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quarta-feira, 4 de março de 2009

Gaza e os Crimes de Guerra de Israel






"A única fonte de otimismo, a meu ver, continua sendo a coragem dos palestinos para resistir. Foi por causa da Intifada e porque os palestinos se recusaram a capitular diante dos israelenses que chegamos à mesa de negociação - e não apesar de tudo isso, como alguns insistem em dizer. O povo palestino vai continuar se opondo aos assentamentos ilegais, ao exército de ocupação, aos esforços políticos para pôr um ponto final em sua aspiração legítima de ter um Estado" (Edward Said).


Quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em dezembro de 2008, que a crise no Oriente Médio demonstrava falta de coragem da ONU por conviver com suas resoluções sabotadas pelos Estados Unidos, setores da imprensa nativa acusaram o governo brasileiro de assumir um viés claramente antiamericano. Passadas duas semanas, com a morte de aproximadamente 900 palestinos, sendo que 200 eram crianças, fatos e falas parecem dar razão ao presidente. Dois pronunciamentos, em especial, merecem destaque. Não só pelos autores como pelos aspectos comuns implícitos.

De um lado, a alta comissária de Direitos Humanos das Nações Unidas, Navanethem Pillay, diz que "há indícios de que Israel cometeu crimes de guerra na ofensiva contra a faixa de Gaza". De outro, o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, condena resolução do Conselho de Segurança da ONU e pede paciência, pois "Israel está se aproximando dos objetivos que se impôs, mas ainda são necessários mais paciência, determinação e esforço".

Por "indícios", Pillary se refere ao bombardeio de uma escola dirigida pela organização no campo de refugiados de Jabaliya, ao ataque a um abrigo para refugiados e à explosão de um caminhão de suprimentos para a população civil. A declaração de Olmert revela a prepotência de um Estado empenhado na "solução final" da questão palestina. À força de "fatos consumados", como a muralha, os assentamentos, a destruição de moradias e plantações, o monopólio das fontes de água e o êxodo contínuo, a chamada "solução de dois Estados", um israelense e outro palestino parece crescentemente insustentável.

Como bem destacou Oswaldo Coggiolla, "a verdade é que só um cinismo sem limites permitiria chamar "Estado Palestino" aqueles guetos de miséria cercados por colonos e militares sionistas, com franca supremacia econômica, política e militar".

Se, desde as eleições do Hamas, a situação da população de Gaza se deteriorou devido às sanções, especialmente americanas e européias - que deixaram mais de 165 mil trabalhadores árabes sem receber salário - e à ação do governo israelense que passou a reter impostos que recolhia e repassava aos palestinos, é uma ilusão imaginar que isso teria sido diferente caso o resultado do pleito fosse outro.

O grande problema da Palestina, onde vivem cristãos, judeus e islâmicos, é que nenhuma regra parecia valer para os desígnios sionistas. Antes da ofensiva, a região era alvo de incursões e operações militares que danificavam a infra-estrutura e deixavam mais distante qualquer sonho de paz.

Em artigo escrito para o The Independent, Sami Abdel-Shafi, relatava que " os foguetes pouco freqüentes do Hamas - disparados do norte de Gaza para o sul de Israel - eram usados pelo governo israelense como justificativa para a guerra desproporcional contra Gaza". O que Sami não escreveu é que a expansão sionista arruinou a agricultura palestina mediante confisco de terras e a imposição de quotas para a exportações ao mercado israelense.

O sistema hidráulico, desde 1982, é administrado por Israel. Enquanto os habitantes palestinos de Gaza e Cisjordânia dispõem de 115 milhões de metros cúbicos de água por ano (19% dos recursos existentes), a economia israelense e os assentamentos judeus dispõem de 485 milhões de metros cúbicos. Diante desse quadro é fácil antever os objetivos de Olmert: dobrar a resistência palestina e, mediante, "negociações" consentir que a OLP administre um gueto, mantendo Gaza separada da Cisjordânia.

O que Navanethem Pillay parece não se dar conta é que o que ela chama de indícios aponta para algo bem mais dramático: Israel, patrocinado pelos Estados Unidos, há muito trabalha pelo enfraquecimento da ONU, seu sistemático desmantelamento e desmoralização como organismo de mediação entre as nações.

Em 2006, quando atacou o Libano, Israel bombardeou uma instalação da ONU, matando quatro de seus observadores, além de ter atacado comboios e campos de refugiados sob proteção daquela instituição. Pillary deve saber que nenhum desses atos recebeu sequer uma condenação formal das Nações Unidas, graças ao veto estadunidense no Conselho de Segurança. É bom lembrar que 30% dos mortos eram crianças com menos de doze anos de idade.

Na cartilha do arranjo geopolítico regional, a definição de crime de guerra depende de quem o executa. E aos que pensam que a história está se repetindo em Gaza, convém fazer um lembrete: não confundam repetição com continuidade. O que Israel proporciona ao mundo não passa de farsa e tragédia. As duas não são excludentes. E o ódio resultante dessa combinação é incalculável.




