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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Educação Inclusiva



Educação Inclusiva
O Caminho da Educação de Qualidade

- Patrícia Almeida
-


Diante das discussões levantadas pelos fracos resultados obtidos pelo país no último exame medidor do desempenho da educação mundial (Programa Internacional de Avaliação de Alunos - Pisa 2006), compartilho a tradução de artigo publicado em outubro na revista "The Economist" sobre uma pesquisa da consultoria McKinsey a respeito da qualidade da educação em diversos países. O estudo mostrou o que os países que apresentam melhor desempenho têm em comum, e confirmou o que alguns educadores brasileiros já sabem e defendem - o apoio imediato a alunos com dificuldade de aprendizagem - um dos preceitos da educação inclusiva - é uma das providências que estes países tomam para manter os elevados índices de desempenho.

Depois de conversar com professores de salas de apoio (salas de apoio ou de recurso são classes com serviço de apoio pedagógico especializado dentro das escolas regulares, na qual o professor realiza a complementação ou suplementação curricular, usando procedimentos e materiais específicos) da Secretaria de Educação do Distrito Federal, descobri que apenas 1/3 dos "clientes" dessas salas são crianças com diagnóstico de deficiência. O restante é formado por alunos em situação de risco - aquele que apanha do pai, aquela cuja mãe bebe, aquele que fica o dia inteiro na casa do vizinho ou na rua. Ou seja, crianças em situação de risco e sem ambiente propício para aprender. São esses alunos que, sem o devido apoio, aumentavam os números de evasão escolar e analfabetismo funcional. Se já não saem mais da escola por conta do Bolsa Família, precisamos garantir a eles uma atenção diferenciada para que de fato aprendam o que lhes é ensinado.

Os professores capacitados em ensino especial e educação inclusiva e os bons professores em geral, que acreditam que qualquer criança pode aprender e não se perguntam por quê este aluno não está aprendendo, mas sim como posso fazer para ensinar esse aluno, têm muito a contribuir para a permanência e a progressão destes estudantes nas escolas. Com isso, tiraremos o país da rabeira dos exames de avaliação educacional e, de quebra, formaremos uma nova geração de cidadãos socialmente incluídos.


Tradução do texto abaixo feito por Patrícia Almeida
Patrícia Almeida é jornalista e defensora da Educação Inclusiva




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Educação - Como ficar no topo da lista
18/10/2007 - Da Revista "The Economist"

http://www.economist.com/world/international/displaystory.cfm?story_id=9989914




O Que Funciona em Educação: as Lições, de Acordo com McKinsey

O governo britânico, diz Sir Michael Barber, antigo assessor do ex-Primeiro Ministro Tony Blair, mudou essencialmente todos os aspectos da política educacional na Inglaterra e no Pais de Gales, algumas vezes mais de uma vez. "O investimento em escolas, a gestão das escolas, os critérios curriculares, avaliações e provas, o papel do governo local, o papel do governo federal, o alcance e a natureza das agências nacionais, o ingresso na escola" – você pode citar qualquer aspecto, que ele já foi alterado e algumas vezes mudado de volta. A única coisa que não teve alteração foram os resultados. De acordo com a Fundação Nacional para Pesquisa em Educação não houve (até recentemente) nenhum progresso mensurável nos resultados de alfabetização e matemática nas escolas primárias nos últimos 50 anos.

A Inglaterra e o Pais de Gales não estão sozinhos. A Austrália praticamente triplicou o investimento per capta em alunos desde 1970. Nenhuma melhora. Os gastos norte-americanos quase dobraram desde 1980 e o tamanho das turmas é o menor da história. De novo, nada. Não importa o que e feito, parece que os padrões se recusam a subir. Parafraseando Woody Allen, no que diz em relação aos atores, aqueles que não sabem fazer, ensinam, aqueles que não sabem ensinar, são diretores de escolas.

Por que se importar com isso, você se pergunta. Nada parece fazer diferença. No entanto, alguma coisa deve adiantar. Existem enormes variações nos padrões educacionais entre países. Eles foram medidos e reavaliados pelo Programa para Avaliação Internacional de Estudantes que estabeleceu, primeiramente, que os países que se saem melhor, se saem muito melhor do que os que apresentam o pior desempenho e, segundo, que os mesmos países permanecem no topo da lista ano após ano: Canadá, Finlândia, Japão, Cingapura e Coréia do Sul.

Essas descobertas levantam o que pode ser uma questão proveitosa: o que os países que se saem bem têm em comum? E a resposta se mostrou surpreendentemente insólita. Não é uma questão de mais dinheiro. Cingapura gasta menos por aluno do que a maioria dos países. Nem uma questão de mais horas de aula. Os alunos finlandeses começam a escola mais tarde e estudam menos horas do que em outros países ricos.

Agora, uma organização de fora do mundo da educação – McKinsey, uma consultoria que assessora empresas e governos – foi bravamente aonde os especialistas em educação jamais foram: as recomendações de políticas baseadas nos resultados do PISA*. As escolas, diz a consultoria, precisam fazer 3 coisas: contratar os melhores professores; extrair o melhor deles; e tomar providências assim que os alunos começarem a apresentar dificuldades. Isso pode não parecer exatamente "uma grande novidade" (que é como Andréas Schleider, o chefe do departamento de pesquisa em educação da OCDE descreve a avaliação da McKinsey): as escolas certamente já fazem isso? Para ser sincero, não fazem. Se estas idéias realmente fossem levadas a sério, elas mudariam a educação radicalmente.

Comecemos com a contratação dos melhores. Não há duvida de que, como coloca um funcionário da Coréia do Sul, "a qualidade de um sistema educacional não pode ser maior do que a qualidade de seus professores". Estudos no Tennesee e Dallas mostraram que se se reúne alunos de nível mediano e os 5 professores do topo da lista na profissão, eles acabam tendo desempenho dentro dos 10% mais altos; se você dá os mesmos alunos aos 5 professores do fim da lista, eles acabam no fim da fila. A qualidade do professor afeta o desempenho do aluno mais do que qualquer outra coisa. Mesmo assim, as escolas não contratam os melhores professores. A Nova Comissão de Habilidades da Forca de Trabalho Americana, uma organização sem fins lucrativos, diz que os EUA usualmente recrutam professores do terço mais baixo dos universitários que se formam. A cidade de Washington recentemente contratou uma conselheira para suas escolas públicas de uma organização chamada Ensine para a América, que busca os universitários recém-formados mais bem colocados e os contrata para dar aulas por dois anos. Tanto a sua indicação quanto a da organização provocaram uma revolução.

A opção por não contratar os melhores acontece em parte pela falta de recursos (os governos acreditam que não conseguem pagar por eles), e por outro lado porque outros objetivos são priorizados. Quase todos os países ricos têm procurado reduzir o número de alunos em sala de aula ultimamente. No entanto, se todas as outras coisas continuarem iguais, classes menores significam mais professores pelo mesmo dinheiro, produzindo salários mais baixos e piores profissionais. Isso pode explicar o paradoxo de que, depois da escola primária, parece existir pouca relação entre o tamanho da turma e o desempenho educacional.



Os valores asiáticos são uma boa política?

