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sexta-feira, 3 de abril de 2009

A Guerra de Gaza - A Blitzkrieg



Neste mundo, repleto de fundamentalismos, esta guerra só veio para fortalecer todas as irracionalidades possíveis. Depois dela, ficará difícil pedir que a razão vença a emoção contida nas crenças dos mártires de Maomé. A jihad, no sentido dramático dado a ela, ganhará mais força. Luís Carlos Lopes


Luís Carlos Lopes


A consciência crítica, ainda existente neste mundo de superfícies, hipocrisias e falácias sem fim, está estilhaçada nas mais diversas mídias. A terrível operação militar em Gaza vem demonstrando como é e continuará a ser difícil imaginar um mundo sem guerras, onde tremule a bandeira da paz e do entendimento entre os povos e as culturas do mesmo planeta.

Aproxima-se o fim da primeira década do século XXI e o sangue continua a escorrer pelas fissuras da história, como no passado. Mudam os lugares, aparecem novos focos e motivos. Entretanto, a busca de resolver problemas políticos por meio das armas continua sendo a alternativa usada tanto pelas nações militarmente poderosas, como pelos povos insurgentes contra as iniquidades que os oprimem. Não há, hoje, tal como no passado, como ficar neutro ou imparcial, assistindo impassível as misérias da guerra e da opressão.

Uma palavra, negada pelas mídias mais tradicionais, ouve-se vinda do terror das primeiras décadas do século XX - Blitzkrieg, diziam os germano-nazistas em um passado distante das atuais gerações. Ela seria o ato de fazer um assalto militar com resultados rápidos e devastadores. Para tal, bastaria combinar a artilharia, a infantaria, os carros blindados e a aviação. Invadir, matar, pilhar, derrotar e, se necessário e possível, apropriar-se do território visado. Não dar qualquer chance de defesa ao inimigo, que, já se sabia de antemão, não teria força sequer parecida. Pisar sobre tudo que estiver na frente, não distinguir civis de militares, explodir, metralhar, deixando na passagem colunas de fumaça e montanha de corpos. Não importa que sejam de soldados ou de guerrilheiros, de mulheres, crianças ou de famílias inteiras. Nada é respeitado. Ninguém está a salvo de tal poder de destruição.

As blitzkriegs nazistas assombraram o mundo da época. Não havia mais lei ou limite nos novos modos de fazer a guerra. As barbaridades da Primeira Guerra Mundial ficaram para trás. Tudo era válido para aterrorizar populações inteiras e torná-las dóceis, por medo, obedientes e servis ao inimigo. Curiosamente, salvo honrosas exceções, na grande imprensa falada, televisada e escrita ninguém lembra das origens históricas destas operações funestas e descrevem a guerra de Gaza como se fosse um conflito em dois exércitos nacionais.

Pobre Palestina! Ainda não conseguiu se organizar como país. Nem mesmo tem um território convenientemente demarcado e inviolável. Não possui aviação, marinha, carros de combate e nem um exército. Nos seus portos chegam o que os israelenses permitem. Não pode, oficialmente, comprar armas ou receber ajuda militar de qualquer país. No momento, quem defende esta nação em frangalhos é Gaza, uma das partes ilhadas do território palestino. Seus combatentes são membros insignes de seu povo organizado em armas para defender o que é seu. Quem os ajuda internamente, muitas vezes são crianças com pedras colhidas das ruas, lutando contra as armas automáticas mais modernas que se conhece.

Os foguetinhos russos que o Hamas vem disparando em direção de Israel, os Katyusha, são fogos de artifício se comparados com o fogo que recebem do inimigo. Atingem, na maioria dos casos, ironicamente, as áreas que, antes da ocupação, os ascendentes dos palestinos habitavam. Conseguem fazer buracos no chão ou no telhado e vitimam, aleatoriamente, sem qualquer precisão, algum desavisado que não levou a sério o rugir dos sinais dos radares. Por sinal, estes não existem em Gaza. As imagens dos estragos feitos pelas forças de cada lado, exibidas pela TV, não deixam dúvida.

