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domingo, 26 de abril de 2015

Técnicas infalíveis de como dar prazer a uma mulher - Testadas e aprovadas


Contribuição de José Luiz Mendes:



Técnicas Infalíveis de Como dar Prazer a Uma Mulher


Em geral os conselhos relacionados ao assunto raramente rendem o sucesso esperado. Mas não é o caso destas cinco técnicas infalíveis. Quer deixar sua parceira "louquinha" de prazer? Comece seguindo estes conselhos. (Atenção: Segredos revelados por uma mulher).



Técnica nº 1: Mãos Molhadas

Sim, a técnica das mãos molhadas. Certamente a mais popular entre as mulheres.
Tão simples. Tão excitante. Você vai deixá-la sem fôlego! Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha. Certifique-se que ela consegue ver muito bem tudo que você faz. Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. (Existem muitos aromas que podem ser utilizados - maçã, limão, lavanda - escolha o que quiser. Se estiver em dúvida, experimente o 'neutro'). Segurando uma esponja macia, submerja suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada. Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato. Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo. Enxágüe o prato com água limpa e coloque-o para secar Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer.



Técnica nº 2: Vibrando pela Sala

Esta técnica utiliza o que para muitas mulheres é considerado um "brinquedinho".
É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer. Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado. Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo. Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta. Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás... por todo o carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área. Vá mudando gradativamente de lugar. Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.



Técnica n° 3: A Camiseta Molhada

Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros.
Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua performance a todas as amigas dela. Você precisará de duas pilhas de roupas sujas. Uma com as roupas brancas, e outra com as coloridas. Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante). Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina... uma de cada vez... devagar. Feche a tampa e ligue o 'ciclo completo'. Enquanto você vê sua companheira babar de desejo por você, essa é uma ótima oportunidade para pôr em prática a Técnica nº2. Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas. Atenção: Se nesse ponto ela começar a gritar algo como: - "Sim! Sim! Ai! Isso! Ai mesmo! Oh meu Deus! Não pára! Não pára não!" Não pare. Continue até que ela esteja exausta de prazer.



Técnica nº 4: O que sobe, desce

Esta é uma técnica muito rapidinha.
Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir. Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso. Ao terminar, abaixe novamente. Faça isso todas as vezes. Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.



Técnica nº 5: Gratificação Total

Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher.
Esta técnica leva algum tempo para aperfeiçoar. Empenhe-se com afinco. Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite. Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa. Aprenda a fazer uma refeição completa. Seja bom nisso. Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou). Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa. Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, proceda com a Técnica nº1. Preste atenção nela pois o estado de satisfação será extremamente alto, podendo causar coma repentino.











quarta-feira, 22 de abril de 2015

Ame Apenas... - de Madre Tereza de Calcutá


Ame Apenas...

Madre Tereza de Calcutá








10 razões para descomemorar os 50 anos da rede globo








Era para ser uma festa de arromba, com eventos se sucedendo em todo o país. Grande parte do que a TV Globo preparou para comemorar seu cinquentenário, a ser completado no domingo (26/4), está mantido, mas, sem dúvida, não terá o mesmo brilho de outras épocas. Depois dos problemas verificados durante a sessão solene da Câmara dos Deputados em homenagem à emissora, em que três militantes em prol da democratização da comunicação tiveram que ser retirados por seguranças, as festas em locais abertos ou de acesso público estão sendo repensadas. Os cuidados se justificam.

Nunca a audiência da TV Globo, centro do império da família Marinho, esteve tão baixa. O Jornal Nacional, seu principal informativo, que chegou a ter 85% de audiência, agora não passa dos 20%. Suas novelas do horário nobre estão perdendo público para similares da TV Record. No dia 1º de abril aconteceram atos em prol da cassação da concessão da emissora em diversas cidades brasileiras. O realizado no Rio de Janeiro, em frente à sua sede, no Jardim Botânico, foi o mais expressivo e contou com 10 mil pessoas. Número infinitamente maior participou, no mesmo horário, do tuitaço e faceboquiaço "Foraglobogolpista".

Artistas globais e a viúva de Roberto Marinho integram a relação de suspeitos de crimes de evasão fiscal e serão alvo de investigação pela CPI do Senado, criada para analisar a lista de mais de oito mil brasileiros que têm depósitos em contas secretas na filial do banco HSBC, na Suíça. Este escândalo internacional envolve milhares de pessoas em diversos países. A diferença é que fora do Brasil o assunto tem tido destaque e é coberto diuturnamente, enquanto aqui, a mídia, Globo à frente, prefere ignorá-lo ou abordá-lo parcialmente.

Além disso, o conglomerado teria sonegado o Imposto de Renda ao usar um paraíso fiscal para comprar os direitos de transmissão da Copa do Mundo Fifa de 2002. Após o término das investigações, em outubro de 2006, a Receita Federal quis cobrar multa de R$ 615 milhões da emissora. No entanto, semanas depois o processo desapareceu da sede da Receita no Rio de Janeiro. Em janeiro de 2013, uma funcionária da Receita foi condenada pela Justiça a quatro anos de prisão como responsável pelo sumiço. No processo, ela afirmou ter agido por livre e espontânea vontade.

Nem mesmo a campanha filantrópica "Criança Esperança", promovida em parceria com a Unesco, se viu livre de críticas. Um documento datado de 15 de setembro de 2006, liberado pelo site WikiLeaks em 2013, cita que a Rede Globo repassou à Unesco apenas 10% do valor arrecadado desde 1986 com a campanha (à época R$ 94,8 milhões). A emissora garante "desconhecer" essa informação e afirma que "todo o dinheiro arrecadado pela campanha é depositado diretamente na conta da Unesco".

Como se tudo isso não bastasse, ao assumir a postura pró-tucanos durante a campanha eleitoral de 2014, a emissora perdeu parte da régia publicidade oficial com que sempre foi contemplada. O governo não anuncia mais na TV Globo e nem na revista Veja e, pelo menos até o momento, não há indícios de que o quadro esteja prestes a se alterar. Motivos que têm levado cada dia mais repórteres e equipes da emissora a serem alvo de protestos e recebidos aos gritos de "O povo não é bobo. Abaixo a Rede Globo!"

Os protestos contra a Rede Globo, pelo visto, vão continuar e existem pelo menos 10 razões para que os setores comprometidos com a democratização da mídia no Brasil não tenham nada a comemorar neste cinquentenário.



01. Canal 4 estava prometido à Rádio Nacional


Em meados de 1950, Roberto Marinho era apenas um entre os vários empresários da comunicação no país. O magnata da época atendia pelo nome de Assis Chateaubriand e detinha a maior cadeia de jornais, rádios e duas emissoras nascentes de televisão. A rádio líder absoluta de audiência e mais querida do Brasil era a Nacional, a PR-8 do Rio de Janeiro, de propriedade do governo federal. O sucesso da Nacional era tamanho que animou seus dirigentes a solicitar que o então presidente da República lhe concedesse um canal de TV. Constava do currículo da Rádio Nacional já ter feito experiências pioneiras na área, ao ocupar o canal 4 para televisionar (como se dizia na época) dois dos seus programas.