A McKinsey argumenta que os sistemas de educação com melhor desempenho conseguem atrair os melhores professores. Na Finlândia todos os novos professores tem que ter mestrado. A Coréia do Sul recruta professores primários entre os 5% primeiros universitários recém-formados, Cingapura e Hong Kong entre os 30% melhores. Esses países fazem isso de uma maneira surpreendente. Pode-se pensar que as escolas oferecem salários mais altos e tentam atrair uma grande quantidade de candidatos num programa de treinamento para professores para depois contratar os melhores colocados. Nada disso, diz a McKinsey. Se dinheiro fosse tão importante, então países que pagam os melhores salários aos professores – Alemanha, Espanha e Suíça – presumivelmente estariam entre os melhores. Não estão. Na prática, os países mais bem colocados não pagam mais do que a média. Eles também não selecionam um grande número de estagiários para depois contratar os que têm melhor desempenho. É quase o contrário disso. Em Cingapura, os candidatos passam por uma malha fina antes do treinamento para professor, e o país só contrata o suficiente para o número de vagas existentes. Uma vez que estão lá dentro, os candidatos são empregados pelo Ministério da Educação e têm o trabalho mais ou menos garantido. A Finlândia também oferece treinamento para professores de acordo com a demanda. Nos dois países o magistério é uma carreira valorizada (porque há muita competição para entrar) e há recursos generosos para cada professor estagiário (porque existem poucos deles).

A Coréia do Sul mostra como os dois sistemas podem produzir resultados diferentes. Lá, os professores de ensino fundamental têm que passar por uma formação de quatro anos em uma das 12 únicas universidades indicadas. Para entrar nelas, é necessário tirar notas altas; os postos são racionados de acordo com as vagas. Em contraste, professores de ensino médio podem ter diploma de qualquer uma das 350 faculdades, com critérios de seleção menos rígidos. Isso produziu uma fartura de professores de ensino médio recém-graduados – 11 para cada vaga de professor segundo a última estatística. Como resultado disso, professor de ensino secundário é a profissão menos prestigiada da Coréia do Sul; todos querem ser professores de ensino primário. A lição parece ser que o concurso para professor precisa ser difícil, não mais fácil.



Ensinando aos professores

Tendo boas pessoas, a tentação seria enfiá-los nas salas de aula e deixá-los se virar sozinhos. Por razões que são fáceis de entender, os professores raramente conseguem se capacitar dentro de suas próprias turmas (em contraste, os médicos aprendem muito nos hospitais). Mas os países mais bem sucedidos ainda encontraram meios para superar essa dificuldade.

Cingapura oferece aos professores 100 horas de treinamento por ano e indica professores mais experientes para supervisionar o desenvolvimento profissional em cada escola. No Japão e na Finlândia, grupos de professores visitam as turmas uns dos outros e planejam aulas em conjunto. Na Finlândia eles têm uma tarde livre por semana para fazer isso. Em Boston, que tem um dos sistemas de escola pública que mais progrediu nos Estados Unidos, os horários são organizados de forma que aqueles que ensinam a mesma matéria tenham tempos vagos juntos para planejar as aulas juntos. Isso ajuda a fazer circular boas idéias. Como um educador notou: "quando um ótimo professor americano se aposenta, quase todos os planejamentos e práticas de aula que ele desenvolveu ao longo dos anos se aposenta com ele. Quando um professor japonês se aposenta, ele deixa um legado".

Por fim, os países mais bem sucedidos se destacam não só por quem eles empregam para quando as coisas dão certo, mas também pelo que eles fazem quando as coisas não vão bem, como costuma a acontecer. Nos últimos anos, quase todos os países começaram a dar mais ênfase às avaliações, a maneira mais comum para checar se o desempenho está caindo. O estudo da McKinsey é neutro quanto à utilidade destes testes, indicando que, enquanto Boston promove avaliações em seus estudantes todos os anos, a Finlândia dispensou os exames nacionais. Da mesma forma, as escolas da Nova Zelândia e da Inglaterra e País de Gales, são avaliadas a cada três ou quatro anos, e os resultados são divulgados, enquanto a líder do ranking Finlândia não tem nenhuma avaliação formal e mantém os resultados de auditorias informais confidenciais.

Mas existe um padrão sobre o que os países fazem quando alunos ou escolas começam mostrar queda no rendimento. Os países com melhor desempenho intervém rapidamente e de forma efetiva. A Finlândia tem mais professores de ensino especial dedicados aos alunos que ficam para trás do que qualquer outro país - chega a um professor para cada sete alunos em algumas escolas. Em um ano, por exemplo, um terço do alunado recebe aulas de reforço individuais. Cingapura oferece aulas extras aos 20% dos alunos com desempenho mais baixo e os professores ficam depois das aulas normais - algumas vezes por horas - para ajudar os alunos.

Nada disso é novidade. Mesmo assim, vai contra alguns dos pontos pacíficos não-declarados das políticas educacionais. Basta cutucar um professor ou administrador (ou pai de aluno), para ouvir que é impossível conseguir os melhores professores sem pagar grandes salários; que os professores, por exemplo, em Cingapura têm maior status social por causa dos valores orientais; ou que os estudantes asiáticos são bem comportados e compenetrados por razões culturais. As conclusões da McKinsey parecem mais otimistas: conseguir bons professores depende de como você os seleciona e de que forma eles são capacitados; o magistério pode virar uma opção de carreira para primeiros de turma sem se pagar uma fortuna por isso; e, com as políticas adequadas, escolas e alunos não são condenados a ficar para trás.











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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Igreja Universal é condenada a indenizar mulher por má-fé



Igreja Universal é condenada a indenizar mulher por má-fé
Carolina Brígido - O Globo - 04/12/2007
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/12/04/327449115.asp



Brasília - A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada por receber um automóvel como doação sem o consentimento da proprietária. Segundo o processo, Edilene Ferreira dos Santos estava deprimida e doou todos os bens à igreja por pressão de representantes do templo que freqüentava. Quando não tinha mais nada, pediu à mãe, Gilmosa, para assinar em branco o documento de transferência do carro dela sob o pretexto de que venderia o automóvel para comprar um mais novo. Com o documento, a filha doou para a igreja também o carro da mãe, um Golf ano 1998. Agora, a Universal vai ter que devolver o automóvel e pagar indenização de R$ 10 mil a Gilmosa.


A decisão foi tomada na última sexta-feira pelo juiz Jeová Sardinha de Moraes, da 7ª Vara Cível de Goiânia. Em depoimento, Gilmosa alegou que, ao perceber o que havia acontecido, ela tentou reaver o veículo. Mas teria sido "maltratada, agredida fisicamente e exposta à humilhação por integrantes da igreja". Relatos de testemunhas comprovaram a versão de Gilmosa. Na sentença, o juiz determinou que o veículo fosse restituído imediatamente, com pagamento adicional referente para ressarcir a proprietária de eventual depreciação e desgaste do bem.


A humilhação será compensada com o pagamento da indenização de R$ 10 mil. "A potencialidade da ofensa se eleva mais ainda ao concluir que ocorreu no interior de um templo religioso, onde, objetivamente, espera-se reinar a paz espiritual", escreveu o juiz na sentença. Ainda cabe recurso da decisão.