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Gilson Caroni Filho








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Carta aos Judeus



Carta aos judeus
Frei Betto - Maurício Abdalla - Carta O Berro - 13/01/2009

http://serverlinux.revistaoberro.com.br/pipermail/cartaoberro/2009-January/000239.html



Há mais de 60 anos seu povo clamou ao mundo por solidariedade. Chegou o momento de retribuir, de mostrar que a solidariedade é um sentimento universal.



"Por mais que o governo de Israel e todos os que o apóiam tentem, não irei odiar a vocês, irmãos judeus. Ainda que as tropas israelenses matem centenas de crianças e pessoas inocentes, não irei desejar a morte de suas crianças nem jogar a culpa na totalidade de seu povo.

Mesmo que manchem a Faixa de Gaza com o sangue de um povo, que também corre em minhas veias, metade árabe, não irei revoltar-me contra nenhuma etnia nem julgar que há raças melhores ou com mais direitos que outras, como quer nos fazer acreditar o governo israelense.

Embora eu também queira ouvir as vozes judaicas de protesto contra o
massacre dos palestinos, não deixarei de condenar os que se calaram diante do holocausto judeu. E mesmo que tomem à força a terra do povo árabe, não irei jamais apoiar o confisco dos bens do povo judaico, praticado há tempos pelo governo nazista.

Por mais que o governo de Israel e todos que o apóiam traiam a tradição
hebraica dos grandes profetas que clamaram por justiça e paz, ainda quero manter viva a esperança que eles anunciaram. Mesmo que joguem sua memória na lata de lixo, faço dos profetas do antigo Israel os meus profetas, pois o anúncio da justiça não distingue credos, nações ou etnias.

Sei que muitos de vocês condenam a violência, não apóiam o massacre dos
árabes palestinos, e gostariam que o governo de Israel respeitasse as decisões da ONU e o clamor da comunidade internacional pelo cessar-fogo imediato. Mas, gritem! Se sua voz não for ouvida, acreditar-se-ão com razão aqueles que ainda falam mal de seu povo.

Mesmo que sejam deploráveis todos os anti-semitas, o silêncio dos judeus
diante do massacre perpetrado pelo país que ostenta a estrela de Davi na bandeira pode ser usado como reforço para os argumentos torpes da superioridade racial.

Há mais de 60 anos seu povo clamou ao mundo por solidariedade. Chegou o
momento de retribuir, de mostrar que a solidariedade é um sentimento universal e não restrito a uma etnia. Não deixem o governo de Israel fazer esquecer o quanto vocês sofreram como vítimas, só porque agora ele é algoz e está protegido pela maior potência mundial, os EUA.

Não permitam que a ação de Israel faça parecer que, apesar das
manifestações mundiais de condenação, seu Estado se acredita o único que possui razão, pois era assim que o governo alemão pensava no tempo do nazismo.

Estejam certos de uma coisa: independentemente do resultado da absurda
campanha israelense ou qualquer que seja a posição de seu povo diante da violência e injustiça cometida por aquele país, não irei ceder à tentação do pensamento racista; não irei apagar da minha memória a catástrofe do nazismo e o sofrimento do povo judeu; não irei pensar que há povos que não merecem nação e que devem ser eliminados; não deixarei de condenar o anti-semitismo ou qualquer tipo de preconceito étnico.

Continuarei defendendo a idéia de que todos, sem distinção, somos iguais, e
temos os mesmos direitos: judeus, negros, árabes, índios, asiáticos etc. Manter-me-ei firme em minhas convicções, pois jamais quero me igualar aos governantes de Israel e àqueles que o apóiam".



Faço minhas as palavras de meu querido amigo Maurício Abdalla, companheiro
no Movimento Fé e Política, professor de filosofia da Universidade Federal do Espírito Santo e autor de reconhecida qualidade, como o comprova o texto acima, que tão bem traduz a indignação e a dor de tantos que testemunhamos a guerra do Oriente Médio.

Vários intelectuais judeus têm manifestado indignação frente às operações do Estado de Israel. Tom Segev, historiador e cientista político, escreveu no "Haaretz" que "Israel sempre acreditou que causar sofrimento a civis Palestinos os faria rebelarem-se contra seus líderes nacionais, o que se mostrou errado várias vezes". O escritor Amos Oz sublinhou: "chegou o tempo de buscar um cessar-fogo" , com o que concorda o escritor David Grossman e o ex-chanceler israelense Shlomo Ben-Ami.




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Frei Betto






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domingo, 1 de março de 2009

Quem São os Terroristas em Gaza?