Os números dos mortos e feridos de cada lado são absurdamente desiguais, mais ainda, proporcionalmente, ao que ocorreu nas tenebrosas incursões alemãs do passado. Os soldados de Israel estão entre os mais preparados do mundo. Têm o melhor material de guerra conhecido e são mobilizados por uma ideologia fanática, fundamentalista, que justifica as atrocidades que cometem em nome da defesa de seu jovem Estado-nação.

Carregam um velho estigma do passado, representado pela baixa reação dos judeus ao Holocausto. Crêem, absurdamente, que os palestinos são os seus algozes de hoje, tal como foram os nazistas no passado. Reescrevem em suas mentes da história mundial e se acreditam, ainda, como um povo eleito e vítima da perseguição que seus antepassados conheceram na chamada Shoah. Pensam que, fazendo o que fazem, estariam defendendo seu presente, seu futuro e resgatando a auto-estima de seu passado. Esquecem que fazem parte da mesma humanidade que pisoteiam sem qualquer clemência. Seus atos, como os do eixo nazifascista, terminarão sendo julgados pela história ou quiçá por verdadeiros tribunais internacionais que defendam os direitos humanos para valer.

Só um louco, fascista e negacionista, pode esquecer-se do Holocausto e da terrível decisão final - eliminação física total dos judeus nos territórios ocupados pelo eixo nazista -, decretado pelo alto-comando alemão.

Qualquer cidadão respeitável não pode fechar os olhos sobre o anti-semitismo e sobre o que foi a Shoah. Não há como não ir às lágrimas ao se ver as imagens existentes dos antigos campos de concentração e ler os testemunhos dos sobreviventes. Só que hoje, apesar de haver ainda fortes resíduos do anti-semitismo, o preconceito voltou-se mais contra os partidários de Maomé. A islamofobia é bem mais forte e significativa do que o velho preconceito contra os judeus.

Não há como sofrer vivamente e se ter o mesmo sentimento que se tinha no passado, quando se tem acesso às imagens da Palestina destroçada e de tantos outros casos espalhados pelo mundo. Ver os registros da prisão/campo de concentração em Guantânamo produz igual reação em consciências sensíveis às dores da humanidade.

Neste mundo, repleto de fundamentalismos, esta guerra só veio para fortalecer todas as irracionalidades possíveis. Depois dela, ficará difícil pedir que a razão vença a emoção contida nas crenças dos mártires de Maomé. A jihad, no sentido dramático dado a ela, ganhará mais força. Serão justificáveis atos que pouco contribuem para a causa Palestina e a defesa do direito dos partidários do Corão ser tão respeitados como os da Bíblia e os da Torah. A violência inaudita desta guerra atual terá frutos muito negativos para a paz no mundo. Ao contrário de resolver problemas e inclusive melhorar a segurança de Israel, ela jogará mais lenha na fogueira.

Os defensores das guerras, normalmente, dizem que querem alcançar a paz. Listam alguns inimigos e chegam a afirmar, como agora fizeram alguns dirigentes ocidentais, que o culpado é o Hamas. A solução, portanto, seria eliminar os guerrilheiros desta facção palestina. Entretanto, não foi o Hamas quem invadiu o território alheio e jamais este pequeno grupo, como se está assistindo, foi capaz de ameaçar a real segurança de Israel. Eles são frágeis. Cheios de coragem e de determinação, mas não possuindo meios efetivos de barrar a ofensiva inimiga. Nesta direção, o Hezbollah, no Líbano, é bem mais poderoso. Talvez, por isso, os israelenses abandonaram o front libanês e invadiram Gaza.