De acordo com o processo, depois da morte do pai, em janeiro de 2005, Edilene teria caído em depressão. Fragilizada, a filha começou a freqüentar cultos da Igreja Universal do Reino de Deus, onde teria sido pressionada a fazer muitas doações financeiras. Em troca, era prometida a ela "retribuição em dobro". A viúva contou que, antes de doar o carro da mãe, Edilene vendeu todos os utensílios domésticos e móveis dela, inclusive a cama em que dormia, para entregar o dinheiro à igreja.


O juiz convenceu-se da "inconteste" má-fé da igreja ao aceitar um veículo de quem não era proprietária. "A igreja agiu através de Edilene, a qual disse em juízo com todas as letras que, vencida pela pressão pastoral, convenceu sua mãe a assinar o documento de transferência do veículo (DUT), sob o argumento de que o estava vendendo. Edilene não foi contestada pelos representantes da igreja", lembrou o magistrado.










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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Cuidado com o Churrasco



Cuidado com o Churrasco
Ciência Hoje On-line - Fabíola Bezerra - 11/12/2007
http://cienciahoje.uol.com.br/107785

Estudo confirma associação entre ingestão de carne vermelha e incidência de vários tipos de câncer







Ponto para os vegetarianos. Um estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos indica que comer carne vermelha em forma de bifes ou carne processada - como hambúrguer, bacon, lingüiças e salsichas - aumenta o risco de surgimento de tumores malignos não só no intestino, mas também em outros órgãos do aparelho digestivo e no pulmão.

Os resultados do estudo, publicados esta semana pela revista PLoS Medicine, confirmam a associação estatisticamente significativa entre consumo de carne vermelha e câncer no intestino, verificada em estudos anteriores. A nova pesquisa indica que o risco associado a esse hábito alimentar se amplia também ao surgimento de tumores em outros órgãos.

A conclusão vem da análise de questionários aplicados a 494 mil pacientes monitorados pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) que tinham entre 50 e 71 anos. Os pacientes responderam a perguntas sobre seus hábitos alimentares ao longo do ano anterior; eles foram monitorados ao longo dos oito anos seguintes. Nenhum deles tinha câncer quando os questionários foram aplicados; cerca de 53 mil desenvolveram tumores malignos nos anos seguintes.

Para investigar se havia alguma associação estatisticamente significativa entre a incidência de câncer e os hábitos alimentares, os participantes foram divididos em cinco grupos, em função do volume de carne consumida. A comparação entre aqueles que mais comiam carne e aqueles com o menor consumo apontou um maior risco de surgimento de câncer colo-retal, de fígado, pulmão e esôfago. Quando os participantes foram divididos em função do consumo de carne processada apenas, a única associação estatisticamente significativa encontrada foi entre o câncer colo-retal e o de pulmão.



Surgimento do tumor

Os pesquisadores não sabem ao certo como a associação estatística se traduz em escala molecular. "Existem muitos compostos na carne vermelha que são capazes de danificar o DNA", afirma à CH On-line Amanda Cross, autora principal do estudo. Segundo ela, a gordura saturada e o ferro presentes na carne vermelha são substâncias geralmente ligadas à carcinogênese (formação de câncer) por alterarem o balanço energético do organismo e gerarem radicais livres que induzem o estresse oxidativo nas células, o que pode levar ao desenvolvimento de um tumor.


Para Cross, outros agentes químicos, como compostos nitrosos e aminoácidos, poderiam provocar possíveis mutações celulares. "Os compostos nitrosos são formados pelo nosso organismo depois da ingestão da carne. Já alguns tipos de aminas e hidrocarbonetos são formados antes, quando a carne está sendo preparada a temperaturas altas, como em churrascos", diz a pesquisadora.

Segundo os autores, a moderação do consumo de carne poderia evitar até um em cada dez casos de câncer de intestino e pulmão."É importante destacar que estamos lidando com um fator de risco que pode ser modificado e casos que podem ser evitados por uma alimentação mais saudável", ressalta Cross.








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Sociedade divulga relatório sombrio sobre incidência do câncer no mundo

Buraco Negro
Agência Fapesp - 17/12/2007
http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8177


Sociedade Norte-Americana do Câncer divulga relatório sombrio sobre incidência da doença no mundo. Situação é pior nos países em desenvolvimento, onde ocorrerão 61% das mortes por câncer em 2007.

Um novo relatório da Sociedade Norte-Americana do Câncer, divulgado nesta segunda-feira (17/12), traz estimativas sombrias. De acordo com o levantamento, os diversos tipos de câncer serão responsáveis pelas mortes de 7,6 milhões de pessoas este ano, ou cerca de 20 mil por dia.

Além disso, 2007 terá mais de 12 milhões de novos casos da doença. Os números são da primeira edição da Global Cancer Facts & Figures, mais recente publicação da entidade. As projeções são baseadas em dados de incidência e mortalidade da base da dados Globocan 2002, compilada pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc).

O relatório estima que, do total de óbitos, 2,9 milhões ocorrerão em países desenvolvidos, contra 4,7 milhões em nações em desenvolvimento. As regiões mais pobres responderão por 6,7 milhões dos novos casos, ou 55,8% do total.

De acordo com o documento, em países economicamente desenvolvidos os três tipos mais comuns de câncer em homens são, pela ordem, de próstata, pulmão e colorretal. Em mulheres, os tipos são de mama, colorretal e de pulmão.

Nas economias em desenvolvimento, os tipos mais comuns em homens são de pulmão, estômago e fígado. Em mulheres, são: mama, colo do útero e estômago. O relatório destaca que nessas regiões dois dos três tipos da doença em homens (estômago e fígado) e em mulheres (colo do útero e estômago) estão relacionadas com infecções.

Em todo o mundo, cerca de 15% de todas as mortes por câncer estão ligadas a infecções, sendo que o percentual é mais de três vezes maior nos países em desenvolvimento (26% contra 8% nos mais ricos).

"O fardo do câncer está aumentando nos países em desenvolvimento, à medida que diminuem as mortes por doenças infecciosas e a mortalidade infantil. Um número crescente de pessoas vive até idades mais avançadas, quando o câncer costuma ocorrer com maior freqüência", disse Ahmedin Jemal, epidemiologista da Sociedade Norte-Americana do Câncer e um dos autores do trabalho.

"O peso da doença também aumenta à medida que populações nos países em desenvolvimento adotam estilos de vida dos mais ricos, como uso de cigarros, maior consumo de gordura saturada, alimentos com alta densidade calórica e redução nas atividades físicas", destacou.

A pesquisa destaca que as taxas de sobrevivência para muitos tipos de câncer são inferiores em economias em desenvolvimento principalmente por causa da pouca disponibilidade de serviços de diagnóstico precoce e de tratamento
O relatório traz uma seção especial sobre a epidemia do tabagismo. Em 2000, 5 milhões de pessoas teriam morrido em todo o mundo em decorrência do hábito de fumar. Do total, cerca de 30% resultaram do câncer, dos quais 850 mil apenas do pulmão.


