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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Caminhar reduz risco de derrame em mulheres



Caminhar reduz risco de derrame em mulheres
Diário da Saúde - Agência Fapesp - 07/04/2010
http://www.diariodasaude.com.br/


Estudo conclui que mulheres que caminham mais ou mais rapidamente têm risco significativamente menor de desenvolver
um acidente vascular cerebral (AVC) - popularmente conhecido como derrame. [Imagem: CDC].




Exercícios contra o derrame

Mulheres que caminham pelo menos duas horas por semana ou que costumam andar rapidamente (5 km/h ou mais) têm risco significativamente menor de desenvolver um acidente vascular cerebral (AVC) - popularmente conhecido como derrame - do que as que não costumam praticar atividade física.

A afirmação é de um estudo feito nos Estados Unidos e que será publicado em breve na revista Stroke, da American Heart Association. De acordo com a pesquisa, os riscos foram menores para AVC em geral e em suas formas isquêmica e hemorrágica.



Caminhar para longe do AVC

As mulheres que caminharam em passos acelerados apresentaram risco 37% menor de qualquer tipo de AVC. As que andaram mais de duas horas por semana tiveram risco 30% menor, ambas em comparação com mulheres sedentárias.

No caso de AVC hemorrágico, os riscos foram 68% menor para as que caminharam vigorosamente e 57% menor para as que andaram pelo menos duas horas por semana.

"A atividade física é um comportamento importante para a prevenção de AVC. Trata-se de um hábito essencial para promover a saúde e reduzir o risco de doenças cardiovasculares. Caminhar é apenas uma forma de atividade física", disse Jacob Sattelmair, da Faculdade de Saúde Pública Harvard, principal autor do estudo.

"Embora a relação exata entre diversos tipos de atividade física e diferentes subtipos de acidente vascular cerebral permaneça desconhecida, os resultados desse estudo específico indicam que caminhar, em particular, está associado com o menor risco de AVC", afirmou o pesquisador.



Exercícios para mulheres

Os autores do estudo acompanharam 39.315 mulheres, com idade média de 54 anos, que participaram de um levantamento nacional sobre saúde feminina. A cada dois ou três anos, as participantes descreveram as atividades físicas conduzidas em horas de lazer no ano anterior.

As atividades envolviam caminhar, correr, andar de bicicleta, fazer exercícios aeróbicos e praticar esportes. Atividades ocupacionais, domésticas ou comportamentos sedentários não foram considerados.

Os ritmos de caminhada foram divididos em nenhum, casual (cerca de 3,2 km/h), normal (4,6 km/h), acelerado (6,2 km/h) e muito acelerado (acima de 6,4 km/h). Nos quase 12 anos em que foram acompanhadas, 579 mulheres tiveram um AVC (473 isquêmicos, 102 hemorrágicos e quatro não identificados).



Acidente vascular cerebral

"O acidente vascular cerebral é a terceira principal causa de morte nos Estados Unidos e uma das principais causas de incapacidade. Por conta disso, é muito importante identificar fatores capazes de modificar riscos", disse Sattelmair.

Segundo o pesquisador, os resultados não se estendem aos homens. "A relação entre caminhar e menor risco de AVC ainda é inconsistente entre homens", disse.










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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Triplica a Aids em Mulheres Acima dos 50







Faixa etária também está entre as que mais resistem ao uso de preservativo, diz ministério. Fabiana Cimieri escreve para "O Estado de SP":

Apesar de a maioria das mulheres brasileiras acima dos 50 anos ter uma vida sexual ativa, 72% delas não usam preservativo nem durante as relações eventuais. Uma das consequências é que a incidência de casos de aids nesta faixa etária triplicou entre 1996 e 2006, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde e divulgada ontem.

Por este motivo, elas foram escolhidas como alvo da campanha de prevenção à doença promovida pelo ministério, cujo slogan será "Sexo não tem idade, proteção também não".

De acordo com dados divulgados ontem, a incidência de aids entre mulheres com idade de 50 a 64 anos passou de 3,7 casos por 100 mil, em 1996, para 11,6 por 100 mil em 2006. No total, 47.431 brasileiros com mais de 50 anos têm aids, dos quais 15.962 são mulheres. Somando todas as faixas etárias, o País registrou até junho do ano passado 506 mil casos da doença.

"O problema é mais do padrão cultural e do machismo que prevalece na sociedade. As relações não são horizontais. É o homem que normalmente estabelece o padrão da relação. É ele quem decide se vai ou não usar camisinha", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que participou ontem do lançamento da campanha, na Cidade do Samba, no Rio.

O Ministério da Saúde pretende distribuir 500 milhões de camisinhas em 2009 - cerca de 40 milhões por mês. Em fevereiro, mês do Carnaval, esse número será de 60 milhões. O governo também comprou 15 milhões de sachês de gel lubrificante para distribuição gratuita.

Temporão rebateu críticas de deputados conservadores que questionaram a compra do lubrificante por considerarem um incentivo ao homossexualismo. "O ministério já compra o gel desde 2001", explicou. "Tem gente que acha que o gel serve só para sexo entre homens. Essa gente não entende nada de sexo", rebateu o ministro.