Do pouco que se sabe sobre o Hamas, é correto dizer que se trata de um partido político que não é populista e corrupto como outras organizações que o precederam. Seus membros são recrutados entre os jovens palestinos da nova geração. Muitos do que estão morrendo no atual conflito são médicos, professores, engenheiros, cientistas, artistas etc que, na maioria dos casos, se formaram no Ocidente e voltaram para sua terra natal. Eles são os que levam a sério o destino de seu povo e de seu país em frangalhos. Não se trata de um grupo de lunáticos seguidores de um príncipe como os que cercam Bin Laden. Tudo leva a crer que são bem radicais e tocados pelo fundamentalismo islâmico contemporâneo. Não é difícil entender que tal ocorra em uma situação tão dramática. É pedir demais que sejam absolutamente racionais, lutando contra um mundo que os oprime de modo radical.

Há quem diga que esta guerra tem objetivos mais longínquos, na verdade quer-se atingir a Casa Branca, sem disparar um tiro no território do padrinho do Norte. Ela levaria o novo governo eleito a se definir frente os problemas do Oriente Médio, apoiando incondicionalmente Israel, como Bush o fez. O conflito mexeu com o mundo, obrigando que inúmeros países se pronunciar. Todavia, ainda não é possível saber qual será a verdadeira posição a ser assumida por Obama. Certamente, não será a mesma adotada por seu antecessor. O que se espera é que o novo governo dos EUA use a inteligência, não aprofunde o ódio e tome medidas efetivas para a paz mundial. Não há qualquer certeza que a atual trégua tenha vindo para ficar. Tudo dependerá de como a situação política internacional e local irá evoluir. Neste sentido, Obama no poder terá um papel crucial nos passos que serão dados na direção da paz ou da continuação do massacre.


terça-feira, 26 de agosto de 2008

Ondas de Terror


Ondas de Terror
Wálter Fanganiello Maierovitch - Revista Carta Capital nº 507 de 06/08/2008
http://www.cartacapital.com.br/app/coluna.jsp?a=2&a2=5&i=1675


Wálter Maierovitch





Na semana, a Al-Qaeda jogou, no Iraque, uma nova e inesperada cartada. Resultado: 57 mortos e 300 feridos. Os alvos foram os xiitas e os curdos, a demonstrar que Ayman al-Zawahiri, ideólogo alqaedista e o segundo na hierarquia, abandonou o discurso da unidade islâmica e partiu para o conflito interétnico.



A aproximação de lideranças xiitas e curdas ao governo do Iraque e, por via indireta, a aceitação de objetivos perseguidos pelo invasor norte-americano, acrescidas da expulsão de simpatizantes alqaedistas de tradicionais regiões sunitas iraquianas, representaram o fim do sonho de união islâmica por uma jihad global, sob a direção da Al-Qaeda.



Nas ações sangrentas contra xiitas e curdos, a Al-Qaeda utilizou quatro mulheres camicases. Conseguiram driblar a vigilância das chamadas "Filhas do Iraque", adestradas a identificar e a interceptar as mulheres-bombas manobradas pela Al-Qaeda.



O primeiro ataque ocorreu em Bagdá, quando centenas de peregrinos xiitas deslocavam-se ao mausoléu de Moussa al-Kadhimi. Houve uma explosão e a multidão passou a correr em três direções, onde estavam posicionadas três mulheres camicases. Elas tinham escondido, debaixo das tradicionais vestes negras (em árabe, abaya), os explosivos empregados nas detonações. Os três atentados de Bagdá resultaram em 30 mortes, crianças e idosos incluídos.



Na seqüência, em Kirkuk, ao norte do Iraque, uma camicase posicionou-se no centro de manifestação pública organizada pelos curdos. A explosão provocou 25 mortes e 180 pessoas saíram feridas com gravidade.



Em 2007, ocorreram oito atentados com mulheres camicases, ao passo que no primeiro semestre de 2008 foram 24, ou seja, três vezes mais. Para a Casa Branca, numa análise tendenciosa, as vitórias das tropas norte-americanas reduziram o número de combatentes alqaedistas dispostos ao martírio. Isso teria levado ao emprego de mulheres. Os 007 europeus acreditam que o móvel é a vingança, por parte de mulheres desesperadas pelas perdas de filhos, maridos, pais e familiares. Pelos levantamentos, a mulher-bomba provém de áreas pobres e a média de idade oscila entre 15 e 35 anos.