O presidente da República era Juscelino Kubitschek, que considerou justa a reivindicação, uma decorrência natural da liderança da emissora. Na publicação de final de ano em 1956, a direção da Rádio Nacional anunciava para "breve" a entrada no ar da sua emissora, a TV Nacional, canal 4, conforme compromisso assumido por Juscelino. As concessões de canais de rádio e TV eram atribuições exclusivas do ocupante do Executivo Federal.

Os meses se passaram e Juscelino "esqueceu-se" da promessa. No final de 1957, para surpresa da direção da Rádio Nacional, o canal 4 que lhes fora prometido acabou concedido para a inexpressiva Rádio Globo, de Roberto Marinho. A decisão foi condicionada por pressões diretas de Chateaubriand, que aceitava qualquer coisa menos que a Rádio Nacional ingressasse no segmento televisivo, temendo as consequências disso para seus negócios. Neste contexto, o canal ir para Roberto Marinho era um mal menor.

O Brasil perdeu assim a chance histórica de ter, no nascedouro, duas modalidades de televisão: a comercial, representada pelas emissoras de Chateaubriand, e a estatal voltada para o interesse público como seria a da Rádio Nacional.



02. Acordo com a Time-Life feriu interesses nacionais

Ao contrário da Rádio Nacional, que dispunha de todas as condições para colocar no ar sua emissora de TV, a de Roberto Marinho precisou aguardar alguns anos. Para a implantação da TV Globo, a partir de 1961, foi decisivo o apoio do capital internacional, representado pelo gigante da mídia norte-americana Time-Life. A emissora começou a operar de forma discreta em 26 de abril de 1965 e seus primeiros meses foram um fracasso em termos de audiência.

Em junho de 1962, Marinho passou a ser apoiado com milhões de dólares, num episódio que a emissora ainda hoje sustenta que se tratou apenas de "um contrato de cooperação técnica". A realidade, fartamente documentada por Daniel Herz, em sua obra já clássica A história secreta da Rede Globo (1995), prova o contrário. Roberto Marinho e o grupo Time-Life contraíram um vínculo institucional de tal monta que os tornou sócios, o que era vedado pela Constituição brasileira. Foi este vínculo que assegurou à Globo o impulso financeiro, técnico e administrativo para alcançar o poderio que veio a ter.

A importância da ligação com os norte-americanos, nos primórdios da emissora, pode ser avaliada pela declaração do engenheiro Herbert Fiúza, que integrou a sua primeira equipe técnica: "A Globo era inspirada numa estação de Indianápolis, a WFBM. E o engenheiro de lá foi quem montou tudo, porque a gente não sabia nada".

Chateaubriand, que antes havia ficado satisfeito em inviabilizar o canal de TV para a Rádio Nacional, percebeu o risco que suas emissoras passavam a correr. Tanto que dedicou ao "Caso Globo/Time-Life" nada menos do que 50 artigos, todos atacando Roberto Marinho e acusando-o de receber, na época, US$ 5 milhões, repassados em três parcelas, o que representava "uma ofensiva externa contra os competidores internos" (Morais, 1994, p.667).

A repercussão dessas denúncias foi tamanha que a CPI criada pelo Congresso Nacional para apurá-las acabou descobrindo que a TV Globo mantinha não um, mas dois contratos com o grupo Time-Life. Em um deles, os norte-americanos tinham participação de 49%. Em outras palavras, não se tratava de contrato, mas de sociedade. A CPI pôs fim à sociedade. Mas, ao invés de sair penalizada do episódio, a Globo foi duplamente beneficiada: Roberto Marinho ficou com o controle total da emissora e os militares, então no poder, não tomaram qualquer providência contra ela. A TV Globo poderia ter tido sua concessão cassada.



03. O apoio à ditadura militar (1964-1985)

Nos anos 1960, o Brasil era visto pelos Estados Unidos como sua área de influência direta. E a TV Globo foi fundamental para trazer para cá o way of life norte-americano juntamente com o seu modelo de televisão. A TV comercial, um dos tipos de emissora existentes no mundo, adquire aqui o status de única modalidade de TV. Não por acaso, Murilo Ramos (2000, p.126) caracteriza o surgimento da TV Globo como sendo "a primeira onda de globalização da televisão brasileira", que, concentrada num único grupo local, monopolizou a audiência e teve forte impacto político e eleitoral ao longo das décadas seguintes.

Durante quase 20 anos, TV Globo e governos militares viveram uma espécie de simbiose. Os militares, satisfeitos por verem nas telas da Globo apenas imagens e textos elogiosos ao "país que vai para a frente", retribuíam com mais e mais benesses e privilégios para a emissora. A partir de dezembro de 1968, com a edição do AI-5, o país mergulhou no "golpe dentro do golpe", com prisão e perseguição a todos os considerados inimigos e adversários do regime e a adoção de censura prévia aos veículos de comunicação.

A TV Globo enfrentou alguns casos de censura oficial em suas telenovelas, mas o que prevaleceu na emissora foi o apoio incondicional de sua direção aos militares no poder e a autocensura por parte da maioria de seus funcionários.

Ainda hoje não falta quem se recorde de situações patéticas em que o então apresentador do Jornal Nacional, Cid Moreira, mostrava aos milhares de telespectadores brasileiros cenas de um país que se constituía "em verdadeira ilha de tranquilidade", enquanto centenas de militantes de esquerda eram perseguidos, presos, torturados ou mortos nas prisões da ditadura. Some-se a isso que a TV Globo sempre se esmerou em criminalizar quaisquer movimentos populares.



04. O combate permanente às TVs Educativas

Desde 1950 que as elevadas taxas de analfabetismo vigentes no Brasil eram uma preocupação constante para setores nacionalistas e de esquerda. Uma vez no poder, algumas alas militares viram na radiodifusão um caminho para combater a subversão e, ao mesmo tempo, promover a integração nacional. O resultado disso foi que, em 1965, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) solicita ao Conselho Nacional de Telecomunicações a reserva de 48 canais de VHF e 50 de UHV especificamente para a televisão educativa.

O número era dos mais significativos e poderia ter representado o começo de canais voltados para os interesses da população, a exemplo do que já acontecia em outras partes do mundo. Pouco depois do decreto ser publicado, Roberto Marinho começa a agir para reduzir sua eficácia. E, na prática, conseguiu seu intento. O decreto-lei nº 236, de março de 1967, se, por um lado, formalizava a existência das emissoras educativas, por outro criava uma série de obstáculos para que funcionassem. O artigo 13, por exemplo, obrigava essas emissoras a transmitir apenas "aulas, conferências, palestras e debates", ao mesmo tempo em que proibia qualquer tipo de propaganda ou patrocínio a seus programas. Traduzindo: as TVs Educativas estavam condenadas à programação monótona e à falta crônica de recursos.

Como se isso não bastasse, o artigo seguinte fechava o cerco a essas emissoras, determinando que somente pudessem executar o serviço de televisão educativa a União, os estados, municípios e territórios, as universidades brasileiras e alguns tipos de fundações. Ficavam de foram, por exemplo, sindicatos e as mais diversas entidades da sociedade civil.