Segundo a coordenadora do Programa Nacional DST-Aids, Mariângela Simão, o gel terá distribuição dirigida a organizações não-governamentais e alguns grupos, especialmente travestis. No entanto, ela enfatizou que atualmente não há mais grupo de risco, já que o maior crescimento no número de infectados é verificado entre heterossexuais e camadas da população que não eram tão atingidas, como a de homens e mulheres acima dos 50 anos. "Apesar de o número de casos absoluto ser bem menor do que em mulheres de 25 a 39 anos, nas faixas etárias mais velhas a tendência é de crescimento", afirmou Mariângela.

A ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, chamou a atenção para que a falta de preservativo não se deve à falta de informação. "É uma geração pré-aids, que não encara o uso do preservativo como fator de proteção", completou.

Marta McBritton, presidente do Instituto Cultural Barong, ONG que trabalha com a promoção do uso de preservativos, destaca a necessidade de se ter preservativos à venda em locais frequentados pelas mulheres, como salões de cabeleireiros e academias de ginástica, onde elas poderiam se sentir mais à vontade para adquiri-los. "Muitas não querem comprar em supermercados e farmácias".




Comportamento

A pesquisa de comportamento do ministério revelou que 55,3% da população feminina de 50 a 64 anos é sexualmente ativa. De forma geral, elas também não conversam sobre sexo, não acham que sexo está ligado ao prazer e acreditam que o uso de camisinha influirá negativamente na relação. "Sexo com preservativo é comportamento de mulher segura", afirma Mariângela.

Ela recomenda que todas as pessoas que têm dúvida se estão infectadas façam o teste de HIV, vírus causador da aids. Atualmente o governo disponibiliza na rede pública kits de diagnóstico que fornecem o resultado em 15 minutos. Em 2008 foram distribuídos 1,6 milhão de kits. Neste ano será o dobro - 3,3 milhões (O Estado de SP, 14/02).






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sábado, 8 de novembro de 2008

Mãos das mulheres têm mais tipos de bactérias que as dos homens



Imagem da University of Colorado.



Bactérias nas mãos

Um estudo feito na Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, indica não apenas que as mãos humanas têm muito mais bactérias do que se acreditava até agora, como também que as palmas das mãos das mulheres têm uma diversidade significativamente maior de micróbios do que as mãos dos homens.

Os resultados têm implicações para um melhor entendimento das bactérias humanas e devem ajudar a estabelecer uma "base saudável" para detectar diferenças entre os indivíduos quanto a comunidades microbianas associadas a uma grande variedade de doenças, afirma Noah Fierer, coordenador da pesquisa, que foi publicada hoje no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences.



Tipos de bactérias nas mãos

Utilizando poderosas ferramentas de seqüenciamento genético, a equipe descobriu que uma mão típica tem cerca de 150 espécies diferentes de bactérias vivendo nela, afirma Fierer.

Enquanto os pesquisadores detectaram e identificaram mais de 4.700 espécies diferentes de bactérias vivendo nas 102 mãos estudadas, apenas cinco espécies eram compartilhadas por todos os 51 participantes.



Não adianta lavar as mãos

"O incrível número de espécies de bactérias detectadas nas mãos dos participantes do estudo foi uma grande surpresa, da mesma forma que a grande diversidade de bactérias que nós encontramos nas mãos das mulheres", diz Fierer.

O estudo também mostrou que a diversidade de bactérias nas mãos dos indivíduos não é afetada pela atitude de lavar as mãos freqüentemente.



Diferenças das mãos de homens e mulheres

Fierer especula que o pH da pele pode desempenhar um papel crucial na maior diversidade bacteriana nas mãos das mulheres, já que as mulheres têm pele mais ácida, e outras pesquisas mostraram que os micróbios têm uma menor diversidade em ambientes ácidos.

A descoberta também pode se dever a diferenças no suor e na produção das glândulas sebáceas entre homens e mulheres, à freqüência nas aplicações de cremes hidratantes e cosméticos, à espessura da pele e à produção de hormônios.

Outro resultado da pesquisa mostra que as palmas das mãos direita e esquerda dos mesmos indivíduos compartilham uma média de apenas 17% dos mesmos tipos de bactérias.






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sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Mulheres têm menos sinapses que homens



Pesquisa conclui que homens têm densidade sináptica 33% maior em área do cérebro ligado a funções como linguagem,
processamento visual e processos sociais (Inst. Sanger).


Mulheres e homens são diferentes também com relação às sinapses, o ponto de contato entre neurônios onde ocorre a transmissão de impulsos nervosos.

De acordo com um novo estudo, feito na Espanha, os homens têm maior densidade de sinapses em todas as camadas corticais do neocórtex temporal, região envolvida em funções como memória, linguagem e processamento visual. O trabalho será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas).

Há muito tempo cientistas buscam por características anatômicas no cérebro humano que possam explicar diferenças cognitivas entre mulheres e homens, especialmente nas regiões corticais que controlam a percepção espacial e a linguagem.

Estudos anteriores revelaram diferenças na densidade de neurônios e outras particularidades nas células nervosas de cada gênero, mas nada havia sido relacionado a funções ou a comportamentos.

Na nova pesquisa, Lidia Alonso-Nanclares, do Instituto Cajal, na Espanha, e colegas usaram tecido removido logo em seguida a cirurgias realizadas em portadores de epilepsia para explorar as diferenças nos circuitos nervosos entre os sexos.