Contra xiitas e curdos, a Al-Qaeda utiliza as mulheres camicases.

Aziz, vice de Saddam, pode ir à forca.

E Bush autoriza a execução do soldado Ronald Gray.







Outro tipo de explosão, a atentar contra direitos humanos e a abalar o Iraque e o Vaticano, está na iminência de acontecer. Nos próximos dias, sairá a sentença de Tareq Aziz, vice-primeiro-ministro do ditador Saddam Hussein, único católico do então regime e com ótimo trânsito no Ocidente. Às vésperas da invasão do Iraque, Aziz foi recebido pelo papa João Paulo II. Sua ligação com o Ocidente era tão forte a ponto de se ter especulado sobre uma colaboração com a CIA.



O processo contra Aziz foi instaurado cinco anos após a sua prisão, ou seja, em 29 de abril último. Ele é acusado de ter mandado matar 42 comerciantes iraquianos, que, em 1992 e por ocasião do embargo ao Iraque, especulavam de modo a provocar a alta nos preços de produtos alimentares básicos.



Aziz não conta com assistência de advogado, pois o contratado teve de se exilar na Jordânia, por ameaças de morte. Nas audiências havidas em abril e maio deste ano, Aziz defendeu-se sozinho e corre o risco de ser condenado à forca, conforme sucedeu com Saddam, em 30 de dezembro de 2006.



Já começaram as pressões internacionais em favor de Aziz. Para a Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas, por exemplo, sua prisão é "ilegal, ilegítima e arbitrária". Vale lembrar que o Iraque seguiu os EUA, a China e a Rússia, ou melhor, votou contra a proposta alemã de moratória (suspensão) da pena de morte, aprovada em Assembléia Especial, mas sem força de vincular os Estados membros.

Outro tipo de terror a marcar a semana vem dos EUA. Pela lei norte-americana, toda condenação à pena de morte por Corte Marcial precisa ser referendada pelo presidente dos EUA. Na terça-feira 29, o presidente W. Bush autorizou a execução do soldado Ronald Gray, de 42 anos de idade.



Gray está preso desde 1988 e acabou condenado por cinco homicídios, quatro consumados e um tentado, e oito estupros. Os crimes ocorreram entre 1986 e 1987 numa base militar. Para os defensores, Gray tem problemas mentais e estava impossibilitado de compreender a natureza delituosa dos seus atos.



A última licença para matar havia sido dada em 1957, na presidência do texano e republicano Dwight Eisenhower. O seu sucessor democrata, John Kennedy, converteu a pena capital imposta ao marinheiro Jimmie Henderson em pena de prisão perpétua.



O presidente Bush, defensor da pena de morte, não quis deixar para seu sucessor a decisão sobre a execução de Gray. Certamente, desejou completar o seu currículo, pontuado por desumanidades, assassinatos, terrorismo de Estado e crimes contra a humanidade
.











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domingo, 22 de junho de 2008

Bin Laden, de aliado a inimigo número 1



Bin Laden, de Aliado a Inimigo Número 1
Wálter Fanganiello Maierovitch - Revista Carta Capital nº 500 de 18/06/2008
http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=8&i=1161




Wálter Fanganiello Maierovitch


Mary Beth Long, a espiã designada pelo Pentágono para localizar e matar Osama bin Laden, líder da organização terrorista Al-Qaeda, acha que acaba de fazer duas grandes descobertas. Nenhuma delas garantirá o sucesso de sua missão, como avaliam seus colegas espiões da CIA, a agência de inteligência norte-americana, todos interessados em fritá-la e garantir as mudanças num eventual governo democrata de Barack Obama.