Os pesquisadores estimam que o tabaco tenha sido responsável por 100 milhões de mortes em todo o mundo no século 20. O cenário tende a piorar de forma sem precedentes, com a estimativa de que no século 21 o total de mortes pela mesma causa poderá chegar a 1 bilhão - a maior parte nos países mais pobres. O relatório alerta para que o problema seja encarado como uma das maiores prioridades das políticas públicas em saúde.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 84% dos estimados 1,3 bilhão de fumantes no planeta vivem em países em desenvolvimento. Apenas na China são 350 milhões, o que é mais do que a população dos Estados Unidos (cerca de 302 milhões).



Bancos induzem consumidor a erro ao divulgarem cartão de crédito...




Bancos induzem consumidor a erro ao divulgarem cartão de crédito
"isento de tarifas", já que cobrança é "salgada" se ele não for usado



IDEC - Com o intuito de atrair novos clientes para o serviço, é cada vez mais freqüente o anúncio de cartões de crédito isentos de anuidade nas campanhas publicitárias de instituições financeiras. No entanto, é preciso atentar para o fato de que se não há mais a tarifa anual, os bancos encontraram formas de onerar o consumidor pelo uso do cartão.

Aliás, os bancos ousam agora cobrar pelo não uso do cartão de crédito. As instituições oferecem cartões "grátis", mas, em contrapartida, vinculam o benefício ao seu uso assíduo. Se não utilizar o cartão com a freqüência estipulada, o consumidor tem de pagar "tarifa de inatividade", também denominada por alguns bancos como "tarifa de manutenção".

As instituições insistem em negar que as tarifas de manutenção e de inatividade sejam "substitutas" da anuidade e cobradas para compensar o não pagamento da taxa convencional. A afirmação parece duvidosa, uma vez que os cartões de crédito usuais (que arrecadam anuidade) emitidos por esses bancos não cobram tais tarifas quando o serviço não é utilizado.










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FHC Quer Ver Lula Sangrar



FHC Quer Ver Lula Sangrar

Paulo Henrique Amorim - Máximas e Mínimas 821 - 13/12/2007
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/470001-470500/470245/470245_1.html



. No auge da crise do "mensalão" (que ainda estar por provar-se), Duda Mendonça confessou que recebia dinheiro do PT no exterior.

. Naquele momento, como se sabe, a oposição pensou e quase pediu, na hora, o impeachment do Presidente Lula.


. O Presidente Lula quase caiu.

. E só não caiu, porque a oposição, sob a liderança do senador Agripino Maia, do PFL, preferiu seguir a linha do "sangramento".

. Em sucessivas reuniões no modesto e diminuto apartamento do Farol de Alexandria em Higienópolis, em São Paulo, a oposição discutiu a crise do mensalão (que ainda está por provar-se).

. E a oposição se deixou levar pela tese do "sangramento".

. Quem defendeu o "sangramento" foi o Farol.

. O Farol não queria que Lula caísse antes do fim do primeiro mandato.

. O vice José Alencar assumiria e o processo político poderia se desenvolver com razoável normalidade.

. O Farol queria fazer Lula sangrar, sangrar até a última gota de sangue até chegar à eleição sem forças.

. Desmoralizado, enfraquecido, Lula perderia.

. Quem o esmagaria nas urnas?

. O Farol de Alexandria, que seria conduzido ao Palácio do Planalto nos braços de um povo sedento de ordem e progresso – sobretudo progresso, que é o ponto forte dos tucanos.(*)

. É essa tese do "sangramento" que o líder Arthur Virgilio Cardoso abraçou.







. FHC não tem compromisso com o PSDB.

. FHC não tem compromisso com Serra.

. FHC não tem compromisso com Aécio.

. FHC não tem compromisso com o Brasil.

. O compromisso de FHC é com FHC. (Clique aqui para ver o que Tancredo Neves achava do Farol de Alexandria).

. FHC não pode entrar para a história como uma nota de pé de página, na companhia dos presidentes neo-liberais que afundaram a América Latina: Salinas, Fujimori e Menem. (Clique aqui para ler)
.

. FHC não pode entrar para a história e ser comparado com o sucessor, um líder metalúrgico, nordestino, que, segundo ele, não sabe falar português. (mas, quem fala "melhor preparado" é FHC...)
.

. Os números do Governo FHC perdem ao se comparar com os de Lula – Qualquer número.


. O Farol tem que impedir que a História permita a comparação.

.
FHC precisa que Lula sangre.


. Se for preciso, FHC joga numa mesma fogueira o PSDB, Serra, Aécio – e o Brasil.

. É uma questão de vida ou de morte – para FHC.

(*) Progresso que se pode ver em São Paulo, onde os tucanos governam há 12 anos: a construção do Rodoanel, a despoluição dos rios Pinheiros e Tietê, a construção do metrô, o desmantelamento do PCC e, por sugestão do leitor Roberto Souza, "a maravilhosa educação do Estado de São Paulo".



OBS - FHC (o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) é chamado de Farol de Alexandria por só jogar luzes para o passado.











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Bolívia: Os golpistas tiram a máscara


R e p a s s a n d o:


Bolívia:
Os golpistas tiram a máscara


- Aula de história -


Envio estes comentários sobre a situação da Bolívia porque me pareceram claros e colocam os fatos históricamente em seqüência compreensível para todos. É difícil termos esta informação na mídia que transmite informações parciais, pontuais, desestruturadas e tendenciosas....


Bolívia: Os golpistas tiram a máscara

Bolívia: Quem são os golpistas?

13/12/2007



O presidente Lula estava coberto de razão quando exclamou em Buenos Aires, em uma das cerimônias da posse de Cristina Fernandes de Kirchner, que Evo Morales "foi a coisa mais extraordinária que aconteceu recentemente na América do Sul". Poderíamos acrescentar que para a Bolívia foi a coisa mais extraordinária que aconteceu em seus cinco séculos de existência.

A Bolívia tinha muita prata nas minas das montanhas de Potosi. Na época colonial, a prata de Potosí foi, durante mais de dois séculos, a principal alavanca do desenvolvimento capitalista da Europa. "Vale um Potosí", se dizia, para elogiar o que não tinha preço. Em meados do século dezesseis, a cidade mais povoada, mais cara e que mais esbanjava no mundo brotou e cresceu ao pé da montanha que manava prata. Essa montanha, o chamado Cerro Rico, devorava índios. As comunidades se esvaziavam de homens, que de todas as partes marchavam prisioneiros, rumo à boca que conduzia aos buracos escavados. Do lado de fora, temperaturas de gelo. Do lado de dentro, o inferno. De cada dez que entravam, somente três saíam vivos. Mas os condenados à mina, que pouco duravam, geravam a fortuna dos banqueiros flamengos, genoveses e alemães, credores da coroa espanhola, e eram esses índios que faziam possível a acumulação de capitais que converteu a Europa no que a Europa é. O que ficou na Bolívia, de tudo isso? Uma montanha oca, cheia de buracos, uma incontável quantidade de índios assassinados por extenuação e uns quantos palácios habitados por fantasmas.

No século dezenove, quando a Bolívia foi derrotada na chamada Guerra do Pacífico, não só perdeu sua saída ao mar e ficou encurralada no coração da América do Sul. Também perdeu seu salitre. A história oficial, que é história militar, conta que o Chile ganhou essa guerra; mas a história real comprova que o vencedor foi o empresário britânico John Thomas North, Sem disparar um tiro nem gastar um centavo, North conquistou territórios que haviam sido da Bolívia e do Peru e se converteu em um dos homens mais ricos do mundo, no "rey del salitre", que era então o fertilizante imprescindível para alimentar as cansadas terras da Europa. Saiu todo o salitre da província de Antofogasta, então pertencente à Bolívia, ficaram os buracos, e os salitreiros na miséria.