Os pesquisadores usaram microscópio de elétrons para analisar os tecidos e descobriram que no neocórtex temporal, que também está envolvido em processos sociais e emocionais, as mulheres apresentavam uma densidade sináptica "significativamente menor" que a dos homens.

Considerando todas as camadas da área do cérebro analisada, os homens mostraram uma densidade de sinapses 33% maior do que as mulheres. Em todas as camadas a diferença foi considerável, sendo que na camada de número 5 ela chegou a 57%.

Os pesquisadores espanhóis destacam que pouca atenção tem sido dada às diferenças anatômicas entre os gêneros no nível sináptico, a junção que permite a comunicação entre células. Segundo eles, mais estudos são necessários para entender como essas diferenças influenciam o funcionamento do cérebro.

O artigo Gender differences in human cortical synaptic density, de Lidia Alonso-Nanclares e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em
www.pnas.org.








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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Cresce a incidência de infarto em mulheres



Cresce a incidência de infarto em mulheres

Cleide Quinália - CanalRH - 28/08/2008



Danielli Haddad.
Cardiologista e coordenadora do centro de check-up do Hospital Sírio-Libanês.



Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) da Universidade de São Paulo (USP) mostra que, nos últimos anos, o número de mulheres em posição de comando nas companhias cresceu cerca de 30%. Este indicador explica, em parte, o aumento do número de ataques cardíacos no público jovem feminino. Hoje, o infarto é considerado a principal causa de morte entre as brasileiras.

De acordo com o Ministério da Saúde, na década de 70, de cada dez pessoas que sofriam do problema, apenas uma era mulher. Hoje, esse número subiu para quatro em cada dez infartos. A doença já supera até mesmo os índices de câncer de mama, uma das patologias que mais assustam as mulheres.

Segundo os especialistas, esse aumento pode ser atribuído, em grande parte, ao novo perfil assumido pelas mulheres. De acordo com a cardiologista e coordenadora do centro de check-up do Hospital Sírio-Libanês, Danielli Haddad, ao entrar para o mercado de trabalho a mulher passou a ter uma carga muito maior de responsabilidades.

Somado às preocupações do cotidiano, vem também o estresse decorrente do trabalho. "Pressões por resultados, competitividade, necessidade de estar sempre atualizada, são fatores que foram incorporados ao dia-a-dia feminino", conta a especialista, que acrescenta: "Hoje, além da atenção à carreira profissional, as mulheres também acumulam as funções de mãe, de esposa e de dona de casa; isso acontece porque, apesar das conquistas no mundo corporativo, as relações maritais permanecem as mesmas, ou seja, cuidar dos afazeres domésticos, preparar o jantar para a família e buscar as crianças na escola, por exemplo, continuam sendo, culturalmente, atribuições da mulher", diz.

Danielli explica que, para dar conta de tudo isso, a mulher entra num ritmo frenético e até mesmo atividades simples, como praticar algum exercício físico ou fazer uma refeição balanceada e tranqüila, parecem não caber na agenda do dia.

A saída encontrada para a escassez de tempo é recorrer aos famosos fast foods - ricos em gorduras e extremamente prejudiciais, já que contribuem para o aumento de peso e do colesterol, dois fatores importantes para o desenvolvimento de hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares.

"O excesso de metas a serem cumpridas deixa a pessoa ansiosa, fazendo com que ela se esqueça de cuidar de si própria, e, pior, estimulando a adoção de hábitos pouco saudáveis, como o fumo, cada vez mais comum entre as mulheres", diz. Uma pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, indica que o risco de infarto em mulheres fumantes é seis vezes maior do que nas não-fumantes. Dados estatísticos mostram, ainda, que o fumo é responsável por 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos.

A combinação do fumo ao uso de anticoncepcionais pode resultar também numa fórmula explosiva para o organismo. De acordo com o estudo norte-americano, nesses casos, o risco da mulher sofrer um ataque cardíaco pode ser até 30 vezes maior. A explicação disso está nos hormônios femininos - estrogênio e progesterona - que protegem as mulheres de doenças como o infarto, mas que têm esse efeito reduzido pelo cigarro.

É, aliás, justamente devido à redução desses níveis hormonais que as mulheres ficam mais propensas a problemas cardiovasculares após a entrada da menopausa. O estrógeno promove elevados teores de lipoproteínas de alta densidade (HDL), conhecidas como "bom colesterol", que ajudam a manter as artérias livres de arteriosclerose (acúmulo de gordura no vaso sanguíneo). "Na menopausa, esses níveis caem significativamente, e como a reposição hormonal ainda é uma questão polêmica entre os médicos, o ideal é adotar medidas preventivas desde a juventude", avalia Danielli.



Mudança de hábitos é o primeiro passo


Evitar o infarto é, basicamente, evitar os fatores de risco que podem desencadear o problema. Por isso, a adoção de hábitos mais saudáveis, como alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e atividades de lazer que ajudem a combater o estresse, é sempre indicada para quem quer chegar à terceira idade com saúde e qualidade de vida. "Estudos já mostraram que as chances de ultrapassar os 65 anos de idade dependem em 56% do estilo de vida da pessoa", diz a cardiologista.

