos. "Tudo cercado de um modelo empresarial ultrapassado", diz Silveira.

E qual é a saída? Lucilio Rogério Aparecido Alves, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/Universidade de São Paulo), acredita que os mercados vão se definir por si só. "Há um aumento forte na demanda de alimentos, desde 2006, e o Brasil tem um papel importante diante desse cenário, por ter um bom volume de produção disponível e por ser o único país, no mundo, com áreas disponíveis para aumentar a produção", diz Alves, também pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP.

Ele ressalta que as novas lavouras não precisam avançar sobre a Amazônia. "Temos áreas de pecuária não competitiva que podem ceder espaço para grãos, como soja e milho. Se isso vai acontecer ou não, dependerá da relação de preços." Mas o professor destaca que o Brasil tem uma enorme lista de deveres de casa a cumprir, desde desenvolver pesquisas para aumentar a produtividade até realizar melhoras na infra-estrutura. "Isso depende de muito investimento, e não é necessariamente um Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que vai resolver", alerta.

Não há, é óbvio, solução mágica de curto prazo nem o Brasil será capaz, sozinho, de desempenhar o papel de celeiro do mundo. O tema é candente e merece atenção imediata, daí o desespero que tomou conta das autoridades mundiais. Segundo levantamento da organização americana Council on Foreign Relations, além do Brasil e da Argentina, a escassez de alimentos levou vários países a suspender as exportações, para abastecer o mercado interno. É o caso do Cazaquistão, importante supridor de trigo para a Ásia Central, do Vietnã, o segundo maior exportador mundial de arroz e da Índia.

Na reunião de primavera do FMI, em meados de abril, Zoellick, do Banco Mundial, propôs um tipo de New Deal para a Política Global de Alimentos, que incluiria a doação de 500 milhões de dólares dos países ricos para transferências em dinheiro vivo às populações com fome, além da elaboração de programas que resultem em maior produção mundial. Tal iniciativa seria emergencial e não toca no problema central. Falta comida e sobra especulação dos mercados financeiros. Para o semanário britânico The Economist, a crise dos alimentos deveria ser levada tão a sério como a do subprime. Seria urgente a criação de um fundo de ao menos 700 milhões de dólares para ajuda humanitária aos países mais pobres.

Na esteira da carência mundial, entraram em cena os especuladores. A publicação dedicada a finanças Barron's, do grupo The Wall Street Journal, informou em 31 de março deste ano que ao menos 40% das apostas em mercados futuros de commodities estão em mãos de fundos altamente especulativos. Em razão da crise americana do subprime, os investidores em busca de alto retorno migraram para os contratos futuros de alimentos e metais. Para ter uma idéia da força das finanças, entre 31 de dezembro de 2004 e 31 de março de 2008, os preços futuros dos grãos e sementes deram um salto de 163%, de acordo com o conceituado índice CRB da Reuters.

A especulação não surgiu do nada. Tem como base a percepção de que está em curso uma mudança estrutural da economia mundial. Segundo Pedro de Camargo Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) e antigo observador das rodadas mundiais de comércio, há uma somatória de fatores que fez o mundo acordar para a questão alimentar. O programa de etanol do milho nos Estados Unidos "enxugou" muito da oferta global. Antes mesmo disso, afirma, houve o crescimento acelerado da China, que passou a demandar toneladas de soja e fertilizantes. Assim como a Rússia, grande importadora de carne do Brasil.

Ele cita também a Austrália, que passa por seguidas secas há anos, e desabasteceu o mundo, principalmente, de leite e derivados. Por fim, a desconfiança dos ativos financeiros americanos e europeus com a crise hipotecária do subprime gerou a busca por ativos reais, como grãos e metais preciosos. "Para atender ao aumento da demanda, é preciso o mundo todo produzir mais", diz. Camargo Neto é cético em relação aos resultados da Rodada de Doha, pelas iniciativas protecionistas que se multiplicam mundo afora.

Para o empresário, os arcabouços de organização global, representados pelo FMI, Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio, por exemplo, enfrentam uma crise por ter sido criados para atender às iniciativas das nações ricas. Como o eixo do poder está se movendo em direção aos emergentes, cujas demandas ganharam fôlego, as negociações emperram.

A hora e a vez, segundo especialistas, é do Brasil e dos países africanos. Apostar em inovação tecnológica é a chave para o abastecimento global, com o horizonte de preços em ascensão, diz Silveira, da Unicamp. Trancar os mercados é ato impensado, fruto da inoperância dos acordos multilaterais. O desafio é expandir uma produção agrícola menos intensiva em energia, com respeito ao meio ambiente, e arranjos produtivos que combinem tecnologia e inovação, além de incentivar esquemas de cooperativas para que o crédito chegue ao produtor rural. Não há alternativa.