Quem São os Terroristas em Gaza?
Altamiro Borges - Vermelho On-line - 12/01/2009
http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=49405


"A ofensiva de Israel na Faixa de Gaza é terrorismo de Estado. Quando há um atentado contra Israel, é um ato terrorista. Mas quando uma ação do exercito israelense provoca a morte de civis palestinos, é uma 'reação de defesa'? Isso é terrorismo de Estado, me desculpem". Marco Aurélio Garcia, assessor especial do presidente Lula. Por Altamiro Borges.


Altamiro Borges



A incisiva declaração de um dos principais assessores do governo brasileiro gerou forte gritaria de parte da comunidade israelense no Brasil. Até o ministro de "assuntos sociais" de Israel, Isaac Herzog, retrucou em tom presunçoso: "As pessoas deveriam ler mais para conhecer a história". Colunistas da mídia, que não negam seus préstimos, também esbravejaram. O jornalista Carlos Brickmann tentou desqualificar o assessor especial do presidente e propôs que ele fosse "enviado para a França, onde estão os trotskistas que, há 40 anos, influenciaram a sua cabeça stalinista".
A corajosa declaração incomodou tanto porque Marco Aurélio Garcia colocou o dedo na ferida, desmascarando uma das principais peças de propaganda dos sionistas e da sua mídia servil. Na prática, boa parte da imprensa mundial e nativa tenta fixar a imagem de que os palestinos sãos os terroristas. Israel seria apenas vítima indefesa de atentados e agressões. Na "guerra" em curso, a mídia inclusive difundiu a mentira de que Israel foi atacado primeiro em dezembro passado e de que o Hamas rompeu o cessar-fogo ao lançar foguetes contra cidades fronteiriças. Puro engodo!



"Mãos sujas de sangue"
O jornalista inglês Robert Fisk, um dos maiores especialistas em Oriente Médio, já comprovou que foi Israel quem rompeu primeiro o tênue acordo de paz. Além de promover um cerco brutal aos 1,5 milhão de palestinos que superlotam a Gaza, vetando a entrada de alimentos e remédios para isolar o Hamas, que democraticamente venceu as eleições no território em janeiro de 2006, o exercito sionista ainda assassinou militantes deste movimento. "O cessar-fogo foi rompido por Israel, primeiro em 4 de novembro, quando bombardeou e matou seis palestinos em Gaza; e depois, em 17 de novembro, quando outra vez bombardeou e matou mais quatro palestinos".
Para o veterano correspondente de guerra, que já presenciou várias outras atrocidades de Israel, a cumplicidade de governos e da mídia com essas mentiras é vergonhosa. Referindo à matança de crianças e civis inocentes, ele desabafa. "O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e tantos editores e jornalistas tenham acreditado nas mesmas velhas mentiras... Todos os presidentes e primeiros-ministros que repetiram a mesma mentira, como pretexto para não impor o cessar-fogo, têm as mãos sujas de sangue da carnificina".



Operação "chumbo fundido"
Um estudo acalentado do intelectual Michel Chossudovsky demonstra que essa ação terrorista de Israel já estava planejada há tempos. Os foguetes artesanais do Hamas, que nos últimos sete anos causaram 17 mortes - enquanto a alta tecnologia militar israelense-ianque produziu milhares de mortes -, serviram apenas como pretexto. "Os bombardeios aéreos e a presente invasão de Gaza pela forças terrestres israelenses têm que ser analisados num contexto histórico. A operação 'Chumbo Fundido' (Cast Lead) é uma missão cuidadosamente planejada que, por sua vez, faz parte da estratégia militar e do serviço secreto formulada pela primeira vez em 2001".
Segundo revelou o jornal israelense Haaretz, "fontes do establishment disseram que o ministro da Defesa, Ehud Barak, deu instruções às forças militares israelenses para se prepararem para a operação há mais de seis meses, na altura em que Israel negociava o acordo de cessar-fogo com Hamas". Em 8 de dezembro passado, num mau agouro, o vice-secretário de Estado dos EUA, o carniceiro John Negroponte - o que mesmo que organizou os esquadrões da morte na América Central - reuniu-se em Tel Aviv com Meir Dagan, diretor do serviço secreto sionista (Mossad). O genocídio, que até agora gerou quase mil mortes - entre elas, mais de 250 crianças -, já estava em acelerado curso e nada teve a ver com os ataques imprecisos do Hamas.



"Desastre humanitário planejado"
Na opinião de Chossudovsky, a "operação chumbo fundido" não tem como meta maior atingir os alvos militares do Hamas. "Ela pretende, deliberadamente, provocar baixas civis. Trata-se de um 'desastre humanitário planejado' em Gaza. O objetivo de longo prazo, conforme formulado pelos militares israelenses, é a expulsão dos palestinos de suas terras". Visaria "aterrorizar a população civil, garantido a máxima destruição de propriedades e de recursos culturais... A vida diária dos palestinos deveria se tornar insuportável. Eles seriam cercados nas cidades e aldeias, impedidos de exercer a sua atividade econômica normal, afastados dos locais de trabalho, das escolas e dos hospitais. Isso encorajaria a emigração e enfraqueceria a resistência a futuras expulsões".
A operação também é conhecida como "plano Dagan", numa referência ao nome do atual chefe da Mossad. General da reserva, Dagan elaborou o plano expansionista durante a campanha que elegeu o direitista Ariel Sharon como primeiro-ministro, em fevereiro de 2001. Ele já previa que a ação "provocará a morte de centenas de israelenses e de milhares de palestinos", propunha o desmembramento de Gaza e o estímulo à divisão entre as forças palestinas - entre o Fatah e o Hamas. Nomeado diretor do Mossad por Sharon, em agosto de 2002, Dagan foi reconduzido ao cargo por Ehud Olmert e ficou com as mãos livres para desencadear o atual genocídio.