Segundo Danielli, antes de qualquer coisa, a mulher precisa avaliar o que ela realmente quer para sua vida e onde espera chegar. "Na ânsia de investir na carreira e obter o sucesso profissional, muitas mulheres acabam deixando de lado outros sonhos, como ser mãe, por exemplo; porém, quando se dão conta disso, os anos podem já ter se passado e elas percebem que estão colhendo os frutos da vida que escolheram", explica. "É bem comum encontrar mulheres que chegam à menopausa sedentárias e com quadros de depressão e obesidade".

A cardiologista conta que, no mundo corporativo, as mulheres podem ser divididas em dois grandes grupos: as executivas de alto escalão e as que ocupam cargos variados na empresa. O primeiro grupo, em função da própria posição que ocupa, tem uma preocupação maior com a imagem. Em geral, são mais magras e dispensam mais tempo para cuidar do corpo e da alimentação. Apresentam, também, níveis de estresse e irritabilidade altos. Já o segundo grupo é formado por profissionais que começam o expediente cedo e não têm hora para ir embora. São aquelas que buscam os filhos na creche à noite e enfrentam uma segunda jornada ao chegarem em casa. Essas são as que mais sofrem, garante Danielli. "Elas se sentem culpadas por não conseguirem cumprir bem todas as metas e acabam se esquecendo de si próprias".

Além da mudança de comportamento e da adoção de "gotas diárias de felicidade" para combater o estresse, Danielli ressalta a importância da realização de check-ups periódicos, principalmente a partir dos 40 anos. Essa avaliação, no entanto, deve ser antecipada quando a mulher tem histórico familiar de infarto ou morte súbita (principalmente em parentes de primeiro grau); pais ou irmãos com aumento do colesterol; sintomas como falta de ar, palpitações e dores no peito; tomadas de pressão freqüentemente acima de 135 x 90 mmHg; é tabagista, diabética, ou está acima do peso; já apresentou doença cardíaca na infância ou simplesmente planeja realizar alguma prática esportiva.

O acompanhamento médico permite um melhor controle do paciente, evitando-se, assim, que eventuais problemas avancem para quadros clínicos mais complicados, diz ela. Segundo a médica, muitas empresas já oferecem programas de check-up, levando em conta justamente os altos índices da doença observados entre executivos. Mas outras ações também contribuem para prevenir o problema, como os programas de qualidade de vida, ginásticas laborais e intervalos para descanso implantados pelas corporações.



O que é e quais os sintomas do infarto


O infarto é a falta de circulação em uma área do músculo cardíaco, cujas células morrem por ficarem sem receber sangue com oxigênio e nutrientes. Ele é causado pelas placas de gordura que entopem as artérias coronárias, interrompendo o fluxo de sangue para o coração.

Os sintomas mais conhecidos são dores no peito, que se estendem para o braço esquerdo, e formigamento. No entanto, outros sinais podem indicar o princípio da doença, como dor abdominal ou lombar, diarréia, suores frios, palidez, náuseas e vômitos. Por isso, é preciso ficar atento a qualquer alteração do organismo. De cada três pessoas que sofrem ataques, uma não sente dores no peito. Em mulheres, idosos e diabéticos, a incidência do sintoma é significativamente menor.



Principais cuidados:



- Fazer check-ups periódicos, principalmente acima dos 40 anos, ou se a pessoa faz parte dos grupos de risco;

- Evitar alimentos ricos em colesterol e o uso excessivo de sal;


- Atenção ao consumo excessivo de álcool;


- Abolir o uso de cigarros e drogas;


- Fazer exercícios físicos sob orientação médica, lembrando que caminhar é melhor do que correr;


- Adotar hábitos de vida mais saudáveis, para combater o estresse;


- Incorporar ao dia-a-dia, atividades que ajudem a relaxar ou proporcionem momentos de alegria, como hobbies, passeios etc.;


- Prevenir ou tratar doenças como diabetes, hipertensão e distúrbios relacionados ao colesterol.

















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segunda-feira, 24 de março de 2008

Mulher Solteira Não Procura Mais



Mulher Solteira Não Procura Mais

Pesquisa Fapesp - Carlos Haag - Eliane Gonçalves - Edição Impressa 145 - Março 2008
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3482&bd=1&pg=1&lg=


Estudo sobre "mulheres sós", na contramão de Wave,
prova que é "possível ser feliz sozinha" e ainda ter amor.


Sob o título sugestivo de "A tragédia das solteironas", uma matéria da Revista da Semana, de 1937, é exemplar na for­ma de abordar o "tema": "Todas têm ódio às moças que se casam. Possuem, em maior ou menor dose, o instinto da maldade. A história de milhares de tragédias conjugais nasce dessas almas torvas, às quais tudo se deve perdoar pelo muito que penaram. Casais felizes devem fugir das solteironas como o diabo da cruz. A Medicina sabe que os enfermos de certas doenças contagiosas têm um prazer satânico em transmitir sua doença às pessoas sadias. Existe, na psicopatologia das solteironas, fenômeno análogo". O tom, dramático e antiquado, pode ter mudado, mas a essência dessas idéias, infelizmente, ainda permanece viva. "A solteirice tem sido recorrentemente representada como uma falta essencial, uma anomalia social, jamais um caminho, entre outros, escolhido como parte de um projeto de vida que pode ser vivido positivamente", explica Eliane Gonçalves, autora da tese de doutorado recém-defendida na Unicamp "Vidas no singular: Noções sobre 'mulheres sós' no Brasil contemporâneo", orientada por Adriana Piscitelli.