Especializada em infiltrações de inteligência nas organizações criminosas, a 007 Long soltou, pelo Afeganistão e Paquistão, vários espiões que, de roupas, cabelos e barbas longas, no melhor estilo pasthun, bisbilhotam e fazem contato com as tribos e os chamados "senhores da guerra", chefes de etnias que mudam de lado conforme o interesse financeiro em jogo. Para se ter idéia, os "senhores da guerra", além do tráfico de ópio que transformou o Afeganistão no maior cultivador de papoula e exportador ilegal, são responsáveis pelas derrubadas de florestas. Segundo a agência ambiental da Organização das Nações Unidas, com o tráfico pesado de cedro, pinho, mogno e carvalho, iniciado em 1977, hoje só restam 2% das florestas do Afeganistão.

Não custou aos talebans pegar carona na exploração dessa riqueza e usar o dinheiro arrecadado na compra de armas e munições. O escoamento do contrabando de madeiras nobres, sob proteção dos talebans e o apoio dos funcionários corruptos do governo afegão de Hamid Karzai, se dá basicamente pelo porto de Karachi, no Paquistão. A segunda rota do contrabando leva as madeiras nobres ao vizinho Irã. Nos relatórios da ISI, a agência de espionagem do Paquistão e cujos integrantes são acusados de perfil filo-taleban, esse tema não é prioritário. No entanto, a ISI sabe que, de 1977 a 2002, nas províncias de Nangarhar, Nuristan e Konar, foram derrubadas 50% das árvores de valor comercial.

Os deslocamentos dos 007 de Long são realizados em lombos de burros ou nas corcovas de camelos. Bem camuflados, passam despercebidos, mas, quando obrigados a falar, são traídos pelo sotaque.

Pelas últimas descobertas, Bin Laden e Ayman Al-Zawahiri, segundo no vértice de governo da Al-Qaeda, não estão escondidos no mesmo lugar, ou melhor, mantêm-se distantes, em territórios com características diferentes.

Os peritos do Pentágono examinaram as últimas fitas de Bin Laden, depois da sua reaparição espetacular, com a barba tingida e bem aparada, no vídeo exibido em setembro de 2007. Aliás, depois de um longo ciclo de silêncio, iniciado em outubro de 2004.

As fitas reunidas, de qualidade e marcas diferentes, foram comparadas com as utilizadas, em igual período, em gravações do loquaz Al-Zawahiri, que em menos de dois meses gravou 14 fitas de áudio.

Com relação às fitas e vídeos com Al-Zawahiri, os peritos entendem que ele não está nos esconderijos subterrâneos da Al-Qaeda. Os equipamentos utilizados eram modernos, todas as fitas, novas, e, pela acústica, deduz-se que ele esteja em local com sons próprios de centros habitados. O contrário concluíram os peritos com referência a Bin Laden. Os equipamentos empregados eram antigos, as fitas em embalagens já fora de comercialização. Houve muitas paralisações nas gravações por quebra de velho equipamento e nenhum isolamento acústico foi realizado, tudo a demonstrar gravações ao ar livre, em zona montanhosa, sem os ruídos comuns a aglomerações humanas. Nada de barulho de carros, máquinas agrícolas ou vozes de estranhos.

Concluiu-se ainda que os operadores das sonoras de Bin Laden eram diletantes, apertaram diversas vezes comandos errados e, ao apagarem áudios para refazer mensagem deixavam "cacos" na fita. Por tudo isso, soldados "qaedistas" devem ter se incumbido dessa tarefa, enquanto o material com Al-Zawahiri foi produzido por quem conhecia as técnicas, talvez deslocados a um vilarejo, com os próprios equipamentos.

Segundo a equipe de miss Long, Bin Laden está escondido na região norte do Paquistão, que, para os islâmicos, quer dizer Terra da Pureza. Mais especificamente nas imediações do Monte K2, o segundo mais alto do mundo, com 8.611 metros de altura.