As primeiras bombas sionistas
Segundo Chossudovsky, ainda fazia parte do plano "chumbo fundido" a construção do Muro do Apartheid e o assassinato do líder palestino Yasser Arafat, morto em novembro de 2004. Quando primeiro-ministro, Ehud Barak, que hoje concorre novamente ao cargo, declarou à imprensa que "Arafat é uma séria ameaça à segurança e o prejuízo que pode resultar do seu desaparecimento é menor do que o prejuízo causado por sua existência". Com a vitória eleitoral do Hamas em Gaza, a fase final do plano foi acionada e previa: "invasão do território com cerca de 30 mil soldados israelenses e a missão claramente definida de destruir a infra-estrutura, de arrebatar o armamento atualmente na posse das forças palestinas e de expulsar e matar seus dirigentes militares".
A revelação dos detalhes da "operação chumbo fundido", que a mídia quase não cita, evidencia quem são os verdadeiros terroristas. Este projeto macabro desmistifica a idéia de que Israel é uma vítima inocente, que apenas "protege seus cidadãos num ato de legítima defesa" - como garante o cínico ministro Isaac Herzog. A parte mais lúcida da comunidade judaica deveria fustigar a sua consciência diante destes fatos e atos. Pode ajudar nesta reflexão a lembrança de que os sionistas nunca foram pacifistas inocentes. Em muitos aspectos, eles lembram os nazistas e a tragédia do Holocausto. Já adotaram o terrorismo no passado e hoje exercem o terrorismo de Estado.
Basta recordar, como fez o site Resistir, que "as bombas em cafés foram usadas pelos sionistas pela primeira vez na Palestina em 17 de março de 1937, em Jaffa; bombas em automóveis foram usadas primeiro pelos sionistas de 20 de agosto a 26 de setembro de 1937; bombas em mercados foram usadas primeiro pelos sionistas em 6 de julho de 1938, em Haifa; bombas em hotéis foram usadas primeiro pelos sionistas em 22 de julho de 1946, em Jerusalém; bombas em embaixadas estrangeiras foram usadas primeiro pelos sionistas em 01 de outubro de 1946, em Roma; cartas bombas foram usadas primeiro pelos sionistas em junho de 1947 no Reino Unido".





Israel Passou dos Limites - Crimes contra a humanidade

Israel Passou dos Limites
Mário Augusto Jakobskind - Direto da Redação - 12/01/2009
http://www.diretodaredacao.com/



Mário Augusto Jakobskind

(...)A barbárie que Israel vem cometendo na Faixa de Gaza precisa ter uma pronta resposta da comunidade internacional. A partir de agora, não bastam apenas notas oficiais que não produzem efeitos. Pressionado, Israel comprometeu-se a interromper os bombardeios por três horas diárias, para permitir a entrada de comboios com ajuda humanitária. Nem isso foi cumprido, segundo a própria ONU, que acusou os militares israelenses de atacarem um dos comboios resultando na morte de dois motoristas. Israel nega, mas já negou outras vezes violações dos direitos humanos contra palestinos.


E quais poderiam ser as respostas da comunidade internacional à barbárie israelense? O Mercosul firmou recentemente um acordo comercial com Israel, então por que não suspendê-lo? O governo da República Bolivariana da Venezuela expulsou os representantes diplomáticos e está rompendo as relações com Israel. O chanceler Celso Amorim está percorrendo a região oferecendo o Brasil como mediador entre palestinos e israelenses.


Cada governo com seu estilo. O que não é mais possível é o mundo assistir impassível o que está acontecendo. Na época do apartheid da então racista África do Sul, a comunidade internacional reagiu de forma concreta, sancionando o odioso regime e apressando o seu fim. A pá de cal foi a batalha de Cuito Canavale, quando angolanos e cubanos derrotaram um dos mais poderosos exércitos do mundo, o sul-africano.


Na verdade, mais de 60 anos depois do fim do pesadelo do III Reich, o Ocidente continua respaldando Israel em tudo, numa espécie de complexo de culpa pelo que aconteceu com os judeus naquele período. Certamente o que aconteceu não pode ser esquecido ou ignorado, como querem os revisionistas neonazistas da atualidade, mas daí a aceitar passivamente que os descendentes das vítimas do holocausto vistam a camisa do opressor nazista e repitam os crimes contra a humanidade, desta vez contra um povo sem pátria e vivendo em condições sub humanas, como os palestinos, vai uma grande diferença. Isso envergonha o gênero humano.