Após trabalhar com um grupo de mulheres com idades entre 29 e 53 anos, sem filhos e morando sozinhas há mais de 2 anos, a pesquisadora "contesta a idéia de que as mulheres estão sós porque esperam seu príncipe encantado, foram preteridas em função das mais jovens ou por motivos afins", afirmando que "há escolhas que elas vão fazendo ao longo da vida, como privilegiar a carreira para marcar seu lugar no mundo". Segundo Eliane, sob a lógica do "familismo", que pressupõe o par e o casamento com lugares privilegiados de saúde e felicidade, a mulher "só" é percebida como solitária e infeliz, frustrada e insatisfeita, já que sua existência seria medida e avaliada segundo a perspectiva da mulher casada ou que possui um par masculino. Ainda segundo o estudo, tais conceitos não seriam coisas do passado, como no texto acima. "Nos estudos de população e na mídia, as noções mais proeminentes que atravessam a teoria social e, em menor escala, alguns estudos feministas estão associadas à idéia de 'falta', cristalizada na noção de solidão", avalia.

Para a demografia, continua, a solidão seria efeito de uma diferença culturalmente produzida e materializada na desproporção sexo/idade no mercado matrimonial. Após analisar vários "clássicos" demográficos, entre os quais Pirâmide da solidão? (1986), de Elza Berquó, a pesquisadora teria percebido "as limitações de categorias clássicas consideradas, atualmente, por estudiosos dos estudos de população, insuficientes para analisar e compreender as transformações ocorridas na sociedade brasileira nas últimas décadas". A mídia, por sua vez, continua, "traduz e reinterpreta noções inspiradas nos discursos acadêmicos da demografia ou dos estudos de população e outras áreas disciplinares". Segundo Eliane, atenção especial é igualmente concedida, na mídia, ao que aparece de modo incipiente ou está ausente dos estudos de população: a idéia de sociabilidade como marca de um certo estilo de vida das pessoas que moram sozinhas e a expressão "novas solteiras", caracterização aparentemente restrita a essas produções. "Mídia e demografia apresentam confluências nas análises sobre a necessidade de alguma forma de intervenção externa para favorecer o encontro par/marido, chegando mesmo a fazer sugestões explícitas. Ambas convergem também na forma de analisar o 'morar só' como uma expressão do individualismo que se acentua nessa fase da modernidade, aspecto reforçado por vozes de intelectuais das ciências sociais e das áreas 'psi'".

Os números parecem acompanhar a tendência. Segundo o mais recente World Fertility Report, da ONU, a média global de idade de casamento entre as mulheres pulou de 21,2 anos nos anos 1970 para 23,2 hoje. Nos países desenvolvidos a diferença é ainda maior: de 22 para 26,1 anos atualmente. No Brasil, a pesquisa Sexo, casamento e economia, feita pela Fundação Getúlio Vargas, indicou a presença de cerca de 19 milhões de mulheres com mais de 20 anos que vivem sem marido ou companheiro e que, por isso, têm renda 62% superior à recebida pelas casadas ou informalmente unidas, o que levou a um aumento na "solteirice" de 35% para 38%. Há 30 anos, seis em cada dez mulheres eram casadas.

Na base de tudo estão as conquistas feministas. "Várias das noções atribuídas às mulheres 'sós' nos distintos contextos remetem a algumas idéias proclamadas pelo feminismo. Nos estudos de população, na mídia e nas percepções das minhas entrevistadas, educação e trabalho qualificado e remunerado são considerados a via privilegiada pela qual as mulheres adquirem independência e conquistam autonomia", nota Eliane. Essa ampliação da autonomia, continua a pesquisadora, deu a chance a um grupo de mulheres, educadas e profissionais, de decidir por si mesmas e ter o poder de, inclusive, romper com os estereótipos clássicos da "solteirona". No entanto, segundo ela, é possível observar o efeito da importância dada à conjugalidade e à família quando o morar só, que não modifica o estado civil de alguém, é percebido como um ato de isolamento social, de enfraquecimento das regras de aliança. Assim, observa Eliane, a demografia, mesmo concedendo o conceito do ganho das mulheres, salienta "a problemática da mulher madura, com mais de 30 anos, colocando-a como vítima do excedente de mulheres que disputam, em desvantagem com as mais jovens, reforçando a necessidade do par". É a "pirâmide da solidão".

O conceito fala das chances decrescentes de mulheres mais velhas de se casarem considerando-se as normas sociais vigentes, nas quais os homens procuram parceiras mais jovens, o que traz para as outras faixas etárias superiores o prognóstico de que continuem a viver sozinhas. "Considerar como fatalidade uma mulher que não se casa, qualquer que seja a motivação, denota a centralidade dada ao estatuto do casamento como um valor em si mesmo. A eleição pelo casamento envolve estratégias políticas", adverte a autora. Para ela, a própria Berquó, analisando dados do Censo de 1980, observou que as moradias unipessoais eram ocupadas por homens solteiros e mais jovens e por mulheres mais velhas com maior escolaridade, o que permitiria concluir que, mais do que um desequilíbrio do mercado matrimonial, estaria em ação, nas grandes cidades, uma mudança de estilo de vida. Mas o conceito da pirâmide ganhou vida própria e, por vezes, até vulgarizado e mal compreendido, passou a ser usado de forma indiscriminada como panacéia explicativa.