Dez anos após este decreto-lei, apenas seis emissoras educativas tinham sido criadas no país, número muito distante dos 98 canais disponíveis. As emissoras educativas não conseguiam avançar, esbarrando na legislação que lhes obrigava a viver exclusivamente do minguado orçamento oficial, ao passo que as televisões comerciais, em especial a Globo, experimentavam crescimento sem precedentes. Crescimento que contribuiu para cristalizar, em parcela da população brasileira, a convicção de que a emissora de Roberto Marinho era sinônimo de qualidade.



05. O programa global de telecursos

Oficialmente, o projeto tinha o nome de Educação Continuada por Multimeios e envolvia um convênio entre a Secretaria de Cooperação Econômica e Técnica Internacional (Subin) da Secretaria de Planejamento da Presidência da República, o BID, a Fundação Roberto Marinho (FRM) e a Fundação Universidade de Brasília (FUB). Aparentemente, o seu objetivo era nobre: "O atendimento à educação de população de baixa renda do país, mediante a utilização e métodos não tradicionais de ensino".

Na versão inicial, o convênio tinha 15 cláusulas, com a FRM assumindo a condição de entidade executora e a FUB a de sua coexecutora. Na prática, o convênio ficou conhecido como Programa Global de Telecursos e atendia exclusivamente aos interesses da FRM. Através dele, a FRM pretendia, sem qualquer custo, apoderar-se do milionário "negócio" da teleducação no Brasil. Para tanto, esperava contar com recursos nacionais e internacionais inicialmente da ordem de US$ 5 milhões embutidos em um pacote de U$S 20 milhões solicitados pela Subin ao BID, no início de 1982.

A parceria com a FUB era importante por ela ser uma entidade voltada para o ensino público e estar isenta de impostos para a importação dos equipamentos necessários à montagem de um centro de produção televisiva a custo zero. Em outras palavras, a FRM pretendia tornar-se a administradora da verba (nacional e internacional) destinada às televisões educativas no Brasil, geridas pela Funtevê, entidade governamental. Imediatamente, a Funtevê deixou nítido que o convênio exorbitava as competências da FRM e da própria UnB. É importante assinalar que pela UnB um dos raros entusiastas deste convênio era o seu então reitor, capitão de mar-e-guerra José Carlos Azevedo.

A discussão em torno deste convênio e da tentativa das Organizações Globo de apropriarem-se dos recursos destinados às TVs educativas brasileiras ganham a imprensa nacional no final de 1982 e início de 1983. Matéria publicada pelo jornal Folha de S.Paulo (17/04/1983), sob o título de "Globo poderá monopolizar teleducação", tratava o assunto em forma de denúncia. O "tiroteio" entre os jornais Globo e Folha de S.Paulo durou vários meses e o convênio, que acabou não sendo assinado, só foi sepultado três anos depois, com o fim do regime militar. Sem muita cerimônia, o então secretário-executivo da FRM, José Carlos Magaldi, chegou a admitir que "é óbvio que não fazemos teleducação por patriotismo".

Esta não foi a primeira e nem a última tentativa das Organizações Globo de se apoderarem da teleducação no Brasil. Aliás, a FRM tem, nos dias atuais, representado o Brasil em vários fóruns internacionais sobre educação e teleducação. O MEC sabe disso?



06. O caso Proconsult e o combate a Leonel Brizola

Antes dos petistas, Leonel Brizola foi um dos políticos brasileiros mais combatidos pela TV Globo e por seu fundador, Roberto Marinho. Marinho nunca o perdoou pelo fato de ter comandado a Rede da Legalidade, nome que receberam as emissoras de rádio que, quando da renúncia de Jânio Quadros à presidência da República, em 1961, passaram a defender a posse de seu vice, João Goulart. Brizola, então governador do Rio Grande do Sul, era cunhado de Goulart.

Com a vitória do golpe civil-militar de 1964, Brizola foi para o exílio e só pode retornar ao Brasil com a anistia, em 1979. Político com fortes compromissos populares, em 1982 disputou o governo do Rio de Janeiro, pelo PDT, partido criado por ele.

O caso Proconsult foi uma tentativa de fraude nas eleições de 1982 para impossibilitar a vitória de Brizola. Consistia em um sistema informatizado de apuração dos votos, feito pela empresa Proconsult, associada a antigos colaboradores do regime militar. A mecânica da fraude consistia em transferir votos nulos ou em branco para que fossem contabilizados para o candidato apoiado pelas forças situacionistas, Moreira Franco, do então PDS.

As regras da eleição de 1982 impunham que todos os votos (de vereador a presidente da República) fossem em um mesmo partido. Portanto, estimava-se um alto índice de votos nulos. Os indícios de que os resultados seriam fraudados surgiram da apuração paralela contratada pelo PDT à empresa Sysin Sistemas e Serviços de Informática, que divergiam completamente do resultado oficial. Outra fonte que obtinha resultados diferentes dos oficiais foi a Rádio Jornal do Brasil. Roberto Marinho foi acusado de participar no caso.

A fraude foi extensamente denunciada pelo Jornal do Brasil, na época o principal concorrente de O Globo no Rio e relatada posteriormente pelos jornalistas Paulo Henrique Amorim, Maria Helena Passos e Eliakim Araújo no livro Plim Plim, a peleja de Brizola contra a fraude eleitoral (Conrad Editores, 2005). Devido à participação de Marinho no caso, a tentativa de fraude é analisada no documentário britânico Beyond Citizen Kane, de 1993. A TV Globo, por sua vez, defendeu-se argumentando que não havia contratado a Proconsult e que baseava a totalização dos votos daquela eleição na totalização própria que O Globo estava fazendo.

Em 1994, Brizola venceu novamente Roberto Marinho e a TV Globo ao obter, na Justiça, direito de resposta na emissora. Em 15 de março, um constrangido Cid Moreira (que por 27 anos esteve à frente da bancada do Jornal Nacional) leu texto de 440 palavras que a Justiça obrigou a TV Globo a divulgar em seu telejornal mais nobre.

Foram cerca de três minutos nos quais Cid Moreira, a cara do JN, incorporou Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, no mais célebre e então inédito direito de resposta, que abriu caminho para que outros cidadãos buscassem amparo legal contra barbaridades cometidas  pela mídia brasileira.



07. Ignorou as Diretas-Já


O PMDB lançou, em dezembro de 1983, uma campanha nacional em apoio à emenda do seu deputado Dante de Oliveira (MT) que restabelecia as eleições diretas no país com o slogan "Diretas-Já". O primeiro grande comício aconteceu em São Paulo, em 25 de janeiro do ano seguinte, e coincidiu com o 430º aniversário da cidade. A TV Globo ignorou o comício que reuniu milhares de pessoas na Praça da Sé. Reportagem do Fantástico sobre o assunto falava apenas em comemorações do aniversário de São Paulo. Omissões semelhantes aconteceram em relação a outros comícios pelas Diretas-Já em cidades como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador.