Antes que alguém conteste ou critique o jornalista, informo que o autor destas linhas teve familiares assassinados pela barbárie nazista e quer ficar bem com a sua consciência não silenciando diante da repetição de outras barbáries em cenários diferentes.


E nesta guerra desproporcional, civis são os que mais sofrem. O bombardeio israelense de escolas mantidas pela Organização das Nações Unidas em campos de refugiados palestinos de Gaza é, de fato, um crime contra a humanidade. Deve ser apurado com o máximo rigor. Representantes da ONU garantem que Israel tinha sido avisado sobre o perigo que acarretaria uma incursão naquela área e que por lá não havia combatentes do Hamas. Israel justificou o ataque sangrento afirmando que de lá partiam ataques de militantes do Hamas. Será que representantes da ONU fariam tão grave acusação se não tivessem certeza?


O cessar-fogo da ONU não resultou em nada. Israel e Hamas com seus foguetes artesanais ignoraram a resolução aprovada com a abstenção dos Estados Unidos.


Diante deste quadro tenebroso, uma comissão internacional deveria ser formada imediatamente para apurar o que acontece em Gaza. Os responsáveis por este crime contra a humanidade deveriam então ser submetidos a um tribunal internacional. Crimes contra a humanidade não investigados com rigor e mantidos impunes geram mais violência contra seres humanos.


Depois da II Guerra Mundial, os nazistas responsáveis por crimes contra a humanidade foram julgados no Tribunal de Nurenberg e devidamente condenados. Nos dias de hoje existe um Tribunal Penal Internacional para julgar violações dos direitos humanos e crimes de guerra.


O premier Ehud Olmert, a Ministra do Exterior, Tzipi Livni, o Ministro da Defesa Ehud Barak e demais integrantes do governo israelense que deram o sinal verde para os ataques desproporcionais devem responder pelos crimes que estão sendo cometidos contra os palestinos.


domingo, 22 de fevereiro de 2009

Abração de um Cachorrão Amigão





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Que em 2009 você...



(ainda em tempo)



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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Réquiem por Israel? A criação de Israel é um ato de ocupação.



Uma leitura atenta dos textos dos sionistas fundadores do Estado de Israel revela tudo aquilo que o Ocidente hipocritamente ainda hoje finge desconhecer: a criação de Israel é um ato de ocupação e como tal terá de enfrentar para sempre a resistência dos ocupados; não haverá nunca paz, qualquer apaziguamento será sempre aparente, uma armadilha a ser desarmada. O artigo é de Boaventura Sousa Santos.

Boaventura de Sousa Santos


Está ocorrendo na Palestina o mais recente e brutal massacre do povo palestino cometido pelas forças ocupantes de Israel com a cumplicidade do Ocidente, uma cumplicidade feita de silêncio, hipocrisia e manipulação grotesca da informação, que trivializa o horror e o sofrimento injusto e transforma ocupantes em ocupados, agressores em vítimas, provocação ofensiva em legítima defesa.

As razões próximas, apesar de omitidas pelos meios de comunicação ocidentais, são conhecidas. Em novembro passado a aviação israelense bombardeou a faixa de Gaza em violação das tréguas, o Hamas propôs a renegociação do controle dos acessos à faixa de Gaza, Israel recusou e tudo começou. Esta provocação premeditada teve objetivos de política interna e internacional bem definidos: recuperação eleitoral de uma coligação em risco; exército sedento de vingar a derrota do Líbano; vazio da transição política nos EUA e a necessidade de criar um facto consumado antes da investidura do presidente Obama. Tudo isto é óbvio mas não nos permite entender o ininteligível: o sacrifício de uma população civil inocente mediante a prática de crimes de guerra e de crimes contra a humanidade cometidos com a certeza da impunidade.

É preciso recuar no tempo. Não ao tempo longínquo da bíblia hebraica, o mais violento e sangrento livro alguma vez escrito. Basta recuar sessenta anos, à data da criação do Estado de Israel. Nas condições em que foi criado e depois apoiado pelo Ocidente, o Estado de Israel é o mais recente (certamente não o último) ato colonial da Europa. De um dia para o outro, 750.000 palestinos foram expulsos das suas terras ancestrais e condenados a uma ocupação sangrenta e racista para que a Europa expiasse o crime hediondo do Holocausto contra o povo judeu.