No século vinte, a Bolívia foi o principal abastecedor de estanho no mercado internacional. Na profundidade dos buracos escavados nas montanhas de Huanuni, Oruro, o implacável pó de salitre matava por asfixia. Os pulmões dos trabalhadores apodreciam para que o mundo pudesse consumir estanho barato. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Bolívia contribuiu à causa aliada vendendo seu mineral a um preço dez vezes mais baixo que o preço de sempre. Os salários dos trabalhadores se reduziram a nada, houve greve, as metralhadoras dispararam fogo. Simón Patiño, dono do negócio e amo do país, não teve que pagar indenizações, porque a matança por metralha não é acidente de trabalho. Don Simón pagava cinqüenta dólares anuais de imposto de renda, mas pagava muito mais ao presidente da nação e a todo o seu gabinete. Vivia entre Paris e Londres onde se refinava o estanho. Suas netas e netos ingressaram na nobreza européia. Casaram-se com condes, marqueses e parentes de reis. Quando a revolução de 1952 destronou Patiño e nacionalizou o estanho, era pouco o mineral que restava. Ficaram os buracos, e os mineiros imersos na secular miséria. (1)

A Bolívia está cheia de gás e petróleo. Seu povo, cansado de séculos de exploração, miséria e racismo, contudo escaldado dos buracos deixados pela predatória exploração de suas riquezas naturais, resolveu eleger o índio aimara, Evo Morales. E o fez com a expressiva votação de 53,74%, porque Evo prometeu e cumpriu anterior plebiscito, nacionalizando o gás e o petróleo. Hoje, passado ano e meio, só com esta medida a receita fiscal passou de 300 milhões para 2 bilhões de dólares anuais. E mais, porque Evo prometeu que uma nova constituição iria refundar a Bolívia, pacífica e democraticamente, garantindo os direitos das populações indígenas, majoritárias no país, dos mineiros, dos trabalhadores e do povo em geral, modernizando o Estado. Aprovada em referendo a Constituinte, convocou-se eleições gerais para a Assembléia Constituinte e novamente os apoiadores de Evo Morales, o partido Movimento ao Socialismo (MAS) e partidos menores aliados alcançaram a maioria, 164 de 255 deputados constituintes. Estabeleceu-se um prazo para que os trabalhos constituintes se completassem e a nova Constituição fosse levada a referendo popular.

Mas as oligarquias brancas da Bolívia não toleram que um índio os governe e governe a nação. Não engoliram a nacionalização do gás e do petróleo, porque isso implicou em barrar os muitos negócios escusos que se faziam com as grandes corporações. Não admitem uma carta magna em que nações indígenas sejam reconhecidas e tenham sua própria autonomia. As oligarquias não querem perder os seus seculares privilégios e vão até as últimas conseqüências, a força bruta inclusive, para mantê-los.

As classes exploradoras costumam alardear a defesa da liberdade e da democracia, porém quando os seus interesses são atingidos mandas às favas a democracia, sem a menor cerimônia. Dizem que democracia não é só o voto, que um de seus pilares é o respeito às minorias. Todavia a minoria deve também respeitar a maioria e é esta quem governa. A oposição, baseada nos governadores eleitos - antes eram nomeados pelo poder central - para 5 das 9 províncias do país, e no partido de direita Podemos, largamente derrotado nas ultimas eleições presidenciais, começou por boicotar os trabalhos da constituinte alegando inúmeros pretextos: a questão da maioria qualificada para aprovar artigo por artigo da Constituição - pelo regulamento aprovado são necessários dois terços dos constituintes para aprová-lo e o MAS mais os partidos aliados não atingiam essa cifra; a disputa pela capital do país entre Sucre e La Paz, uma divergência histórica.

Passou-se mais de ano e os trabalhos constituintes não saiam do impasse. Aproximando-se do prazo fatal de sua promulgação, os constituintes foram convocados e se reunir em Sucre na Assembléia local para dar continuidade aos trabalhos. Uma violenta manifestação organizado pelos comitês cívicos, compostos, liderados e apoiados pela oligarquia ameaçou fisicamente os constituintes e nos embates de rua resultaram três mortos, fato ainda a ser esclarecido. Diante da grave ameaça à incolumidade física dos constituintes, a Assembléia se transferiu a um quartel onde o texto geral foi aprovado por 138 dos 255 constituintes. A oposição radical, liderada pelo ex-presidente Quiroga, líder do partido Podemos boicotou a sessão. Foi designada nova sessão para 8 de dezembro o prazo fatal das conclusões dos trabalhos era 14 de dezembro –a fim de se discutir artigo por artigo na Universidade de Oruro. A oposição mais radical de novo a boicotou, embora alguns poucos de seus membros resolveram comparecer: 164 foram os presentes nessa nova sessão. Eram 64,3% da composição total e faltavam 2,3%. Diante da postura antidemocrática, chantagista e provocadora da oposição, os constituintes presentes resolveram que aos artigos passassem a ser aprovados por dois terços dos presentes.

Legítima e democrática reação. A voz do povo clamada reiteradamente em praça pública e nas urnas tinha de ser ouvida. A campanha vitoriosa à presidência de Evo pregou exaustivamente a convocação de uma Constituinte. Em referendo especifico o povo a confirmou. Foram convocadas eleições constituintes para que os deputados eleitos escrevessem uma nova constituição. Era uma ordem do povo de quem emana, numa democracia, todo o poder. E foi aprovada a Constituição que será levada a referendo confirmatório, com uma única questão a das terras, a ser dirimida no mesmo pleito.

Nesse momento, desencadeou-se o fundamentalismo reacionário e o radicalismo da direita e da oligarquia boliviana: a chantagem da secessão dos estados de Santa Cruz, Beni, Pando, Tarija e Cochabamba cujos governantes se opõem raivosamente a Evo, tendo um deles, Rubem Costas, governador de Santa Cruz, dito que "aquela constituição, aprovada sob a mira de fuzis, não passa de um papel higiênico usado, e bem usado"; a greve de fome iniciada por alguns dos oposicionistas tentando sensibilizar a população; grupos juvenis fascistas armados de Santa Cruz de la Sierra que agridem comerciantes e populares que não compactuam de suas idéias e ordens; listas de nomes são colocados às paredes e postes denunciando a "traição" dos parlamentares que compareceram às discussões na constituinte.

Os opositores são cada vez menos, mas cada vez mais violentos. Contam em sua ação com o apoio político e logístico da embaixada norte-americana em La Paz. Não são as regiões que querem autonomia e sim alguns dirigentes dessas regiões. O povo quer a unidade nacional, também já expressa em voto.