De acordo com o ex-vice-presidente das Organizações Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, em entrevista ao jornalista Roberto Dávila, na TV Cultura, em dezembro de 2005, foi o próprio Roberto Marinho quem determinou a censura ao primeiro grande comício da campanha pelas Diretas-Já. Segundo Boni, àquela altura "o doutor Roberto não queria que se falasse em Diretas-Já" e decidiu que o evento da Praça da Sé fosse transmitido "sem nenhuma participação de nenhum dos discursantes". Para Boni, aliás, no caso das Diretas-Já houve uma censura dupla na Globo: "Primeiro, uma censura da censura; depois, uma censura do doutor Roberto".

A versão de Boni é diferente da que aparece no livro Jornal Nacional – A Notícia Faz História, publicado pela Jorge Zahar em 2004, e que representa a versão da própria Globo para a história de seu jornalismo. O texto não faz referência alguma a uma intervenção direta de censura por parte de Roberto Marinho. Aliás, a Globo vem tentando reescrever a sua história e, ao mesmo tempo, reescrever a própria história brasileira. Isto fica nítido, por exemplo, quando se compara a história brasileira com a versão que é publicada pela Globo através dos verbetes do Memória Globo. Pelo visto, a emissora aposta na falta de memória e na pouca leitura da maioria dos brasileiros para emplacar a sua versão dos fatos. Foi a partir da campanha das Diretas-Já que teve início a utilização, pelos diversos movimentos populares, do bordão "O povo não é bobo. Abaixo a Rede Globo".



08. Manipulação do debate Collor x Lula


Na eleição de 1989, a primeira pelo voto direto para presidente da República desde 1964, a TV Globo manipulou o debate entre o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva e o do PRN, Fernando Collor. O debate era o último e decisivo antes da eleição. No telejornal da hora do almoço, a TV Globo fez uma edição equilibrada do debate. Para o Jornal Nacional, houve instruções para mudar tudo e detonar Lula. Foram escolhidos os piores momentos de Lula e os melhores de Collor. Ainda foram divulgadas pesquisas feitas por telefone segundo as quais Collor havia vencido. Além disso, o jornalista Alexandre Garcia leu um editorial nitidamente contra Lula e o PT.

Desde então, pesquisas e estudos sobre este "caso clássico de manipulação da mídia" têm sido feitas no Brasil, destacando-se as realizadas pelo sociólogo, jornalista e professor aposentado da UnB Venício A. Lima.

Apesar dos esforços da TV Globo para manter a versão de que a edição deste debate foi equilibrada, novamente seu ex-diretor José Bonifácio Sobrinho contribuiu para derrubá-la. Depois de abordar o assunto em entrevistas à imprensa, por ocasião do lançamento de seu livro de memórias, o ex-dirigente global deu entrevista à própria GloboNews, canal pago da emissora, na qual admitiu, para o jornalista Geneton Moraes Neto, que, durante os debates da campanha presidencial transmitidos pela Globo em 1989, tentou ajudar o candidato alagoano. Para muitos, Boni só fez esta "revelação bombástica", que quase todos já sabiam, para tentar promover seu livro.



09. Contra a democratização da mídia


Todos os países democráticos possuem regulação para rádio e televisão. Na Grã-Bretanha, por exemplo, a mídia e sua regulação caminharam juntas. O mesmo pode ser dito em relação aos Estados Unidos, França, Itália e Japão. Nestes países, tão admirados pelas elites brasileiras, nunca ninguém fez qualquer vínculo entre regulação e censura, simplesmente porque ele não existe. No Brasil, onde a mídia em geral e a audiovisual em particular vive numa espécie de paraíso desregulamentado, toda vez que um governo tenta implementar o que existe no resto do mundo é acusado de ditatorial e de querer implantar a censura.

Quando, em 2004, o governo do presidente Lula enviou ao Congresso Nacional projeto de lei criando o Conselho Nacional de Jornalismo, uma espécie de primeiro passo para esta regulação, foi duramente criticado pela mídia comercial, TV Globo à frente. Desde sempre, as Organizações Globo foram contrárias a qualquer legislação que restringisse o poder absoluto que desfruta a mídia no Brasil. Prova disso é que os dispositivos do Capítulo V da Constituição brasileira, que trata da Comunicação Social, continuam até hoje sem regulamentação.

Entre outros aspectos, o Capítulo V proíbe monopólios e oligopólios por parte dos meios de comunicação, determina que a programação das emissoras de rádio e TV deva dar preferência a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas. O capítulo enfatiza, ainda, que as emissoras e rádio e TV devem promover a cultura nacional e regional, além de estimularem a produção independente. Todos esses aspectos mostram como a TV Globo está na contramão de tudo o que significa uma comunicação democrática e plural.

Aliás, os compromissos dos mais diversos movimentos sociais brasileiros com a regulação da mídia foram reafirmados durante o 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação, promovido pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, de 10 a 12 de abril, em Belo Horizonte. O evento reuniu 682 participantes entre ativistas, estudantes, militantes, jornalistas, estudiosos, pesquisadores, representantes de entidades e coletivos de todo o Brasil. Presente ao encontro esteve também o canadense Toby Mendel, consultor da Unesco e diretor-executivo do Centro de Direitos e Democracia.

A carta final do encontro, intitulada "Regula Já! Por mais democracia e mais direitos", disponível na página da entidade (www.fndc.org.br), reafirma "a luta pela democratização da comunicação como pauta aglutinadora e transversal, além de conclamar as entidades e ativistas a unirem forças para pressionar o governo a abrir diálogo com a sociedade sobre a necessidade de regular democraticamente o setor de comunicação do país".



10. Golpismo


Para vários pesquisadores e estudiosos sobre movimentos sociais no Brasil, a mídia, em especial a TV Globo, tem tido um papel protagonista nas manifestações contra a presidente Dilma Rousseff e o PT. Alguns chegam mesmo a afirmar que dificilmente essas manifestações teriam repercussão se não fosse a Rede Globo.

Em outras palavras, a Rede Globo, tão avessa à cobertura de qualquer movimento popular, entrou de cabeça na transmissão destas manifestações e, no domingo 15 de março, por exemplo, mobilizou, como há muito não se via, toda a sua estrutura com o objetivo de ampliar a dar visibilidade a esses atos. Quase 100% de seus jornalistas estiveram de plantão. Durante o programa Esporte Espetacular, exibido tradicionalmente nas manhãs de domingo, o esporte deu lugar para chamadas ao vivo sobre os protestos, que, em tom de convocação, passaram a ocupar a maior parte do tempo.

Nas entradas ao vivo em todas as cidades onde aconteciam mobilizações, os microfones da emissora captaram gritos de guerra contra o atual governo e xingamentos contra a presidente. Em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, foi possível ouvir inclusive palavrões. A título de comparação, as manifestações de 13 de março, que também aconteceram em todo o Brasil e defenderam a reforma política, não mereceram cobertura tão dedicada do maior conglomerado midiático da América Latina.

Erick Bretas, diretor da Rede Globo que há poucas semanas defendeu abertamente o impeachment da presidente Dilma nas redes sociais, voltou a se pronunciar sobre os atos do dia 15, utilizando uma frase de Bob Marley para convocar, através de sua página no Facebook, o povo às ruas: "Get up, stand up".