Há agravantes. Na medida em que a reprodução é considerada em alguns pressupostos demográficos uma função a ser realizada pela família, taxas baixas de fecundidade, vistas como resultado de processos crescentes de escolarização ou profissionalização das mulheres, são encaradas com preocupação pelos demógrafos, um ideal que, observa Eliane, foi abraçado pela mídia que o transforma em valor universal. "Embora Berquó afirme que a demografia tome o indivíduo com unidade de análise, 'família' emerge como uma noção central para os estudos de população, tornando necessário entender como esta noção é usada para caracterizar as 'solteiras' que moram sozinhas". Se o homem solteiro não é questionado, já que sua "solteirice" é presumida como fase transitória livremente escolhida, a "solidão" feminina, por sua vez, é reiteradamente acentuada, nos estudos mais diversos, a partir das informações estatísticas e das noções demográficas. "A 'pirâmide da solidão' passou a ser tratada como verdade inquestionável, uma matriz geradora ou categoria explanans, usada para explicar fenômenos distintos, como o machismo brasileiro, a 'solidão' de jovens sem namorados, de idosas viúvas e, até mesmo, o aumento de venda de vibradores em sex shoppings".

Para Eliane, "ao generalizar conclusões a partir de estudos de base populacional, a demografia contribui para a naturalização de seus pressupostos e estes estimulam a regulação social, como ocorre nas estratégias de intervenção nos assuntos de casamento e da família". Ainda segundo a pesquisadora, o apelo ao "equilíbrio no mercado matrimonial" no paradigma demográfico, cuja preocupação é a reprodução da população, pode ser lido como impositivo, na medida em que incide sobre a elaboração de políticas sociais que reforçam a centralidade da família e contribuem para apagar outras formas de viver, uma tendência em pesquisas nacionais e estrangeiras.

"O estar solteira, na mídia, é visto com mais simpatia quando percebido como um momento transitório de investimento pessoal, e o casamento como um sonho idealizado. Contra a imagem de 'solitária' criou-se a figura da mulher executiva, liberada e auto-suficiente, que presumivelmente não 'sofre' de solidão ou dela escapa, refugiando-se no trabalho e no consumo". Os estudos de Eliane revelam que as matérias sobre as "novas solteiras", terminologia muito usada pelos jornalistas, parecem contestar a imagem estereotipada da "solteira do passado", inovando na descrição das mulheres desacompanhadas (de parceiros homens) por meio de polarizações contrastivas. Elas agora seriam "independentes", "estudadas", "bem-sucedidas", "viajadas", "malhadas", "elegantes", com "intensa vida social". Assim, continua a autora, essas "novas solteiras" estariam colhendo os frutos das conquistas da revolução feminina e feminista e suas falas conferem positividade à "solteirice". "Um outro aspecto contradiz, em termos, as positividades de se estar só, pois recoloca a falta do par, embora expresse uma crítica ao casamento: 'adoro ser independente, mas sinto falta de um companheiro'. Essas noções contraditórias, recorrentes também nos estudos de população, são reforçadas na mídia ao enfatizar que escolaridade e renda funcionam como armas da independência da mulher face ao casamento, mas criam barreiras na conquista de parceiros estáveis".

Há nas entrelinhas a presença incômoda do "sofrimento" e da necessidade do "refúgio" no escritório ou no shopping center como forma de "compensação" pela escolha. "A natureza da falta é apresentada como o não preenchimento dos altos requisitos do 'homem ideal' desejado pelas 'novas solteiras'". Dessa forma, assinala Eliane, a noção mais desenvolvida nos textos da mídia é a da nova solteira que está à "procura de", mas, de certo modo, tanto faz se encontrar ou não um parceiro. Esse tipo de mulher seria enquadrada na categoria de "satisfeita resignada", mulher que deseja, mas não quer abrir mão de certas conquistas para ter a seu lado um "sapo qualquer". "Atualmente a mulher altamente escolarizada e qualificada profissionalmente ainda é pressionada socialmente para casar-se e sua autonomia é apresentada como conflitante com o 'mercado matrimonial', um paradoxo (quase um clichê) recorrente nos discursos da mídia, da demografia e também das mulheres entrevistadas", observa. Como, então, dar conta da autonomia, em especial, como lembra a pesquisadora, nos moldes de A room of one's own (Um teto todo seu), texto de Virginia Woolf, que traduzia a preocupação com a renda anual própria e ao espaço para o desenvolvimento de um trabalho criativo? "A metáfora do quarto ou do teto para si parece uma evocação apropriada no contexto da minha pesquisa, porque, reitero, a experiência de morar só tende a ser mesclada às noções da 'nova solteira' ou da mulher 'independente' e 'moderna' no corpus de noções analisadas", analisa Eliane.