Desesperada, a oligarquia aposta na desestabilização, no caos institucional e na derrubada do governo. Seus representantes foram bater às portas do quartel. Receberam uma resposta pública tendo o Comandante Geral das Forças Armadas, general Wilfredo Vargas ratificado seu respaldo ao presidente legítimo da nação boliviana: "As Forças Armadas não cederão diante das insinuações golpistas daqueles que promovem a violência, a partir de seus feudos". Do exterior, pela voz dos presidentes, transcrita na Declaração de Buenos Aires, a Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Honduras, Paraguai, Uruguai e Venezuela também saíram em defesa de Evo, expressando solidariedade com o povo e o governo, manifestando confiança na capacidade das forças políticas bolivianas para manter um clima de diálogo e entendimento, rejeitando tentativas de enfraquecer a estabilidade das instituições e do governo eleito democraticamente.

Evo vem insistindo publicamente no diálogo, tendo proposto inclusive uma trégua natalina. Porém, se a oposição desprezar o diálogo e, apoiada na mídia ativamente a seu favor, insistir no plano golpista da sedição, do desabastecimento, do separatismo, do caos e da derrubada do governo, o governo Evo Morales com base em sua legitimidade e apoiado pelos mineiros, camponeses, trabalhadores urbanos, pelos sindicatos e forças populares organizadas, tem o dever e o direito constitucional, valendo-se, se preciso, do uso da força, de impedir a sedição e o separatismo e o golpe de Estado, garantindo a unidade nacional, a democracia, as liberdades e a ordem pública.

(1) Eduardo Galeano in O país que quer existir (artigo de 1993)





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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Juiz de Nova York quer ver provas de suborno de Daniel Dantas


Juiz de Nova York quer ver provas
de suborno de Daniel Dantas
Paulo Henrique Amorim - 11/12/2007 - Máximas e Mínimas 804
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/469501-470000/469883/469883_1.html



Daniel Dantas



. Reportagem do excelente repórter Samuel Possebon, da Teletime News, mostra que a Justiça de Nova York (atenção: de Nova York!) exigiu que Daniel Dantas mostre as provas de que o Citibank subornou dois juízes brasileiros para prejudicar Dantas.

. Um deles, o presidente do Superior Tribunal de Justiça.

. A Justiça brasileira, como se sabe, trata Dantas com luvas de pelica.

. O tratamento só não é mais cortês do que o dispensado pelos colunistas do PIG...

. Mas, a Justiça de Nova York...

. Veja o que diz Possebon sobre o tratamento que a Justiça de Nova York dispensa a Daniel Dantas:



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Teletime News - 10/12/2007
Últimas Notícias - 21h31
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Juiz estabelece cronograma para julgar Dantas em NY em 2008

Começa a se aproximar da reta final o processo que o Citibank move nos EUA contra o grupo Opportunity em Nova York, e pelo qual o banco norte-americano pede pelo menos US$ 300 milhões de Daniel Dantas a título de indenização por gestão fraudulenta, quebra de dever fiduciário entre outras acusações. O juiz Lewis Kaplan, da Corte de Nova York, que conduz o processo, estabeleceu o cronograma para alguns procedimentos que precedem o julgamento final. Em resumo, as partes terão até o dia 1 de maio de 2008 para revelar todos os fatos relacionados ao processo, até o dia 14 de julho para entregar as análises dos experts, e o pedido de pré-julgamento deverá ser feito até o dia 28 de julho de 2008. Ou seja, o julgamento deve acontecer no segundo semestre do próximo ano. Atualmente, o processo está em fase de depoimentos. As partes também estão travando uma disputa feroz para que sejam reveladas provas das acusações feitas nas peças de acusação e defesa de ambos os lados. Nesse aspecto, assim como em todas as outras decisões de Kaplan até o momento, o Citibank está levando a melhor.



Acusação de suborno

O banco norte-americano pede uma série de informações que o grupo de Daniel Dantas não vem entregando desde meados de 2006. O Opportunity, por exemplo, acusa o Citibank de ter corrompido o ex-presidente do STJ, Edson Vidigal, e a juíza Márcia Cunha, da 2ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Vidigal e Márcia Cunha foram os responsáveis por algumas das poucas decisões na Justiça Brasileira desfavoráveis a Daniel Dantas na disputa com os fundos de pensão e com o Citibank. Vidigal, à época presidente do STJ, foi quem deu liminar garantindo aos fundos e ao Citi o afastamento de Dantas da gestão da Brasil Telecom, em setembro de 2005. Márcia Cunha foi a juíza que derrubou, em caráter liminar, o acordo guarda-chuva, ou "umbrella-agreement", pelo qual Dantas manteria o controle sobre os recursos dos fundos de pensão mesmo demitido. Há inclusive decisões da CVM que classificam o acordo umbrella como abusivo. Mesmo assim, o TJ do Rio reverteu a decisão de Márcia Cunha e hoje o acordo guarda-chuva só não permite a volta de Dantas ao controle da BrT porque há uma ordem expressa de Lewis Kaplan impedindo isso, de Nova York. Após decidir desfavoravelmente contra o Opportunity, Márcia Cunha foi colocada sob suspeição pelo grupo de Dantas, que a acusou de não ter escrito a sentença e distribuiu dossiês contra a magistrada. Márcia Cunha foi totalmente absolvida das acusações. Em Nova York, contudo, Dantas continua acusando Márcia Cunha e Edson Vidigal de terem sido parte de um esquema de suborno do Citibank. O Citi pede as provas. Dantas diz apenas que tem uma testemunha secreta disso mas que só aceita mostrá-la para alguém da diretoria do banco que não tenha nenhum envolvimento com os negócios no Brasil. O Juiz Lewis Kaplan, por sua vez, determinou que Dantas entregue todas as provas e evidências que tiver.



Opportunity Fund na mira

Outra informação pedida pelo Citibank e que Dantas será obrigado a abrir é a relação de cotistas do Opportunity Fund, de Cayman. Isso porque o Opportunity disse que todos estes investidores foram prejudicados quando o Citi demitiu Dantas da gestão de seus recursos no Brasil. O Citibank alega que no Opportunity Fund há, entre os cotistas, os próprios executivos do Opportunity. Kaplan mandou Dantas entregar ao processo todas as informações sobre o Opportunity Fund, ainda que os dados fiquem reservados aos advogados.



Sem informações

Já Daniel Dantas também pediu uma ordem de Kaplan para forçar o Citibank a entregar uma série de informações, entre elas qualquer documento ou dado que comprovem que o Citi tenha participado de um esquema político para demiti-lo. Uma das teses defendidas por Dantas no processo de Nova York é que ele é vítima de um grande esquema de vingança política e corrupção envolvendo o PT. O Citi diz que essa alegação é apenas uma manobra para ganhar tempo e fugir do objeto do processo, que são as acusações de fraude, gestão temerária entre outras, e que podem levar Dantas a uma condenação. O juiz Lewis Kaplan negou ao grupo Opportunity o direito de exigir judicialmente os supostos documentos que buscava. Kaplan escreveu em sua ordem: "A moção do Banco Opportunity S/A para obrigar a produção dos documentos está negada. Os pedidos em questão são, no mínimo, excessivamente amplos. E parecem quase que totalmente desenhados para obter evidências para outras disputas, no Brasil, tendo relação apenas tangencial, se muito, com esta disputa". Vale lembrar que Dantas já tentou recurso à Corte de Apelação dos EUA, para tirar o processo das mãos de Kaplan, mas o apelo foi negado. Samuel Possebon - Teletime News.