Não se sabe se Bob Marley apoiaria a postura de Bretas, mas, sem dúvida, é fato que entre os princípios editoriais da TV Globo não consta nem a "isenção" e muito menos o equilíbrio que tanto prega. Por isso, talvez o melhor resumo sobre a realidade desses protestos e a empolgação da transmissão feita pela TV Globo seja a do professor Gilberto Maringoni, ex-candidato do PSOL ao governo de São Paulo. Segundo Maringoni, "a manifestação principal não está nas ruas. Está na TV".

Nas redes sociais, internautas repudiaram a cobertura feita pela TV Globo e alcançaram, durante 48 horas ininterruptas, para a hastag#Globogolpista, a primeira posição entre os assuntos mais comentados do Twitter. Novos protestos estão previstos para o dia 26/4. Razão pelo qual este promete ser o pior aniversário da TV Globo em toda a sua história.


***


Ângela Carrato é jornalista e professora do Departamento de Comunicação Social da UFMG. Este artigo foi publicado no blog Estação Liberdade




Você deve urinar em queimadura feita por água-viva?



Você deve urinar em uma queimadura de água-viva?
HypeScience - Guilherme de Souza - 20-06-2012

http://hypescience.com/urina-pode-piorar-queimadura-causada-por-agua-viva/





Imagine a situação: na praia, você encostou em uma água viva e se queimou. Não bastasse a dor absurda, alguém diz “deixa comigo!” e começa a urinar no machucado, ignorando sua cara de espanto.

Levando em conta a popularidade desse mito de que a urina alivia a queimadura, essa reação não é tão incomum (quem se lembra da cena da famosa comédia “Friends”?).

Mas, de acordo com a médica Jennifer Ping, que atende emergências na Clínica e Hospital Straub (Havaí), o efeito da urina é justamente o contrário: pode até piorar a situação.

Quando encostam em você, os tentáculos do animal disparam milhões de agulhas microscópicas (chamadas nematócitos) que perfuram a pele e liberam veneno. A urina, ao invés de aliviar a queimadura, pode fazer com que os nematócitos inchem e liberem ainda mais veneno.

Depois de pesquisar diversos métodos para tratar esse tipo de ferimento, a médica recomenda:

- Saia da água e remova os tentáculos que ficaram presos (use algum objeto, como uma pinça, para não se machucar ainda mais);

- Jogue vinagre (ou outro líquido com acidez parecida) sobre a queimadura e deixe agir por um tempo;

- Por fim, raspe com cuidado as os nematócitos da pele usando um cartão de crédito ou algo parecido.

Da próxima vez que algum bem-intencionado quiser aliviar sua queimadura, peça para ele manter as calças levantadas e buscar remédios que realmente funcionem.




Fumante Passivo - Fumaça por Tabela




Pesquisa da Secretaria Estadual de Saúde indica que 36% dos fumantes passivos na capital paulista têm níveis elevados de monóxido de carbono nos pulmões.


Um estudo feito com 1.310 pessoas não fumantes, mas que estão expostas regularmente à fumaça do tabaco, indicou que 36% têm concentrações de monóxido de carbono nos pulmões compatíveis com as dos fumantes.

O trabalho foi conduzido pelo Centro de Referência Estadual de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. A conclusão é que os fumantes passivos estão expostos aos mesmos riscos dos usuários de derivados de tabaco.

Foram avaliados os níveis de exposição à poluição tabágica ambiental durante ações de prevenção e alerta promovidas em 2008 pelo Cratod em ambientes abertos na cidade de São Paulo, entre os quais ruas de grande circulação, e fechados, como bares e restaurantes.

Os participantes da pesquisa responderam a um questionário e passaram pelo teste do monoxímetro, que mede o nível de monóxido de carbono no organismo. O teste é similar ao do bafômetro e avalia a quantidade da substância no ar expirado.

Do total de avaliados, 18,32% tiveram resultado compatível com o de fumantes leves (que consomem menos de um maço de cigarros por dia), 15,27% com o de fumantes moderados (menos de dois maços diários) e 2,29% indicaram níveis compatíveis com os de fumantes pesados (mais de dois maços por dia). Os restantes apresentaram níveis normais.

O levantamento apontou ainda que 70,23% dos entrevistados não usuários de tabaco convivem com fumantes no ambiente de trabalho, enquanto 24,43% respiram a fumaça alheia na própria residência, 4,58% em bares, boates e restaurantes, 4,58% em escolas e 20,61% em outros locais com amigos.

Em não fumantes, a concentração aceitável de monóxido de carbono nos pulmões varia de 0 a 6 partes por milhão (ppm), considerando a poluição ambiental. Entre os fumantes leves essa concentração varia de 6,1 ppm a 10 ppm e, entre os moderados, entre 10,1 ppm e 20 ppm. Nos fumantes pesados, o valor varia de 20,1 ppm a 60 ppm.

Os resultados obtidos pelo Cratod são semelhantes aos apresentados em estudos internacionais, que apontam que entre 30% e 40% dos não fumantes consomem monóxido de carbono da fumaça do cigarro cronicamente.

Mais informações: www.saude.sp.gov.br

O Assassino do Século - George W. Bush


George Bush - O Assassino do Século

Um trabalho tão forte e tão expressivo feito em 2005!

Não precisam palavras.

A montagem em si, já diz tudo.

O Assassino do Século!

Trabalho muito bem feito com fotos de soldados americanos mortos no Iraque.




George W. Bush - O Assassino do Século





O assustador, é o povo norte-americano "permitir" com que seus jovens sejam usados como bucha de canhão.












Uma aula de história - O Mito do Judeu Errante



O Mito do Judeu Errante
Carta O Berro - Janeiro/2009
http://serverlinux.revistaoberro.com.br/pipermail/cartaoberro/2009-January/000230.html


Uma nação é um grupo unido por um erro comum.
- Gilad Atzmon - Inglaterra -


O historiador Shlomo Sand, professor da Universidade de Tel Aviv, inicia seu brilhante estudo do nacionalismo judeu citando a Karl W. Deutsch: "Uma nação é um grupo unido por um erro comum sobre sua origem e uma hostilidade coletiva para com seus vizinhos" [1].

Por muito simples ou inclusive simplista que pareça, essa citação resume com eloquência o produto da imaginação que se encontra emaranhado no nacionalismo judeu moderno e, sobretudo, no conceito de identidade judia. É óbvio que assinala com o dedo o erro coletivo que os judeus tendem a cometer cada vez que se referem a seu "ilusório passado coletivo" e a sua "origem coletiva". De uma mesma tacada, a leitura que Deutsch faz do nacionalismo lança luz sobre a hostilidade que, desgraçadamente, corre paralela em quase todos grupos judeus com respeito à realidade que os rodeia, já seja humana ou adote a forma de território. Enquanto que a brutalidade com que os israelenses tratam os palestinos é algo já fartamente conhecido, o áspero tratamento que os israelenses reservam para sua "terra prometida" e sua paisagem só agora começa a se revelar. O desastre ecológico que os atuais israelenses vão deixar será a causa do sofrimento de muitas gerações futuras. Deixando de lado o muro megalomaníaco que divide a terra santa em enclaves de depravação e fome, Israel conseguiu contaminar seus principais rios e riachos com resíduos nucleares e químicos.