Essa informação acabou transmitida pela Casa Branca ao general David Petraeus, comandante das forças norte-americanas no Iraque. Diante do fato novo, o general realizou uma reunião de emergência no Catar e se irritou quando a rede de televisão Al Arabiya, no começo deste mês de junho, informou, em noticiário, sua chegada de emergência ao país para cuidar da repressão a Bin Laden.

Como se percebe, a caça ao terrorista mais procurado do mundo se intensificou porque interessa ao presidente Bush ter sua cabeça como troféu, a coroar o desastrado governo de dois mandatos
e dar um troco aos terroristas fundamentalistas pelos ataques de 11 de setembro, que fez 2.974 vítimas, excluídos os 19 suicidas sob as ordens de Mohammed Atta. Para Bush, desmoralizado pelas mentiras que serviram de pretexto à invasão do Iraque, com os talebans reorganizados e a impor significativas derrotas aos norte-americanos e à Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf), a cabeça de Bin Laden, ou a paz entre israelenses e palestinos, representaria a tábua de salvação para tentar escapar do rol dos piores presidentes da história dos Estados Unidos.

Dados secretos da Casa Branca dão conta de que a Al-Qaeda atua em rede e, de 1995 a dezembro de 2005, promoveu, fora do Iraque, 55 ataques suicidas e fez 3.902 vítimas fatais. No Iraque, pelas afiliadas à chamada Al-Qaeda, entre março de 2003 e dezembro de 2005, foram 385 ataques suicidas, com 3.888 mortos. No Afeganistão, os talebans, a contar da repressão promovida pelos países aliados em 2001 e até 2005, cometeram 19 atentados suicidas que resultaram em 66 vítimas fatais.

Quando o saudita Bin Laden resolveu combater os invasores soviéticos do Afeganistão no fim dos anos 70, associando-se à CIA e gastando parte da sua imensa fortuna na causa, a Al-Qaeda era apenas um sonho. Um sonho que começou a ser acalentado durante uma reunião, no Afeganistão, do primeiro grupo de combatentes islâmicos proveniente de várias partes do planeta, todos afinados com os ideais e as concepções do líder Bin Laden.

Com a retirada humilhante do Exército soviético do Afeganistão em 1989, a CIA não percebeu que Bin Laden ganhara, a partir dos anos 80, uma forte liderança entre os radicais islâmicos. Não se falava em Al-Qaeda, nascida apenas em 1996, mas cujo nome tornou-se forte em 23 de fevereiro de 1998. Isto com a Declaração da Jihad contra os Hebreus e os Cruzados, escrito elaborado por Bin Laden e lido na inauguração da Frente Islâmica Mundial
.

Mas, no início dos anos 80, Bin Laden já estava próximo e auxiliava financeiramente Ayman al-Zawahiri, o médico líder da Jihad Islâmica Egípcia (EIJ), cuja meta era derrubar o regime secular no Egito, país presidido por Anwar al-Sadat desde 1970.

A vitória sobre os soviéticos fez o bilionário saudita imaginar uma luta mais ampla contra todos os "infiéis" que ocupavam o mundo muçulmano. Ou seja, Bin Laden ampliou o horizonte de Al-Zawahiri. Não bastava pensar no Egito. Havia chegado a hora de uma "jihad global", materializada por um movimento transnacional, capaz de atuar em várias partes do planeta. O assassinato de Sadat, presidente egípcio de 1970 a 1981 e ganhador do Prêmio Nobel da Paz, tinha sido uma grande vitória dos fundamentalistas extremistas, mas que deveria prosseguir voltada à eliminação do sucessor, Hosni Mubarak, e dos seus equivalentes na Jordânia e na Arábia Saudita.

A historiografia mostra, até aqui, que os EUA ainda não tinham ingressado diretamente, mas apenas por tabela, no elenco dos principais inimigos de Bin Laden, a ser combatidos pelos jihadistas globais. Em 23 de agosto de 1996, Bin Laden reorganizou as idéias e colocou os norte-americanos como principais alvos. Seus discursos passaram a centrar-se na defesa de lutas antiamericanas e antiocidentais. O primeiro discurso nessa direção ficou conhecido como a Declaração da Jihad contra os Americanos Que Ocupam o País dos Dois Lugares Sacros (Meca e Medina).