Mulher violentada por padres nos EUA recebe indenização



Mulher violentada por padres nos EUA
recebe U$ 500 mil

O Globo - 05/12/2007

EFE - Washington - A arquidiocese católica de Los Angeles pagará uma indenização de US$ 500 mil a uma mulher que denunciou ter sido abusada sexualmente por sete padres, informou na terça-feira a rede de televisão CBS.

Em entrevista coletiva em Los Angeles, Rita Milla, de 46 anos, disse que a indenização foi resultado de negociações com a arquidiocese que se estenderam durante mais de duas décadas.

- Estou extremamente feliz e aliviada. Nunca poderei fugir das lembranças e sempre estarei lutando contra o trauma a que fui submetida - disse.

Segundo Glória Allred, advogada de Milla, a sua cliente tinha 16 anos quando o padre Santiago Tamayo fez insinuações sexuais e manteve relações com ela. Depois apresentou a então adolescente a outros seis sacerdotes, que abusaram sexualmente dela. Um deles a deixou grávida, acrescentou.

Confirmada a gravidez, Tamayo ofereceu a Milla dinheiro para ir às Filipinas e abortar. Pouco antes de morrer, em 1999, o sacerdote pediu desculpas e apresentou as provas que incriminavam os outros padres, acrescentou a advogada.

Um tribunal do estado determinou em 2003 que o padre Valentine Tugade era o pai da filha de Milla. A arquidiocese não comentou o caso.








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sábado, 8 de dezembro de 2007

Detetives Cegos



Europa tem nova arma no combate ao terrorismo:
Detetives cegos
Lerparaver - 31/10/2007



Sacha Van Loo, 36, não é um policial comum. Ele carrega uma bengala branca, em vez de uma arma. E, pelo barulho de um motor em uma gravação, pode discernir se um suspeito está dirigindo um Peugeot, um Honda ou uma Mercedes. Van Loo é uma das novas armas da Europa na luta global contra o terrorismo e o crime organizado: um Sherlock Holmes cego, cuja deficiência o permite encontrar pistas que os outros detetives não vêem. "Ser cego me forçou a desenvolver os outros sentidos, e minha força como detetive está em meus ouvidos", diz ele de seu escritório na Polícia Federal Belga.

Van Loo, homem magro que nasceu cego, é um dos seis policiais cegos na unidade pioneira especializada na transcrição e análise de gravações de grampos em investigações criminais. Lingüista que aprendeu servo-croata por diversão, ele lamenta não ter o direito de carregar uma arma no serviço nem de fazer prisões. Mas seu sentido de audição é tão agudo que Paul Van Thielen, diretor da Polícia Federal Belga, compara seus poderes de observação aos de um "super-herói".

Quando a polícia escuta um suspeito de terrorismo fazendo uma ligação, Van Loo pode ouvir os tons discados e imediatamente identificar o número. Ao ouvir o eco da voz nas paredes, ele deduz se o suspeito está falando de uma sala de aeroporto ou de um restaurante lotado. "Tive que treinar meu ouvido para saber onde estava. É uma questão de sobrevivência para atravessar a rua ou entrar em um trem", disse ele.

"Algumas pessoas podem se perder no barulho de fundo, mas como sou cego, divido a audição em diferentes canais. São esses detalhes que podem ser a diferença entre resolver ou não um crime". Sua deficiência, diz ele, também lhe deu a força emocional para lidar com o estresse do trabalho. "Ouvi criminosos planejando assassinato, traficantes fazendo planos de entregar drogas, homens brigando. Ser cego me ajuda a não me deixar afetar porque tenho que ser duro".

A unidade cega de polícia, que entrou em operação em junho, originou-se após Thielen ouvir falar de um policial cego na Holanda. Ele estava procurando formas de melhorar a integração com a comunidade e fez a conexão de que os cegos podem se provar mais adeptos a ouvir e interpretar grampos do que quem vê. A idéia, diz ele, ganhou força após o governo belga aprovar uma lei há alguns anos dando à polícia maiores poderes de usar grampos na investigação de 37 áreas de crime, incluindo terrorismo, homicídio, crime organizado e seqüestro de menores.

A polícia também reconheceu que policiais cegos como Van Loo poderiam ser particularmente valiosos em investigações de combate ao terrorismo, porque as gravações de grampos de ligações telefônicas ou de microfones colocados nas casas de terroristas, muitas vezes são abafadas por fortes barulhos de fundo, requerendo um ouvido altamente treinado para discernir as vozes. Além de seus ouvidos altamente desenvolvidos, Van Loo também é tradutor treinado que fala sete línguas, inclusive russo e árabe - um talento que o torna indispensável, segundo Grignard. "Você precisa de todos os recursos em uma investigação de terrorismo, e um policial cego poliglota pode ser uma arma poderosa".

A polícia belga ficou impressionada com o número de cegos que se inscreveram para as vagas. Altas notas nos testes de audição foram pré-requisito para o cargo, como ter no mínimo 33% de cegueira. Van Thielen se lembra que o recrutamento de cegos teve outros desafios. Como eles seriam usados quase exclusivamente para investigações de grampos, e a força não queria expô-los a situações de perigo, receberam um status especial sob a lei de 2006 para trabalhadores forenses que dá aos civis alguns poderes de polícia, mas os proíbe de fazer prisões ou carregar armas. Van Thielen também enfrentou resistência de outros veteranos da força, que achavam que ter colegas cegos seria um fardo. Outros não sabiam como se comportar na frente de cegos. Para acalmá-lo de suas preocupações, Van Thielen criou sessões de treinamento especiais com voluntários cegos. "No princípio, quando os membros da polícia ouviram que cegos iam trabalhar ali, riram e me disseram que éramos uma força policial, e não uma obra de caridade", disse Van Thielen. "Mas a postura mudou quando os policiais cegos chegaram e mostraram sua determinação de trabalhar duro e de serem úteis".

Quando Van Loo transcreve uma gravação, usa fones de ouvido e passa o dedo indicador em uma longa faixa de caracteres em braille na base do teclado, cujos caracteres se alteram para replicar o que está na tela, desligada. Quando ele sai, carrega um aparelho de GPS da polícia, com voz que o dirige ao destino, rua por rua. Cindy Gribomont, diretora de treinamento da Liga de Braille de Bruxelas, instituto para cegos que ajudou no recrutamento da polícia, diz que superar os preconceitos dos empregadores é seu maior desafio. "Os empregadores precisam ser estimulados, porque têm medo de empregar pessoas com deficiências."

Van Loo, de sua parte, diz que continua determinado a não deixar sua deficiência dominá-lo. "Ser cego não é sempre muito fácil", disse ele. "Não me concentro nisso. Não nego tampouco. É trágico, contudo, que um policial cego seja visto como exceção".









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Governo reduz número de serviços bancários tarifados



Governo reduz número de serviços bancários tarifados
Portal Exame - 06/12/2007 - Renata Veríssimo, Fábio Graner e Fernando Nakagawa
http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0145617.html


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou hoje (06/12/2007) que o Conselho Monetário Nacional (CMN) resolveu disciplinar a cobrança de tarifas bancárias. Essa nova regulamentação do sistema, segundo o ministro, reduzirá o número de serviços que podem ser cobrados dos clientes. Do total de 55 tarifas básicas atualmente existentes, só restarão 20. Além disso, o governo também determinou a padronização dos nomes dessas 20 tarifas em todos os bancos. O objetivo é permitir que o consumidor possa comparar o quanto cada banco cobra pelo serviço.