Curioso paradoxo essa imposição a um retorno forçado, após o longo caminho percorrido pela mulher para chegar, com independência, ao mercado de trabalho. "Afinal, se o homem encarna a nova figura do indivíduo livre, solto, senhor de si, a mulher, até há algumas décadas, continuou a ser pensada como um ser naturalmente dependente, vivendo para os outros. A ideologia da mulher no lar foi edificada na recusa de generalizar os princípios da sociedade individualista moderna. Identificada ao altruísmo e à comunidade familiar, a mulher não seria do domínio da ordem contratualista da sociedade, mas da ordem natural da família", observa o filósofo francês Gilles Lipovetsky em seu A Terceira Mulher. Só recentemente, porém, "o trabalho feminino não aparece como um último recurso, mas como uma exigência individual e identitária, uma condição para realizar-se na existência, um meio de auto-afirmação", afirma Lipovetsky. Dessa transformação sem precedente no modo de socialização e de individualização do feminino, uma generalização do princípio do livre-governo de si, uma nova economia dos poderes femininos nasceria a chamada "terceira mulher". "A primeira era diabolizada e desprezada; a segunda, adulada, idealizada, instalada num trono; nos dois casos, subordinada ao homem, pensada por ele, definida em relação a ele. A terceira, por sua vez, é uma autocriação feminina". A liberdade, nota Eliane, "tem sido historicamente considerada uma prerrogativa masculina. No entanto, a liberdade retratada pelas minhas entrevistadas é simbolizada pelo ato repetitivo de circular livremente em um espaço que elas dominam. Sozinhas, elas aprendem a dar conta de si mesmas".

Se observarmos, então, o processo histórico, como propõe Lipovetsky, esse estilo de vida, que se firma cada vez mais nos grandes centros urbanos, sobretudo nas camadas médias, estaria, por sua vez, relacionado com o processo de individualização crescente que se observa nesses segmentos, uma característica da modernidade. Como nota Berquó, este mundo transformado pelas lutas feministas impulsionaria as mulheres "independentes" à autodeterminação, favorecendo determinadas "escolhas" e investimentos em outros projetos individuais e não apenas no casamento. Essa dualidade entre "vida simples comunitária" e "individualismo moderno" pode trazer valorações diferenciadas, em que a primeira opção, cercada de solidariedade, se contraporia à segunda, de caráter "objetivo", "egoísta", "competitivo". Eliane tem ressalvas a essas dicotomias. "Se o individualismo for compreendido como uma busca orientada prioritariamente para si mesmo e não como atomização social, autocentramento ou isolamento, esta noção encontra ressonância nas histórias das mulheres 'sós' entrevistadas", continua a pesquisadora. "Ao lado de um processo de individualização – por exemplo, a idéia de um projeto focado na carreira, que as leva à decisão de morar sozinhas, a princípio por necessidade, depois por adaptação e finalmente por prazer – elas mantêm sólidas relações amorosas, sexuais, de amizade e familiares".

Ainda assim, "embora adotado como um estilo de vida, que as distingue socialmente como mulheres independentes, autônomas e senhoras de si, o morar só não existe fora da vida social mais ampla e está marcado por outros tipos de dependência e contingenciamentos". É possível amar e ser sozinho ao mesmo tempo. Morar só não significa ficar sem par para relações e Eliane é uma crítica ferrenha da insistência da mídia em vincular as mulheres "sós" como privadas de vínculos amorosos e sexuais. Ou, nas palavras da socióloga americana Kay Trimberger, da Universidade da Califórnia, autora de The new single woman, como o estudo de Eliane, baseado em entrevistas com mulheres que vivem sozinhas, "mesmo que elas sintam que gostariam de ter um companheiro(a) fixo(a), elas estão certas de que suas vidas não dependem disso e que há outras formas de viver" e que "a 'solteirice', no futuro, será vista como algo mais do que apenas um intervalo entre relações matrimoniais, se transformando num way of life, com muitas variações, mas um caminho de vida satisfatório com suas demandas e recompensas".

As pesquisas de Eliane também mostraram que a mulher "só" não necessariamente abre mão da maternidade. Afinal, o que nos governa, como nota Lipovetsky, não é um modelo de reversibilidade entre os sexos, mas um duplo modelo individualista, reinscrevendo a diferença masculino/feminino. Dessa forma, o francês também não acredita que a maternidade possa ser abolida desse novo esquema. "As mudanças de excepcional amplitude na condição feminina não modificarão essa constância. Declínio progressivo do papel materno em benefício dos valores profissionais? Nada permite afirmá-lo. Há uma reciclagem histórica do papel materno, não o abandono do modelo". Mais: escolher viver uma estética particular que privilegia o silêncio, o distanciamento calculado e as relações de amor e amizade em bases igualitárias é uma possibilidade acessível a apenas algumas mulheres altamente escolarizadas, profissionais e independentes financeiramente, que podem transitar entre contingências e desejos, avisa Eliane. "Se o single lifestyle e as residências de uma pessoa continuarão a se impor como uma tendência, não tenho uma conclusão, mas, talvez, as solteiras estejam reinventando a 'solidão', transformando-a em 'aventura'", completa a pesquisadora. Nem só, nem mal acompanhada.










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quinta-feira, 20 de março de 2008

Luthan - Hotel só para Mulheres é Aberto no Oriente Médio



Primeiro Hotel só para Mulheres é Aberto no Oriente Médio



O primeiro hotel do Oriente Médio exclusivo para mulheres foi aberto em Riad, na Arábia Saudita, um país onde, de acordo com a lei, as mulheres têm que se cobrir da cabeça aos pés e são separadas dos homens em geral em locais públicos. O público alvo são executivas urbanas em viagens de negócios, mas o hotel também espera receber a visita de estrangeiras residentes no país em seu spa, além de moradoras de Riad que queiram aproveitar os serviços "apenas por diversão".