O mundo precisa mudar, antes que a próxima crise se una à atual. Seria um disparate se, ao mesmo tempo que enfrenta a escassez de comida, o planeta começasse a ter problemas no fornecimento de água potável, a desencadear uma nova disputa global.














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sábado, 26 de abril de 2008

A inflação da fome, o que a imprensa não diz




O que a imprensa não diz sobre a inflação da fome
Observatório da Imprensa - Luciano Martins Costa - 16/04/2008
http://mercadoetico.terra.com.br/noticias.view.php?id=2717





O noticiário dos últimos dias sobre o risco de uma crise inflacionária mundial, que afetaria com especial severidade os países mais pobres, oferece uma excelente oportunidade para se observar a dificuldade que tem a imprensa para dar uma interpretação mais profunda sobre o estado do mundo. Praticamente tudo que se publica é originado em duas ou três agências de notícias, o que induz a acreditar que se trata de uma deficiência planetária.

Vejamos os pontos principais do fenômeno: os preços dos alimentos básicos, in natura – parte do conjunto de mercadorias chamadas de commodities – vêm aumentando progressivamente ao longo dos últimos 16 meses, com uma aceleração acentuada no último trimestre. Trigo e arroz estão no topo da lista dos grãos mais consumidos, respectivamente a Oeste e a Leste do planeta. O milho completa o cardápio dos mais pobres, que são, segundo o informe Indicadores do Desenvolvimento Mundial para 2008, do Banco Mundial, 880 milhões de pessoas.

Esses indicadores vêm apontando o decréscimo do número de seres humanos extremamente pobres, que dispõem de valores correspondentes a menos de um dólar por dia. Essas são as pessoas que a imprensa chama pobres ou miseráveis, cujas vidas se caracterizam pela necessidade de lutar diariamente por alimento. São não-consumidores, não-cidadãos.

Antes que os sarcásticos elaborem a anedota de mau gosto, deve-se afirmar que o número de pobres não está acabando porque eles morrem. A pobreza vem diminuindo no mundo porque, desde o início deste século, os chamados países em desenvolvimento– sofisma menos indigesto para o que se chamava antigamente de Terceiro Mundo – apresentam uma taxa média de crescimento do PIB per capita de 4,8% ao ano. O PIB per capita resulta do cálculo da riqueza produzida pelo país, dividida pelo número de habitantes, o que revela quase uma ficção, conforme se dá a distribuição de riqueza e bem-estar – com os abismos sociais que se conhece.

Atenção para o fato de que o constante declínio da pobreza mundial desde 1993 aconteceu principalmente na zona rural, visto que a miséria nas cidades permanece mais ou menos constante. A ONU estima que 80% do declínio da pobreza rural se deve à melhoria das condições de vida no campo, e não à migração para as cidades. Isso deve ser levado em conta no noticiário sobre a crise que pode afetar a produção de alimentos.



Fronteiras agrícolas

A "inflação de alimentos" tem parte da origem nesse fenômeno: mais gente cisma de comer todos os dias, aumenta a pressão da demanda sobre a oferta, o preço sobe. Essa a explicação que a imprensa nos empurra nas primeiras linhas das reportagens. É como se o editor nos dissesse: "Procura maior, demanda menor, preço sobe. É o capitalismo, seu estúpido". Até o presidente Lula comemorou: é a "inflação do bem", aquela que aparece porque o miserável está saindo da miséria. No fundo, ele tem razão, mas seu raciocínio não completa o desenho.

Tem mais. Nos parágrafos seguintes, os jornais e revistas nos dizem que o preço dos alimentos subiu também porque parte das terras agriculturáveis está sendo utilizada para a produção de biocombustíveis. E os acionistas das empresas petrolíferas sorriem, abrem a caixa de anúncios, investem na semeadura de suspeitas sobre os projetos de substituição da matriz energética petrolífera. Em algum canto, alguém observa que o problema da competição entre o vegetal para consumo e o vegetal para fazer combustível acontece principalmente nos Estados Unidos, onde a disponibilidade de terras agriculturáveis é muito pequena. Nada a ver com o etanol brasileiro. Mas isso fica no pé da matéria.

O Brasil tem um potencial de quase 70% de suas terras agriculturáveis esperando o plantio de vegetais, sejam eles destinados a alimentar pessoas, gado, aves ou preparados para se transformar em álcool ou óleo combustível. Pela mesma razão, não há forma inteligente de justificar o avanço das lavouras sobre o cerrado e a Amazônia. A crença de que o brasileiro tem que escolher entre alimentar seu povo e abastecer seu carro é fruto de uma avaliação divulgada por Lester Brown, criador do WWI – sigla em inglês de World Watch Institute, que no Brasil se chama Instituto Mundial para a Liberdade, o Progresso e a Paz Global –, especialista em economia agrícola.