"Estamos dando mais transparência a esse mercado, que é imperfeito. O cliente precisa ter mais precisão no que ele está pagando", disse o ministro em entrevista coletiva à imprensa, ao lado do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Mantega explicou que tem se multiplicado o número de serviços oferecidos pelos bancos e com isso tem aumentado o número de tarifas. Além disso, o ministro da Fazenda acredita que há uma dificuldade dos clientes em saber quanto estão pagando por esses serviços e de fazer a comparação entre os bancos porque há uma heterogeneidade no preço da tarifa de um mesmo serviço cobrada pelos diversos bancos. Mantega disse que também há um aumento intempestivo das tarifas sem um cronograma determinado, o que deixa o cliente perdido. "O cliente fica perdido nesse emaranhado de tarifas", afirmou.

Outra dificuldade apontada por Mantega é a do cliente saber quanto paga de juros pelos serviços. Ele explicou que muitas vezes ao lado dos juros cobrados em financiamentos estão tarifas que ocultam juros maiores.









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Entenda como surgem as doenças para prevenir-se



Entenda como surgem as doenças para prevenir-se
Medicina Tradicional Chinesa
Boletim Vya Estelar de 07/12/2007 - Jou Eel Jia
http://www1.uol.com.br/vyaestelar/medicinatrad.chinesa.htm



Para não ficar doente é preciso harmonizar o mundo interior


Segundo a MTC, a causa de todas as doenças tem origem em três alterações no organismo, onde uma se desencadeia em grau evolutivo para a subseqüente.

1ª) Alteração: desequilíbrio energético;

2ª) Alteração: desequilíbrio fisiológico ou funcional;

3ª) Alteração: anatômica. Exemplos: câncer no seio, úlcera gástrica...

Por essa razão não basta somente tratar da doença, deve ser tratada a sua causa quem tem sua origem inicial no desequilíbrio energético de algum órgão do corpo.

Quando o nosso Ch'i (energia) está estagnando e não flui perturba a nossa consciência e o nosso bem-estar, gerando o processo de adoecimento. Por isso o Ch'i equilibrado melhora nossa fisiologia orgânica e aumenta nossa imunidade.

Com isso a pessoa tem uma vida mais saudável e equilibrada.



Mas por que acontece isso?

Porque segundo a MTC, os órgãos do corpo estão relacionados ao que sentimos:

- A energia do coração se relaciona com a alegria e ansiedade;

- A energia do pulmão se relaciona com a depressão e a tristeza;

- A energia do fígado se relaciona com a raiva e o rancor;

- A energia do rim se relaciona com o medo e o pânico;

- A energia do baço-pâncreas se relaciona com a racionalização e a preocupação.

Vamos tomar como exemplo a úlcera gástrica. Para acontecer essa alteração anatômica, teve que acontecer em primeiro lugar uma alteração energética do baço-pâncreas, órgão relacionado ao sentimento de racionalização e preocupação.

Se a causa não for tratada, o problema pode se transferir para um outro órgão de choque e a pessoa adquirir por exemplo síndrome do colo irritável.

Como a manifestação fisiológica acontece antes da anatômica, é comum a pessoa fazer um exame de endoscopia, por exemplo, e o diagnóstico dar negativo, embora a pessoa já esteja doente. Isso porque o exame não detectou os dois primeiros estágios.



Mas como tratar então?

Dieta saudável, uma boa noite de sono, atividade física, contato com a natureza ou um final de semana num paradisíaco hotel-fazenda e qualquer atividade que o ajude a harmonizar o seu mundo interior é o caminho.

A filosofia da Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é uma filosofia de harmonia em relação ao nosso ser. Antes de tudo isso, a MTC trabalha um conceito comportamental com os seguintes elementos: simplicidade, gratidão, o momento presente e a ausência de desejo ou expectativa. Esses elementos quando presentes ou ausentes no cotidiano, refletem respectivamente o que é de fato viver bem e viver mal. Explico.



Por que as pessoas vivem mal?

As pessoas vivem mal porque assumem muitas obrigações e cada uma dessas obrigações gera excesso de expectativa em relação a: vencer, ganhar na vida, ter bens materiais, glória, honra, nome, prestígio...

Por tudo isso se paga caro. Para se viver bem assumem muitas obrigações, pois adquirir esses bens traz o ilusório conceito de felicidade. O preço que se paga para se "viver bem" acaba sacrificando outros bens, como a harmonia entre você e o mundo que o cerca.

Por exemplo, um indivíduo para ser presidente de uma empresa se mata de trabalhar. Assim, viver acaba se tornando uma obrigação e um peso nas costas, tudo em função da expectativa que a pessoa atingiu e agora deseja manter.



O que é preciso para se viver bem?

É preciso se voltar para o conceito do mundo interior. As pessoas se esquecem de vivenciar a gratidão. O simples fato de se estar respirando a plenos pulmões já é uma grande dádiva.

O conceito de se viver bem reside na simplicidade: um prato de comida bem preparado, uma cama limpa e seca, sem essa expectativa ou desejo de querer ter sempre mais e mais, é o suficiente para transformar o simples ato de viver numa tarefa mais fácil.

Isso não significa que não se deva buscar suas conquistas, que não se deva deixar de lutar, mas sim, lutar sem querer cobrar resultados ou se punir pelo resultado não alcançado.

Por exemplo, você conquistou um Fiat Uno 2008, não sofra pelo Mercedes que não conseguiu comprar agora; curta o que você conquistou. Novamente está aí o exercício da autovalorização e gratidão.



Ambição, talento, autoconhecimento e autoconfiança

Não tenha ambição acima de seu talento. Quando seu talento não alcança a sua ambição, você sofre por causa da expectativa gerada. Se você não tem talento para ser um pianista que dá concertos internacionais, agradeça por ter o dom de tocar para você ou para os amigos; se não tem como chegar na presidência da empresa, contente-se com o cargo de chefia. Isso não significa conformismo ou modéstia, mas sim saber valorizar e agradecer pelas suas conquistas. Mas se você tem autoconfiança e certeza que dá para chegar lá; se você tem aquele 'insight' tipo 'eu posso', vá em frente, mas sem se apegar aos resultados.

A pessoa que tem autoconhecimento sabe trabalhar melhor o seu próprio caminho e não deixa a ambição e a vaidade tomarem o lugar dela.

Preste atenção no ar que você respira, viva o momento presente, por isso esse momento tão precioso é chamado de presente, aprecie a flor de um jardim, saboreie cada refeição. E agradeça a Deus sempre por você ser quem você é e ter o que você tem. Seu amor à vida ira aumentar e, como já disse, será mais fácil viver.



Tratamento pela MTC

- Acupuntura, Lien Ch'i, fitoterapia, dietoterapia, meditação.

Obs: Esses tratamentos podem ser aliados à psicoterapia


Atenção! - Este texto e esta coluna não substituem uma consulta
ou acompanhamento de um médico e não se caracterizam como sendo um atendimento.






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