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quarta-feira, 13 de maio de 2015
Não sou descendente de escravos... Eu descendo de seres humanos...
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Drauzio Milagres
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segunda-feira, 11 de maio de 2015
Estudo sueco revela segredos para chegar aos 100 anos
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=estudo-sueco-revela-segredos-chegar-100-anos&id=10554&nl=nlds
"O 'fator genético' é mais fraco do que os outros fatores. Portanto, fatores que podem ser influenciados são importantes para uma vida longa". [Imagem: University of Gothenburg]
Agora que o estudo está sendo finalizado, eles verificaram que 10 dos indivíduos atingiram os 100 anos de idade.
Assim, e graças ao rigor do estudo, foi possível tirar algumas conclusões sobre os segredos dessa longevidade.
Vida depois dos 80 anos
Um total de 27% (232) do grupo original viveu até a idade de 80 anos; 13% (111) viveram até os 90 anos. E 1,1% dos indivíduos chegaram ao seu 100º aniversário.
De acordo com o estudo, 42% das mortes após os 80 anos foram ocasionadas por doenças cardiovasculares, 20% por doenças infecciosas, 8% por acidente vascular cerebral (derrame), 8% por câncer, 6% por pneumonia e 16% por outras causas.
Um total de 23% do grupo acima de 80 anos foram diagnosticados com algum tipo de demência.
Como viver bem dos 50 aos 100 anos
"Nossa recomendação para as pessoas que aspiram ao centenarianismo é não fumar, manter níveis saudáveis de colesterol e limitar-se a quatro xícaras de café por dia", disse o Dr. Lars Wilhelmsen, ele próprio envolvido no estudo ao longo dos últimos 50 anos.
Também ajuda se você mora em uma boa casa ou apartamento a partir dos 50 anos - indicando bom nível socioeconômico -, tem boa capacidade de trabalho e sai-se bem em um teste de bicicleta aos 54 anos, ou seja, se entra na velhice com um bom estado físico geral.
Menos genética, mais estilo de vida
"Nossos resultados mostram que há uma correlação com a longevidade materna, mas não paterna. Mas também descobrimos que este 'fator genético' é mais fraco do que os outros fatores. Portanto, fatores que podem ser influenciados são importantes para uma vida longa," concluiu o Dr. Wilhelmsen.
Isto corrobora análises feitas em outras partes do mundo, incluindo a longevidade nas ilhas gregas, assim como as raízes culturais da longevidade japonesa.
Leia também: Longevidade se adquire ao longo da vida.
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Drauzio Milagres
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quinta-feira, 7 de maio de 2015
Impressora 3D pode acabar com testes em animais
pode acabar com testes em animais
Raquel Freire - TechTudo - 07/05/2015
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2015/05/impressora-3d-que-cria-tecido-vivo-pode-acabar-com-testes-em-animais.html
Os famigerados testes em animais podem estar com os dias contados, no que depender da invenção da BioBots.
A startup de biotecnologia acaba de apresentar uma nova impressora 3D que recria tecido vivo e órgãos humanos em miniatura. Atualmente, a técnica está sendo usada em testes de medicamentos e tem apresentado melhor desempenho que nos animais, de acordo com os desenvolvedores.
Em vez de plástico, a impressora 3D da BioBots usa uma tinta especial que pode ser combinada com biomateriais e células vivas para construir tecido vivo. A tinta conta com um composto foto-inicializador que, quando ativado pela luz azul emitida pela impressora, consegue recuperar estruturas biomateriais.
O dispositivo foi demonstrado no palco do TechCrunch Disrupt NY, onde imprimiu uma réplica da orelha de Van Gogh. Apesar de conseguir reproduzir órgãos inteiros, a aplicação não visa a transplantes ou reposição, pelo menos por enquanto. O potencial no curto prazo é ajudar a fomentar terapias personalizadas para tratamento de doenças.