When And How the Jewish People Was Invented [Quando e como foi inventado o povo judeu] é um estudo escrito pelo professor Shlomo Sand, um historiador israelense. Trata-se do estudo mais sério já publicado sobre o nacionalismo judeu e, de longe, a análise mais corajosa do discurso histórico judeu.

Em seu livro, Sand consegue provar fora de toda dúvida razoável que o povo judeu nunca existiu como "raça-nação" e nunca compartilhou uma origem comum. Muito ao contrário, trata-se de uma colorida mistura de grupos que em várias etapas da história adotaram a religião judia.

No caso de que o leitor acompanhe a linha de pensamento de Sand e chegue a se perguntar "Quando foi inventado o povo judeu?", a resposta de Sand é bastante simples: "Em algum momento do século XIX, alguns intelectuais de origem judia na Alemanha, influenciados pelo caráter folclórico do nacionalismo alemão, se impuseram a tarefa de inventar "retrospectivamente" um povo, ansiosos por criar um povo judeu moderno" [2].

De acordo com isto, o "povo judeu" é uma noção artificial formada por um passado fictício e imaginário com muito pouca substância que o respalde desde os pontos de vista legista, histórico ou textual. Além disso, Sand - que utilizou fontes iniciais da antiguidade - chega à conclusão de que o exílio judeu é também um mito e de que é muito mais provável que os palestinos atuais sejam os descendentes do antigo povo semita de Judéia/Canaã, em vez da multidão de asquenazes de origem kazária á qual ele reconhece pertencer.

O surpreendente é que, apesar de que Sand tenha conseguido desmantelar a noção de "povo judeu", de que destrói a noção de "passado coletivo judeu" e ridiculariza o ímpeto chovinista nacional judeu, seu livro é um best-seller em Israel. Este fato, por si mesmo, pode sugerir que aqueles que se chamam a si próprios "povo do livro" estão agora começando a se dar conta das posturas enganosas e devastadoras e ideologias que os converteram nisso que Khalid Amayreh e muitos outros consideram como os "nazistas de nosso tempo".




Hitler triunfou

Com muita freqüência, quando se pergunta a um judeu laico e cosmopolita o que é que o converte em judeu, este costuma replicar mastigando uma resposta vazia: "Foi Hitler que me fez judeu". Mesmo se o judeu cosmopolita, que é internacionalista, critica as inclinações nacionalistas de outros povos, insiste em seguir mantendo seu próprio direito à "autodeterminação". Entretanto, não é ele que dirige esta exigência de orientação nacional, senão que o diabo, esse monstro anti-semita chamado Hitler. Conforme parece, o judeu cosmopolita celebra seu direito ao nacionalismo sempre que puder transferir a culpa a Hitler.

No que toca ao judeu laico cosmopolita, Hitler triunfou. Sand consegue pôr de relevo este paradoxo. Com muita perspicácia sugere que "enquanto que no século XIX, referir-se aos judeus como ´uma identidade racial diferente` era um sinal de anti-semitismo, no Estado judeu isto está mental e intelectualmente enraizado [3]. Em Israel, os judeus celebram sua diferença e suas condições únicas. Além do mais, diz Sand, "houve momentos na Europa em que era possível ser tachado de anti-semita por dizer que todos os judeus pertencem a uma nação diferente. Hoje em dia, o fato de dizer que os judeus não foram nunca e continuam sem ser um povo ou uma nação faz com que uma pessoa possa ser qualificada como odiador de judeus" [4].

Não deixa de ser surpreendente que o único povo que conseguiu manter uma identidade nacional racialmente orientada, expansionista e genocida, a qual não se diferencia em nada da ideologia étnica nazista, sejam os judeus, que foram, entre outros, as principais vítimas da ideologia e da prática nazistas.




Nacionalismo em geral e nacionalismo judeu em particular

Louis-Ferdinand Celine mencionou que durante a Idade Média, entre as guerras, os cavaleiros cobravam um alto preço por estar dispostos a morrer em nome de seus reinos, enquanto que no século XX os jovens não hesitam em morrer em massa, mas sem pedir nada como recompensa. Para poder compreender esta mudança na consciência de massas é necessário um modelo metodológico eloqüente que nos permita decifrar em que consiste o nacionalismo.

Da mesma forma que Karl Deutsch, Sand considera a nacionalidade como um discurso fantasmático. É um fato estabelecido que os estudos antropológicos e históricos das origens de diferentes "povos" e "nações" conduzem à embaraçosa desintegração de qualquer etnia ou identidade étnica. Daí que é interessante constatar que os judeus tendem a levar muito a sério seu próprio mito étnico. A explicação pode ser simples, tal como Benjamin Beit Halachmi assinalou faz anos. O sionismo estava aí para transformar a Bíblia, que de texto espiritual passou a ser um "ato cartorial". Por isso, a verdade da Bíblia ou de qualquer outro elemento do discurso histórico judeu tem pouca importância, sempre que não interfira com a causa ou com a prática política nacional dos judeus.

Pode-se supor que a ausência de uma clara origem étnica não impede que se tenha o sentimento de pertinência étnica ou nacional. O fato de que os judeus estejam longe de ser um povo e de que a Bíblia seja um texto muito limitado em relação à verdade histórica não impede que gerações de israelitas e judeus se identifiquem com o rei David ou com o gigante Sansão. Está claro que a ausência de uma origem étnica inequívoca não impede que as pessoas se considerem parte de um povo. De maneira similar, também não impede que o judeu nacionalista tenha o sentimento de pertinência a uma grande coletividade abstrata.

Nos anos setenta, Shlomo Artzi, que então era um jovem cantor israelense a ponto de se converter na maior estrela de rock de Israel, gravou uma canção que alcançou um êxito multitudinário em questão de horas. Eis aqui os primeiros versos:

De repente
Um homem se desperta
Pela manhã
Sente que é povo
E se põe a caminhar
E a todo mundo com quem se cruza
Lhe diz shalom.


Até certo ponto Artzi expressou inocentemente em seus versos a brusquedade e a quase eventualidade da transformação dos judeus em um povo. No entanto, de forma simultânea, Artzi contribuiu para a ilusão do mito nacional da nação que busca a paz. Àquelas alturas, Artzi já deveria saber que o nacionalismo judeu era um ato colonialista a custas do povo autóctone palestino.

Ao que parece, o nacionalismo, a pertinência nacional e o nacionalismo judeu em particular são objeto de uma importante tarefa intelectual. É interessante observar que os primeiros a analisar teórica e metodicamente os assuntos relativos ao nacionalismo foram ideólogos marxistas. Embora o próprio Marx não tenha conseguido encontrar uma resposta adequada, o auge das exigências nacionalistas durante o século XX na Europa oriental e central pegou desprevenidos a Lenin e a Stalin.

A contribuição marxista ao estudo do nacionalismo pode ser considerada como o foco que ilumina a profunda relação existente entre o auge da livre economia e o desenvolvimento do Estado nacional [5]. De fato, Stalin resumiu a posição marxista: "A nação", disse, "é uma sólida colaboração entre seres, historicamente criada e formada de acordo com quatro fenômenos compartilhados: a língua, o território, a economia e a significação psíquica..." [6].