Muitos outros especialistas o contradizem e consideram sua campanha "comida versus combustível" pura demagogia. Pelo menos no caso do etanol brasileiro, a expansão da lavoura com finalidade de produção de combustíveis necessita apenas de mais ordenamento e mais responsabilidade dos empresários rurais. O Brasil possui uma área total de 845,94 milhões de hectares de terras agriculturáveis, das quais utiliza apenas 263,58 milhões de hectares para atividades agrícolas, ou seja, menos de 32% do seu potencial. Isso indica a possibilidade de expansão das fronteiras agrícolas do país e da capacidade de ampliação da produção de grãos, sem que seja necessário destruir nossa riqueza natural. Além disso, a agricultura brasileira, mesmo em pequenas propriedades, vem melhorando enormemente sua produtividade, na medida em que práticas primitivas de preparação e plantio vão sendo substituídas com a assistência de técnicos qualificados formados por aqui.



Validade endossada

O problema real, no caso brasileiro, tem origens mais antigas do que a invenção do velho Proalcool: trata-se da gestão territorial do país, que nunca considerou seriamente uma reforma agrária com o pressuposto da sustentabilidade. A lavoura avança sobre a floresta porque é administrada por delinqüentes, sob a proteção de governos de estados que formam a Amazônia Legal e sob o olhar complacente do governo federal. A ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, é quase uma extraterrestre nesse ambiente. Muitos desses delinqüentes são agricultores pobres, sem terra, que são tangidos pelo avanço dos latifúndios. Eles queimam a floresta, formam pastagens, soltam o gado, depois fazem o rocio. Atrás deles vem o agronegócio.

Mesmo o álcool de milho, alternativa tecnológica dos Estados Unidos baseada na tradição da agricultura local, não deverá no longo prazo continuar sendo um fator de inibição para a produção agrícola. Com o avanço das pesquisas tecnológicas, estamos perto de poder produzir álcool com a palha e a espiga do milho. Como não consta entre as preferências gastronômicas, nem mesmo dos mais pobres, a degustação de espigas, naturalmente as sementes de milho seguirão sendo destinadas ao consumo humano e animal e as demais partes da planta, inclusive a haste, irão para a usina de álcool.

Claro que os subsídios do governo americano aos seus agricultores representam uma pressão adicional sobre o movimento inflacionário que nasce nos preços dos alimentos. Como é que um agricultor da África ou do Peru pode competir com um produtor do Meio-Oeste americano? Observe-se que os insumos agrícolas são fornecidos por multinacionais, que dominam também o mercado de sementes e equipamentos, e pode-se calcular o que é esse tal de mercado "livre". Esse aspecto adicional da notícia também aparece nas reportagens, meio envergonhadamente, mas não há jornal ou revista que se aventure a colocar em dúvida a validade do sistema econômico que se afirma "liberal".



Sistema de castas

Por último, mas não menos importante, vem outro ângulo da questão, que tem seu endereço muito longe das lavouras de milho, de trigo ou de arroz: o mercado de ações, onde as commodities vêm ocupando um espaço cada vez mais relevante. De olho na inclusão de quase 1 bilhão de indivíduos na lista dos seres humanos que insistem em se alimentar diariamente, e com a perspectiva de consolidação da indústria de combustíveis alternativos – o mercado de commodities também lida com minérios e outros produtos cuja demanda cresce continuamente –, os investidores depositaram fortunas nas bolsas, na expectativa de aumento dos preços. Em algum momento, a expectativa se realiza, os preços começam a subir, mais investimento é derramado na fogueira, e de repente o mundo se assombra com uma inflação de alimentos básicos.

Já não se pode, como teria feito Maria Antonieta, sugerir que, não havendo pão, os pobres comam brioches. Ou, numa versão nacional, não havendo farinha para tapioca, que se coma caviar. Afinal, somos todos politicamente corretos. A imprensa, então, nem se fala. É profundamente ecológica e socialmente responsável. Basta ler os cadernos especiais sobre Amazônia que são publicados de vez em quando.

Você, leitor e leitora, ainda vai ler muito mais sobre essa crise, porque não há recursos no sistema econômico mundial para contê-la antes que provoque muita fome e distúrbios sociais. Não por falta de dinheiro, mas por falta de lideranças, de vontade política, de condições logísticas e de desprendimento.

O dinheiro necessário para salvar alguns milhões de seres humanos ameaçados pela inanição é uma bagatela: 500 milhões de dólares. Isso é uma fração da fortuna pessoal do mais vistoso empresário brasileiro pertencente à cepa dos "sustentáveis". O que você provavelmente nunca vai ler é uma análise honesta da imprensa sobre o sistema econômico que divide os seres humanos em castas e considera que uns podem tudo e outros… bem, esses outros não compram jornais.







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