"Podemos tirar células diretamente do paciente e construir tecidos 3D especificamente para esse paciente, e testar diferentes tratamentos, rotinas diferentes de medicamentos e de terapia individualizada para a doença específica do paciente", explicou Danny Cabrera, um dos fundadores da BioBots.
A biofabricação, como é chamado o processo de construção artificial de tecidos vivos, não foi inventada agora. A tecnologia existe há mais de dez anos, mas as impressoras existentes até agora ocupam salas inteiras e são muito caras, com preços entre US$ 100 mil e US$ 500 mil (valores entre R$ 300 mil e R$ 1,5 milhão, pela cotação atual da moeda americana).
O que o dispositivo da BioBots fez foi tornar tudo mais barato. Os primeiros modelos começarão a ser vendidos nos próximos meses, por US$ 5 mil (cerca de R$ 15 mil). A quantia, porém, é para os pesquisadores que estão ajudando no desenvolvimento da impressora.
O preço para o grande público não foi anunciado, mas Cabrera afirma que o aparelho já está pronto para ser empregado na indústria farmacêutica. O primeiro kit de tinta, por sua vez, foi lançado em versão beta com preço de US$ 700 (cerca de R$ 2,1 mil).
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sábado, 2 de maio de 2015
Brasil mantém título de "Campeão Mundial dos Agrotóxicos"
Agência Brasil - Diário da Saúde - 02/05/2015
http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=brasil-mantem-titulo-campeao-mundial-agrotoxicos&id=10552&nl=nlds
Campeão Mundial dos Agrotóxicos
O setor agrícola brasileiro comprou, no ano de 2012, 823.226 toneladas de agrotóxicos, sendo que muitos deles são proibidos em outros países.
De 2000 a 2012, o aumento em toneladas compradas foi 162,32%.
Os dados estão no Dossiê Abrasco - Um Alerta sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde, elaborado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), em evento na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
"Desde 2009 o Brasil assumiu a posição de primeiro consumidor mundial de agrotóxico. O consumo daria 5,5 quilos por brasileiro por ano", disse o diretor da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA), Paulo Petersen.
Monocultura e transgênicos
Petersen explica que esse aumento está diretamente relacionado à expansão da monocultura e dos transgênicos.
"Ao contrário do que vinha sendo propagandeado quando [os transgênicos] foram lançados, que permitiriam que o uso de agrotóxico diminuísse, porque seriam resistentes às pragas, o que se verificou foi o oposto. Não só está usando mais, como está usando agrotóxicos mais poderosos, mais fortes. Nós fomos levados a importar em regime de urgência determinados agrotóxicos que sequer eram permitidos no Brasil para combater pragas na soja e no algodão transgênicos, que foram atacados por lagartas", explicou Petersen.
Segundo ele, 22 dos 50 princípios ativos mais empregados em agrotóxicos no Brasil estão banidos em outros países, além de haver uso além da necessidade técnica e métodos menos tóxicos e eficientes para o controle de pragas. "Estamos em uma situação de total descontrole, o Estado não cumpre o processo de fiscalização como deveria e a legislação para o uso de agrotóxicos também não é cumprida", disse.
Pronara
O Brasil registrou, entre 2007 e 2014, 34.147 casos de intoxicação por agrotóxico, de acordo com o presidente da ABA. Entre os problemas causados por esse tipo de intoxicação estão mal formação de feto, câncer, disfunção fisiológica, problemas cardíacos e neuronais.
Desde a primeira edição, o debate sobre a questão foi ampliado na sociedade civil e também no governo e levou à criação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara), cuja minuta está pronta mas ainda aguarda lançamento oficial pelo governo.
"Nesse debate, nós sustentamos a ideia, já confirmada por vários órgãos oficiais, de que é possível haver uma redução bastante significativa no consumo de agrotóxico no Brasil sem que isso comprometa em nada a eficiência econômica da agricultura brasileira", afirma o pesquisador.
Veja a íntegra da publicação "Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde".
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Drauzio Milagres
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