Nesse discurso, Bin Laden inicia uma tática nova, de interlocução com os islâmicos sunitas: "Não é segredo para vocês, irmãos, que o povo do Islã está aflito com as opressões, as hostilidades e as injustiças, por parte da aliança cristã-judaica e dos seus sustentadores". Em outra passagem, fala em massacres contra os muçulmanos quando da ocupação da Arábia Saudita, "a pedra angular do mundo islâmico, o lugar das revelações, a fonte da missão do profeta". Frisa ter sido a Arábia Saudita ocupada pelos "exércitos dos cristãos, dos americanos e dos seus aliados".

Ao tocar na Arábia Saudita, sua terra de nascimento, Bin Laden referia-se ao acordo feito com os EUA e que permitiu a implantação de bases militares durante a Primeira Guerra do Golfo (1991). Em 23 de fevereiro de 1998, dois anos depois do primeiro discurso marcadamente antiamericano, formou-se a frente islâmica, tendo a Al-Qaeda como líder. Da frente participavam também Rifai Ahmed Taha, líder da terrorista JAI, Mir Hamzah, da Jamiat ul-Ulema e-Pakistan, e Fazul Rahman, do movimento denominado Jihad de Bangladesh. Compareceram e manifestaram adesão os representantes da Al-Jama'a al Islamiya (JAI-Egito) e do argelino Grupo Islâmico Armado (GIA).

Na ocasião, o discurso de Bin Laden foi acompanhado de uma fatwa (sentença de morte) dotada de profundas implicações políticas
. Ele iniciou dizendo ser dever individual de cada muçulmano "matar os americanos e os seus aliados, civis ou militares, a fim de liberar as mesquitas de Al-Qaeda e a santa Al Masjid Al Haram de Meca. Assassinar para obrigar os exércitos a se retirarem das terras do Islã". Ao finalizar o discurso, avisou: "O que acabo de dizer está em conformidade com as palavras de Alá Onipotente, que recomenda combater os pagãos sempre ou eles te atacarão primeiro".

Com a transferência de Al-Zawahiri para a Al-Qaeda, o grupo fez os primeiros ataques contra os Estados Unidos e seus aliados. Em 7 de agosto de 1998, dois simultâneos atentados suicidas, com emprego de dois caminhões carregados de explosivos, atingem as embaixadas dos EUA em Nairóbi (Quênia) e em Dar Es-Salaam (Tanzânia). Resultado: 224 mortos e mais de três centenas de feridos graves.

Dois anos depois, em 12 de outubro de 2000, no Iêmen, uma barca-bomba da Al-Qaeda atinge, no estratégico Golfo de Áden, o destróier norte-americano US Cole. Provoca a morte de 27 e deixa 33 feridos.


O terceiro ataque suicida, depois da constituição da Frente Islâmica Mundial, foi em 11 de setembro de 2001, com emprego de quatro aviões comerciais de passageiros, de empresas norte-americanas. Dois dos aviões se chocaram contra as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York. Um deles atingiu a sede do Pentágono, em Washington. O quarto, destinado a atingir a Casa Branca, caiu em zona rural da Pensilvânia.

A principal reação aos ataques de 11 de setembro foi a ocupação do Afeganistão, um mês depois. Uma coalizão de forças, sob liderança dos EUA, derrubou o regime dos talebans, instalados no poder desde 1996 e que, na segunda metade dos anos 90, havia dado refúgio a Bin Laden e colocado à disposição da Al-Qaeda o próprio território para a montagem de campos de recrutamento e adestramento dos militantes da "jihad global". Os campos de treinamento foram bombardeados e, com o emprego de bombas perfurantes, foram alcançadas as cavernas usadas para esconder o quartel-general da Al-Qaeda, onde atuavam os seus dois líderes, Bin Laden e Al-Zawahiri.