Uma leitura atenta dos textos dos sionistas fundadores do Estado de Israel revela tudo aquilo que o Ocidente hipocritamente ainda hoje finge desconhecer: a criação de Israel é um ato de ocupação e como tal terá de enfrentar para sempre a resistência dos ocupados; não haverá nunca paz, qualquer apaziguamento será sempre aparente, uma armadilha a ser desarmada (daí, que a seguir a cada tratado de paz se tenha de seguir um ato de violação que a desminta); para consolidar a ocupação, o povo judeu tem de se afirmar como um povo superior condenado a viver rodeado de povos racialmente inferiores, mesmo que isso contradiga a evidência de que árabes e judeus são todos povos semitas; com raças inferiores só é possível um relacionamento de tipo colonial, pelo que a solução dos dois Estados é impensável; em vez dela, a solução é a do apartheid, tanto na região, como no interior de Israel (daí, os colonatos e o tratamento dos árabes israelenses como cidadãos de segunda classe); a guerra é infinita e a solução final poderá implicar o extermínio de uma das partes, certamente a mais fraca.


O que se passou nos últimos sessenta anos confirma tudo isto mas vai muito para além disto. Nas duas últimas décadas, Israel procurou, com êxito, sequestrar a política norte-americana na região, servindo-se para isso do lobby judaico, dos neoconservadores e, como sempre, da corrupção dos líderes políticos árabes, reféns do petróleo e da ajuda financeira norte-americana. A guerra do Iraque foi uma antecipação de Gaza: a lógica é a mesma, as operações são as mesmas, a desproporção da violência é a mesma; até as imagens são as mesmas, sendo também de prever que o resultado seja o mesmo. E não se foi mais longe porque Bush, entretanto, se debilitou. Não pediram os israelenses autorização aos EUA para bombardear as instalações nucleares do Irã?

É hoje evidente que o verdadeiro objetivo de Israel, a solução final, é o extermínio do povo palestino. Terão os israelenses a noção de que a shoah com que o seu vice-ministro da defesa ameaçou os palestinianos poderá vir a vitimá-los também? Não temerão que muitos dos que defenderam a criação do Estado de Israel hoje se perguntem se nestas condições - e repito, nestas condições - o Estado de Israel tem direito de existir?



Israel - Manter a imprensa afastada não funciona



Manter a imprensa afastada não funciona
Robert Fisk - Observatório da Imprensa - 07/01/2009
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=519JDB010



Reproduzido de O Globo, 06/01/2009; título original "Manter a imprensa afastada de Gaza não funciona".


Do que Israel tem medo? A velha desculpa de "área militar fechada" para impedir a cobertura dos veículos de comunicação durante ocupações de terras palestinas tem sido usada por anos. Mas a última vez que Israel resolveu jogar esse jogo - em Jenin, em 2000 - o resultado foi um desastre. Impedidos de ver a verdade com seus próprios olhos, os repórteres divulgaram a versão dos palestinos, que denunciaram ter ocorrido um massacre promovido por soldados israelenses - e Israel precisou levar anos negando. Na verdade, ocorreu um massacre, mas não na escala inicialmente denunciada.


Agora, o Exército israelense está tentando usar a mesma estratégia. Banir a imprensa. Manter as câmeras longe.

Ontem (segunda, 05/01/2009) pela manhã - poucas horas após o Exército israelense avançar pelo interior de Gaza para matar mais membros do Hamas e, é claro, mais civis - o Hamas anunciou a captura de dois soldados israelenses.

Sem um único jornalista ocidental em Gaza, os israelenses deixaram de dizer ao mundo se essa informação é ou não verdadeira.

Por outro lado, os israelenses são tão cruéis que as razões para banirem a imprensa podem ser facilmente explicadas: há muitos soldados israelenses matando muitos inocentes, provavelmente muito mais do que sabemos. E as imagens da matança seriam fortes demais para se tolerar.

Não que os palestinos tenham feito muita coisa para ajudar.

O sequestro por palestinos de um funcionário da BBC em Gaza, finalmente reivindicado pelo Hamas, fez com que meses atrás redes de TV de todo o mundo considerassem perigoso demais manter correspondentes em Gaza.




Lado sombrio

Voltando aos anos 80, a então União Soviética manteve todos os jornalistas ocidentais fora do Afeganistão.

Aqueles que estavam cobrindo a invasão russa e suas consequências brutais não conseguiam entrar no país, a não ser com a ajuda de militantes islâmicos. Na época, recebi uma carta de Charles Douglas-Hume, que era editor do The Times, para o qual trabalhava, fazendo uma importante observação. "Agora que não temos cobertura regular a partir do Afeganistão", escreveu ele, "ficaria muito agradecido se você pudesse assegurar que as informações mais importantes vindas daquele país estão sendo publicadas. Não devemos deixar os fatos ocorridos no Afeganistão sem registro somente porque não temos um correspondente lá".

Que Israel usa uma velha tática soviética para tentar cegar os olhos do mundo pode não ser exatamente uma surpresa. Mas o resultado é que a voz dos palestinos domina agora as transmissões.