Apresentando-se como um "hotel butique", o Luthan, que significa "escapada", se oferece como "um refúgio das pressões cotidianas".

Segundo a direção, a resposta a um hotel exclusivo para mulheres tem sido extremamente positiva.



Piscina 24 horas

O prédio conta com 25 suítes e oferece serviços 24 horas por dia, que incluem uma piscina e um spa com aulas de ioga e ginástica.

Nos outros hotéis, normalmente, a piscina tem horários limitados para as mulheres.

Além disso, as hóspedes não precisam vestir o traje islâmico - obrigatório em público - quando estão dentro do hotel.

Segundo a gerente, uma vez no prédio, é como se as mulheres estivessem em qualquer lugar do mundo.

Autoridades do setor de turismo presentes na inauguração encorajaram outras mulheres a investir em hotéis semelhantes em todo o reino.

Já há hotéis exclusivos para mulheres nos Estados Unidos, Berlim e na antiga Iugoslávia. Na Grã-Bretanha, um hotel oferece um andar exclusivamente para as mulheres.

Teerã e Mumbai têm serviços de táxi exclusivos para mulheres.









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quinta-feira, 6 de março de 2008

Maior incidência da aids está em mulheres na faixa dos 40 a 44 anos



Estudo diz que maior incidência da aids
está em mulheres na faixa dos 40 a 44 anos
BrasíliaTempoReal - 06/03/2008
http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=06&mes=03&ano=2008&idnoticia=47502


Na semana em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (Brasília - Brasil) faz um alerta: O sexo feminino é cada vez mais um grupo de risco para a aids na capital do País e as mulheres maduras são as mais atingidas pela doença. Há 11 anos, uma mulher a cada oito homens era portadora do vírus. Entre 2000 e 2007, no entanto, a proporção tem se mantido de uma mulher para cada dois homens infectados.

Além disso, os casos registrados entre o sexo feminino incidem principalmente nas faixas etárias de 40 a 44 anos (30,5 registros para cada 100 mil habitantes) e de 35 a 39 anos (20,4 casos para cada 100 mil habitantes).

"O Distrito Federal segue uma tendência mundial de 'feminização' da aids. Hoje está bem claro que não é uma doença de homossexuais, como se dizia a princípio. A transmissão está ocorrendo através de relações heterossexuais"
, afirma Diva Castelo Branco, que está à frente da Gerência de Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS da Secretaria de Saúde. Ela levanta também algumas hipóteses para explicar o fato de a aids atingir mulheres próximas da maturidade, mais do que jovens e adolescentes no Distrito Federal.

"Pesquisas em todo mundo apontam e temos verificado aqui também que a quantidade de mulheres com parceiros fixos que contraíram a doença está aumentando. E, com parceiro fixo, a mulher se sente constrangida de exigir o uso da camisinha. Verificamos isso mesmo entre garotas de programa, que nos dizem que usam a camisinha com seus clientes, mas não com o namorado. E a mulher madura, em geral, tem mais probabilidade de ter um namorado fixo ou marido do que a jovem de 15, 20 anos", comenta.

Uma outra possível explicação para o fato está ligada a uma situação oposta a do namoro ou casamento estável, e remete à redescoberta da sexualidade por mulheres e homens mais velhos. "Viúvos ou separados recomeçam a vida afetiva, mas, como têm menos familiaridade com a camisinha do que os mais jovens, se expõem mais ao risco", afirma Diva Castelo Branco.

A solução nos dois casos, segundo ela, é um trabalho de conscientização. "A mulher deve deixar de besteira e negociar o uso da camisinha com o parceiro fixo. Não há diálogo aberto entre os casais sobre isso e nossos companheiros, por mais liberais que sejam, ainda agem de forma preconceituosa sobre o assunto", diz a gerente de DST/AIDS.



Dia da Mulher

A Secretaria de Saúde fará um trabalho especificamente voltado para a questão da aids e das doenças sexualmente transmissíveis como forma de lembrar o Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. Neste sábado, haverá distribuição de panfletos e preservativos no Parque da Cidade. Além disso, a Gerência de DST/AIDS terá um stand durante comemorações no Centro de Convenções Ulysses Guimarães programadas para esta semana, além disso, a Gerência de DST/AIDS terá um stand.

A AIDS entre mulheres no DF por faixa etária (casos notificados ao longo do ano de 2006).

15 a 19 anos – 2,9 casos para cada 100 mil habitantes;
20 a 24 anos – 2,1 casos para cada 100 mil habitantes;
25 a 29 anos – 15,3 casos para cada 100 mil habitantes;
30 a 34 anos – 15,3 casos para cada 100 mil habitantes;
35 a 39 anos – 20,4 casos para cada 100 mil habitantes;
40 a 44 anos – 30,5 casos para cada 100 mil habitantes;
45 a 49 anos – 12,5 casos para cada 100 mil habitantes;
50 a 54 anos – 18,7 casos para cada 100 mil habitantes;
55 a 59 anos – 3 casos para cada 100 mil habitantes;
60 anos ou mais – 8,5 casos para cada 100 mil habitantes.









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