Como era de esperar, a tentativa marxista de compreender o nacionalismo carece de uma visão histórica adequada. Na ausência desta se baseia na luta de classes. Por razões óbvias, esta visão foi muito popular entre aqueles que crêem no "socialismo de uma nação", entre os quais podemos incluir aos proponentes de uma rama esquerdista do sionismo.

Para Sand, o nacionalismo evolucionou a causa do "êxtase criado pela modernidade que separa as pessoas de seu passado imediato" [7]. A mobilidade criada pela urbanização e a industrialização pulverizou o sistema hierárquico social, assim como a continuidade entre passado, presente e futuro. Sand assinala que antes da industrialização o camponês feudal não sentia obrigatoriamente a necessidade de um discurso histórico de impérios e reinos. O sujeito feudal não necessitava de um abstrato discurso histórico de amplas coletividades, que tinham muito pouca importância para sua necessidade existencial imediata e concreta. "Sem uma percepção de progressão social, se saia bem com um relato religioso imaginário que continha um mosaico de memória sem dimensão real de um tempo que avança. O 'fim' era o princípio e a eternidade fazia o papel de ponte entre a vida e a morte" [8]. No mundo urbano moderno e laico, o "tempo" se havia convertido no principal navio da vida que ilustra um sentido simbólico imaginário. O tempo histórico coletivo se havia convertido no ingrediente elementar do pessoal e do íntimo. O discurso coletivo da forma à significação pessoal e ao que parece ser "real". Por mais que pessoas banais sigam insistindo que "o pessoal é político", seria muito mais inteligível afirmar que na prática ocorre o contrário. Na condição posmoderna, o político é pessoal e o sujeito é falado, em vez de falar por si mesmo. A autenticidade é um mito que se reproduz a si mesmo sob a forma de um identificante simbólico.

A leitura feita por Sand do nacionalismo como produto da industrialização, da urbanização e da laicidade tem muito sentido se consideramos a sugestão de Uri Slezkin, segundo a qual os judeus são os "apóstolos da modernidade", da laicidade e da urbanização. Se os judeus encontraram a si mesmos no centro da organização e da laicidade, não deveria surpreender-nos que os sionistas fossem bastante criativos, como qualquer outro, na hora de inventar seu próprio relato imaginário coletivo e fantasmático. Porém, ao insistir em seu direito a ser "como qualquer outro povo", os sionistas conseguiram transformar seu passado coletivo imaginário num programa global, expansionista e despiedoso e na maior ameaça para a paz do mundo.



Não existe uma história judia

É um fato estabelecido que entre o século I e princípios do XIX não se escreveu nenhum texto histórico judeu. O fato de que o judaísmo se baseie em um mito histórico religioso pode ter algo a ver com isto. A tradição rabínica não se preocupou nunca de investigar adequadamente o passado judeu. É provável que uma das razões seja a ausência de necessidade de proceder a um esforço metódico. Para os judeus que viviam em tempos antigos e na Idade Média, a Bíblia estava aí para responder as perguntas mais relevantes relacionadas com a vida diária, a significação e o destino judeus. Tal como assinala Shlomo Sand, "o tempo cronológico laico era alheio ao 'tempo da diáspora', determinado pela espera da chegada do Messias".

Entretanto, à luz da laicidade, a urbanização e a emancipação alemãs e a causa da menor autoridade dos líderes rabínicos, surgiu a necessidade de uma causa alternativa entre os nascentes intelectuais judeus. O judeu emancipado se perguntava quem era, de onde vinha. Também começou a especular que sua função poderia estar no interior de uma sociedade européia cada vez mais aberta.

Em 1820, o historiador judeu alemão Isaak Markus Jost (1793–1860) publicou a primeira obra histórica séria sobre os judeus, intitulada The History of the Israelites. Jost evitou os tempos bíblicos, preferiu iniciar sua viagem com o reino de Judea e também compilou um discurso histórico das diferentes comunidades judias do mundo. Jost se deu conta de que os judeus de seu tempo não formavam uma continuidade étnica. Intuiu que os israelitas de distintos lugares eram diferentes. Daí que pensasse que não havia nada no mundo que pudesse impedir a total assimilação dos judeus. Jost acreditava que no interior do espírito ilustrado, tanto os alemães como os judeus dariam as costas à opressiva instituição religiosa e formariam uma saudável nação baseada num crescente sentido de pertinência geograficamente orientado.

Embora Jost fosse consciente do desenvolvimento do nacionalismo europeu, seus seguidores judeus estavam bastante descontentes com sua otimista leitura liberal do futuro judeu. "A partir do historiador Henrich Graetz, os historiadores judeus começaram a desenhar a história do judaísmo como a de uma nação que havia sido um 'reino', que foi expulsa ao 'exílio' e que se converteu em um povo errante que terminaria por regressar a sua terra natal" [9].

Para o falecido Moses Hess o que definiria a forma de Europa seria mais uma luta racial que uma luta de classes. Em consonância, sugeriu, valeria mais que os judeus refletissem sobre sua herança cultural e sua origem étnica. Para Hess, o conflito entre judeus e gentis era o produto da diferenciação racial, ou seja, algo inevitável. O caminho ideológico que vai da orientação racista pseudo-científica de Hess até o historicismo sionista é bastante óbvio. Se os judeus formam uma entidade racial diferente (tal como diziam Hess, Jabotinsky e outros), o melhor que podem fazer é dirigirem-se a sua pátria natural, e esta não é outra que Yeretz Yisrael. Esta claro que o raciocínio de Hess com respeito a uma continuidade racial carecia de base científica. Com vistas a manter o emergente discurso fantasmático, era necessário erguer um mecanismo orquestrado de negação para assegurar-se de que alguns fatos embaraçosos não interferissem com a emergente criação nacional.

Sand sugere que o mecanismo de negação foi algo orquestrado e muito bem planejado. A decisão da Universidade Hebréia nos anos trinta de separar a História Judia e a História Geral em dois departamentos diferentes foi algo mais que um assunto de conveniência. O propósito que está na base desta divisão é realçar a auto-realização judia. Para os universitários judeus, a condição e a psique judias eram algo único que deveria ser estudado por separado. Ao parecer, inclusive no interior do entorno acadêmico hebreu, os judeus, sua história e a percepção de si mesmos têm reservado um status supremo. Tal como Sand perspicazmente assinala, nos departamentos de Estudos Judeus o investigador está disperso entre o mitológico e o científico, enquanto que o mito mantém sua primazia, o que faz que frequentemente se trave em um dilema provocado por "pequenos fatos tortuosos".