Homens e mulheres palestinos que estão sob bombardeio aéreo e terrestre israelense estão agora contando suas histórias na TV, no rádio e nos jornais como nunca conseguiram contar antes, pois falam em reportagens sem qualquer tipo de avaliação da situação feita pelos correspondentes. Talvez isso se torne uma nova forma de cobertura - deixar os envolvidos contarem suas próprias histórias. O lado ruim, é claro, é que não há ninguém da imprensa ocidental em Gaza para fazer questionamentos ao Hamas, o que é uma vitória para o grupo.

Mas há um lado ainda mais sombrio dessa história. A versão israelense dos fatos tem sido tão acreditada pelo governo Bush que impedir jornalistas em Gaza pode ter se tornado uma questão menor para os militares.



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Robert Fisk





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Israel, um país com as mãos sujas de sangue




Publicado originalmente em Israel News, em 5 de janeiro de 2009 - Tradução: Katarina Peixoto.


As pessoas que jogam nossas bombas não ficam manchadas com sangue. Nosso sistema é simples: não há necessidade de evidência para um julgamento. Uma vez decidamos que alguém é alvo, jogamos uma bomba e ele se foi. Recentemente, o exército adquiriu permissão para matar civis que estejam próximos de um alvo. Isso foi publicado na imprensa, junto à foto de uma sorridente comandante do exército. O artigo é de Shulamit Aloni, ex-ministra da Educação de Israel.




Shulamit Aloni



Os homens do Hamas e seus líderes pertencem ao lado do mal, e seu ódio por nós faz com que eles afastem para longe as inibições racionais de uma liderança consternada com o bem-estar de seus cidadãos. De fato, a conduta do Hamas desde o seu surgimento e de sua eleição vitoriosa subsequente não merece qualquer elogio. Contudo, os residentes da Faixa de Gaza cativos da liderança do Hamas - mulheres, idosos, crianças, estudantes, professores, hospitais, médicos e pacientes - não têm de ser punidos com destruição, morte e privações por causa dos atos desprezíveis de seus líderes.

É questionável se o método de punição adotado pelo Estado de Israel já há alguns anos, alvejando áreas populosas, jogando bombas de uma tonelada em bairros civis, e usando bombas de fragmentação tem algum efeito ou sabedoria.


O Ministro da Defesa declarou que o tempo de guerra chegou, com vistas a pôr um fim no tormento dos foguetes assassinos lançados por Gaza em nossas comunidades. Bem, o exército israelense embarcou na guerra com muito mais força, conhecimento e planejamento para disseminar medo e horror nos líderes e civis de Gaza. E para ele isso deu certo! Com isso o ministro da defesa já ganhou cinco assentos no Knesset, nas pesquisas eleitorais. O ministro da Defesa está feliz e o povo - orgulhoso de seu glorioso exército - já está recorrendo à paixão exagerada e declarando apoio à eleição do herói e de seu partido.

Já abandonaram Gilad Shalit (soldado israelense em poder do Hamas desde 2006)? Por que não aguardam sua libertação antes de embarcarem nessa operação militar? O Hamas exigiu a libertação de prisioneiros, e nós argumentamos que muitos deles têm sangue em suas mãos; nós somos muito mais capazes do que eles, mesmo que essa capacidade chegue a matar e leve a assassinatos. Nas primeiras 24 horas da operação matamos mais de 300 pessoas, inclusive duas meninas inocentes, para não mencionar as vítimas que matamos entre essa operação e outras anteriores.


Por que nosso tão bem organizado exército, com sua excelente capacidade de inteligência, recusou a libertação de prisioneiros palestinos, quando poderíamos mandá-los de volta para casa e mais tarde assassiná-los no calor da batalha? Afinal de contas, já estamos sendo usados para assassinatos por ar, mar, em abrigos ou em bairros populosos. Assassinato - isto é, matar e assassinar.

Além do mais, as pessoas que jogam nossas bombas não ficam manchadas com sangue. Nosso sistema é simples: não há necessidade de evidência para um julgamento. Uma vez decidamos que alguém é alvo, jogamos uma bomba e ele se foi. Recentemente, o exército adquiriu permissão para matar civis que estejam próximos de alguém escolhido com alvo; isso foi publicado na imprensa há umas duas semanas, próximo à foto de uma sorridente comandante do exército.

Não há dúvida de que se o ministro da Defesa tivesse antes assegurado a libertação de nosso soldado cativo ele teria ganhado mais do que cinco assentos no Knesset. Talvez ele viesse a ser coroado como o rei de Israel.

A capacidade do povo de ser levado por uma onda de zelo patriótico por causa da operação do exército israelense é espantosa. Eu lembro como, tendo embarcado na segunda guerra do Líbano em 2006, muitos dos meus sãos e esclarecidos amigos gritaram com alegria: "Finalmente, uma guerra justa". Eu creio que todos nós lembramos como isso terminou.

Então, por que nós, durante o período de calmaria, não nos engajamos num diálogo direto ou indireto, a fim de estender a trégua ou de assegurar um acordo melhor?