Apesar do duro golpe, a Al-Qaeda sobreviveu e ganhou força. Enquanto a CIA espalhava que Bin Laden havia morrido ou durante os bombardeios ou por não encontrar mais recursos médicos, necessários para as suas diárias hemodiálises, o apelidado Príncipe do Terror abrigava-se, com segurança, nos confins do Paquistão, em região tribal.

No pós-11 de setembro, a Al-Qaeda transformou-se numa entidade política transnacional, que alguns especialistas no fenômeno do terrorismo preferem denominar de network. A propósito, Bin Laden abandonou os uniformes militares e passou a usar traje de líder político-religioso. Mais, passou a pregar, especialmente para tentar atrair o Hamas e o Hezbollah, um discurso universal, de união islâmica entre xiitas e sunitas. Assim, o grupo migrou de organização de luta inspirada no fundamentalismo de matriz sunita, para uma entidade política sem fronteiras.

A Al-Qaeda utiliza, como principal instrumento de difusão e comunicação, a internet. Os atentados servem de propaganda de uma organização que mata civis, mas não vê neles o alvo principal da violência: a meta é espalhar o medo pelo planeta.

As infovias operadas a serviço da Al-Qaeda serviram, ainda, para cooptar jovens revoltados com as políticas dos norte-americanos e dos seus aliados ocidentais em oposição ao mundo islâmico
. Àqueles que moram fora de país islâmico e nasceram no Ocidente. Esses jovens, sem ligação direta com a Al-Qaeda e que aderiram à "jihad global", formaram as células terroristas responsáveis pelos ataques de 11 de março de 2004 em Madri. Também os ataques terroristas consumados em Londres, em 7 de julho de 2005, planejados e executados pelo desconhecido Muhammad Sadiq Khan.

Pela internet, o grupo dirigiu aos "jihadistas globais" três campanhas voltadas: 1. À liberação (tahrir) dos países muçulmanos do poder exercido ilegitimamente por não muçulmanos. Convém lembrar que vários dirigentes, por exemplo, no Egito, na Arábia Saudita, na Jordânia, são dados, na visão de Bin Laden e Al-Zawahiri, como traidores. 2. À unificação (tawhid) dos territórios liberados num único e grande Estado teocrático islâmico, regido pelas suas leis. 3. À reconstituição do califado (khilafa) e a expansão (fatah) dos seus domínios pelos territórios dos povos infiéis, que não professam o islamismo. Aqui, cabe a recuperação do Maghreb, que corresponde a todo o Norte da África.

Pelas três campanhas, percebe-se as semelhanças entre a dupla Bin Laden-Al Zawahiri com Hitler. Nas campanhas, aproveitou-se para conclamar a defesa da população muçulmana na Somália, na Chechênia e nos Bálcãs. Sempre via internet, é encontrado, a representar uma síntese do pensamento qaedista, o escrito de Al-Zawahiri intitulado A Estrada para Jerusalém Passa pelo Cairo.

Os líderes e apoiadores da Al-Qaeda envelheceram. Muitos foram presos, como Khaled Sheikh Mohamed (projetou e organizou os ataques de 11 de setembro de 2001 e está preso em Guantánamo-Cuba). E outros, mortos espetacularmente no Iraque, como Abu Musab al-Zarqawi.

Para usar a expressão dos agentes da CIA, a next generation já está em ação, a partir do Paquistão. Sua meta é transformar Islamabad num Estado extremista islâmico. O líder da nova geração é Baitullah Mehsud, que no Paquistão e na Ásia Central foi apelidado de "Novo Bin Laden". Com 30 anos, Mehsud é uma espécie de delfim do mentor da Al-Qaeda, que o admira e com quem mantém encontros
. Segundo o ditador presidente do Paquistão, o jovem terrorista é o responsável pelo assassinato de Benazir Bhutto, em dezembro de 2007.












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