* Shulamit Aloni é uma militante da esquerda israelense, fundadora do Ratz (Movimento pelos Direitos dos Cidadãos), foi líder do partido Meretz e ministra da Educação do Governo Itzhak Rabin, entre 1992-1993. Defensora da separação entre estado e religião, foi forçada a renunciar ao cargo, mas readmitida como Ministra das Comunicações e da Ciência e Cultura onde serviu até 1996, quando se retirou das atividades político-partidárias.








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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Fogo Sobre Gaza - A Futilidade do Mal






Revelou-se um tiro na água o esforço israelense de controlar a informação sobre a ofensiva na Faixa de Gaza. Nem o uso intensivo da blogosfera e das novas mídias - comparadas a um "campo de batalha" por um porta-voz do exército de Israel - para justificar a guerra ao Hamas parecem ter dado ao país o apoio da opinião pública internacional, nem o bloqueio do acesso da imprensa ao território atacado a impediu de relatar a destruição e o sofrimento infligidos ao seu 1,5 milhão de habitantes.

Para o leitor brasileiro, isso há de ter ficado claro a partir de duas substanciosas matérias da Folha sobre a guerra e a comunicação ("Israel veta jornalistas e propaga sua versão sobre ação em Gaza", no sábado, 3, e "Veto israelense motivo apelos de jornalistas à criatividade", na segunda-feira, 5).

A primeira, produzida na redação com despachos de agências e textos de jornais estrangeiros, dá uma idéia do aparato montado por Israel para ocupar os espaços na internet, entre outros materiais, com vídeos sobre os ataques dos mísseis do Hamas a cidades do sul do país, violando o cessar-fogo em vigor desde junho - o motivo declarado para a ofensiva desencadeada em 27 de dezembro.

Israel criou um Diretório Nacional de Informações que se transformou numa "plataforma de cooperação de todas as entidades que lidam com relações públicas", nas palavras do seu chefe ao diário britânico Guardian.

Essas agências alimentam o YouTube com cenas não só de alvos israelenses do Hamas, mas também de ações, presumivelmente escolhidas sob medida, em Gaza.

A propaganda parece ter esquecido, no entanto, de que a imprensa em Israel é livre. O jornal Haaretz, considerado o melhor do país, tirou o gás das imagens difundidas pelo governo de um caminhão atingido pela aviação israelense, que estaria transportando foguetes do Hamas. Eram tanques de oxigênio usados numa fundição.

No domingo, Israel levou jornalistas estrangeiros a "um tour pelas áreas atingidas" na cidade de Sderot, conta o enviado especial do Estado Gustavo Chacra. "Mas quem circula de forma independente tem dificuldades para ver sinais de destruição causada pelo Hamas", escreveu. "Sderot parece estar intacta".

O importante, de qualquer modo, é que a propaganda já não afeta as cristalizadas percepções sobre o conflito israelense-palestino. Salvo entre os americanos, inabalavelmente alinhados com Israel, a devastação e as mortes em Gaza só deram mais argumentos aos críticos do país que de há muito já não consegue que o vejam como vítima do fanatismo e do terror islâmico.

O Haaretz noticiou outro dia que o Exército israelense destacou oficiais fluentes em árabe para dar entrevistas à Al-Jazeera e outras emissoras da região. Não será por isso que a chamada "rua árabe" se mostrará receptiva à versão do inimigo. Já os governos árabes não precisam disso para desejar o pior para o Hamas - cujo único aliado no mundo muçulmano é o Irã - enquanto, com a costumeira hipocrisia, condenam em termos duros o novo ultraje israelense.

A segunda das mencionadas matérias da Folha, esta do enviado especial Marcelo Ninio, descreve a exasperação dos jornalistas "espremidos em uma pequena colina", do outro lado da Faixa de Gaza, à espera da autorização de Israel para entrar no território invadido. "É absurdo", protesta o veterano Ben Wederman, da CNN. "Não dá para acreditar no argumento israelense de que a proibição é por motivos de segurança. Me parece óbvio que o objetivo é limitar a cobertura".

Parece óbvio também que a restrição é inócua. Não só porque ela não atinge a Al-Jazeera, que tinha já uma equipe em Gaza, mas principalmente porque a censura não pega no celular - e todo repórter que se preza tem alguém no território que lhe conte a quantas anda a tragédia.

Sem falar que os movimentos pacifistas israelenses e as organizações estrangeiras de direitos humanos têm eles próprios os seus contatos entre a população palestina sitiada e repassam os fatos que lhes são narrados. (Se divulgam exageros, quem sabe no número de civis mortos, especialmente crianças, Israel só tem a culpar a si mesmo pela propaganda adversa).

Se é que a expressão tem lugar em mais esse quadro de horrores, a boa notícia vinda de Gaza é a de que, graças à tecnologia da informação, a mordaça está perdendo outra batalha.







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