O novo israelense, a Bíblia e a arqueologia

Na Palestina, os novos judeus, mais tarde israelenses, estavam determinados a recrutar o Antigo Testamento e transformá-lo no código amalgamado do futuro judeu. A "nacionalização" da Bíblia estava aí para implantar nos jovens judeus a idéia de que são os descendentes diretos de seus grandes antepassados antigos. Levando-se em conta que a nacionalização era um movimento amplamente laico, se extirpou o significado espiritual e religioso da Bíblia, que passou a ser considerada como um texto histórico que descrevia uma cadeia real de acontecimentos no passado. Os judeus que haviam conseguido matar a seu Deus aprenderam a crer em si mesmos. Massada, Sansão e Bar Kochva se converteram em discursos suicidas. À luz de seus heróicos antepassados, os judeus aprenderam a amar a si mesmos tanto como odiar aos demais, exceto que desta vez possuíam a capacidade militar de infligir uma dor real a seus vizinhos. Mais preocupante era o fato de que em vez de uma entidade sobrenatural - ou seja, Deus - que lhes ordenava invadir um território, levar a cabo um genocídio e roubar a "Terra Prometida" a seus habitantes autóctones, em seu renascido projeto nacional eram eles mesmos, Herzl, Jabotinsky, Weitzman, Ben Gurion, Sharon, Peres, Barak, os que decidiram expulsar, destruir e matar. Em vez de Deus, eram os judeus que matavam em nome do povo judeu. Fizeram-no com símbolos judeus decorando seus aviões e seus tanques. Seguiram as ordens que lhes davam na língua de seus antepassados recentemente restaurada.

O surpreendente é que Sand, que é sem dúvida alguma um lúcido historiador, não mencione que o seqüestro sionista da Bíblia foi de fato uma desesperada resposta judia ao jovem romanticismo alemão. No entanto, por mais ideológica e esteticamente excitados que estivessem os filósofos, poetas, arquitetos e artistas alemães pela Grécia pré-socrática, sabiam muito bem que eles não eram exatamente filhos e filhas do helenismo. O nacionalista judeu deu passo mais longe, integrou-se numa cadeia sangüínea fantasmática com seus míticos antepassados ao pouco tempo de haver restaurado sua língua antiga. De ser uma língua sagrada, o hebreu se havia convertido em uma língua falada. O jovem romanticismo alemão nunca chegou tão longe.

Os intelectuais alemães durante o século XIX eram também perfeitamente conscientes da distinção entre Atenas e Jerusalém. Para eles, Atenas era o universal, o capítulo épico da humanidade e o humanismo. Jerusalém era, pelo contrário, o grande capítulo da barbárie tribal. Jerusalém era uma representação de um Deus despiedado, banal, não universal e monoteísta, capaz de matar a anciões e a lactantes. A era romântica alemã inicial nos legou Hegel, Nietzche, Fichte e Heidegger e a uns quantos judeus que se odiavam a si mesmos, entre os quais o mais importante foi Otto Weininger. Os jerusalenistas não nos legaram nem um só pensador ideológico. Alguns acadêmicos judeus alemães de segunda categoria trataram de predicar Jerusalém na êxedra germânica, entre eles Herman Cohen, Franz Rosenzveig e Ernst Bloch. Obviamente, não chegaram a se dar conta de que os românticos alemães iniciais desprezavam as marcas de Jerusalém na cristandade.

Em seu esforço por ressuscitar "Jerusalém", acudiu-se à arqueologia para que proporcionasse uma base "científica" necessária ao epos sionista. A arqueologia estava aí para unificar o tempo bíblico com o momento da reinstauração. É provável que o momento mais surpreendente dessa estranha tendência ocorresse em 1982 com a "cerimônia do enterro militar" dos ossos de Shimon Bar Kochva, um rebelde judeu que havia morrido 2000 anos antes. Dirigido pelo rabino militar em chefe, procedeu-se ao enterro militar de uns quantos ossos encontrados numa cova perto do Mar Morto. Na prática, os supostos restos de um rebelde judeu do século I foram tratados como se fosse uma baixa do exército israelense. Estava claro que a arqueologia tinha uma função nacional, havia sido recrutada para consolidar o passado e o presente, deixando fora o Galut, o exílio judeu.

O surpreendente é que não passou muito tempo antes de que as coisas dessem um giro completo. Conforme a investigação arqueológica se foi independizando do dogma sionista, a embaraçosa verdade saiu à luz. Era impossível demonstrar a veracidade do relato bíblico com fatos forenses. Na verdade, a arqueologia refuta a historicidade do argumento bíblico. As escavações revelaram este incômodo fato. A Bíblia é um compêndio de inovadora literatura de ficção.

Tal como Sand assinala, a história bíblica primigênia está impregnada de filisteus, arameus e camelos. O embaraçoso é que as escavações demostram que os filisteus não apareceram na região antes do século XII a.C.; os arameus, um século depois e os camelos não mostraram suas caras joviais antes do século VIII. Estes fatos científicos colocaram os investigadores sionistas numa grave confusão. Não obstante, para alguns acadêmicos não judeus, como Thomas Thompson, estava bastante claro que a Bíblia é "um compêndio tardio de literatura inovadora escrita por um talentoso teólogo" [10]. A Bíblia parece ser um texto ideológico que estava aí para servir a uma causa social e política.

O pior é que no Sinai não foi possível encontrar muitas provas que confirmassem a história do lendário êxodo egípcio, em que uns três milhões de homens, mulheres e crianças hebreus vagaram no deserto durante 40 anos sem deixar o menor rasto. Nem sequer uma mísera Matzá, o pão ácimo judeu.

A história do novo reassentamento bíblico e do genocídio dos cananeus, que os israelitas contemporâneos imitam com tanto êxito, é outro mito. Jericó, a cidade fortificada que foi destruída a toque de trombetas com a intervenção sobrenatural do altíssimo, era só um pequeno povoado durante o século XII a.C.

Por mais que Israel considere a si mesmo como a reativação do monumental reino de David e Salomão, a escavação feita na velha cidade de Jerusalém durante os anos setenta revelou que o reino de David não era mais que um pequeno assentamento tribal. As provas que Yigal Yadim havia apresentado com respeito ao rei Salomão foram refutadas mais tarde com estudos forenses realizados com carbono 14. Estes incômodos fatos estão cientificamente estabelecidos. A Bíblia é um relato de ficção e não existe base alguma sobre a qual se possa basear qualquer gloriosa existência do povo hebreu na Palestina em nenhum momento.




Quem inventou os judeus?

Já desde o início de seu texto, Sand faz perguntas cruciais muito relevantes: Quem são os judeus? De onde vieram? Como é que em períodos históricos diferentes aparecem em lugares muito diferentes e remotos?

Embora a maioria dos judeus contemporâneos esteja totalmente convencida de que seus antepassados são os israelitas bíblicos, que foram brutalmente exilados pelos romanos, é preciso dizer a verdade. Os judeus contemporâneos não têm nada a ver com os antigos israelitas, que nunca foram enviados ao exílio porque tal expulsão nunca ocorreu. O exílio romano é outro mito judeu.

"Comecei a procurar estudos de investigação sobre o exílio", disse Sand numa entrevista concedida ao Haaretz [11], "mas descobri com assombro que não existe nenhuma literatura a respeito. A razão é que ninguém exilou o povo deste país. Os romanos não exilaram gente e não poderiam tê-lo feito, mesmo se tivessem desejado faze-lo. Careciam de trens e caminhões para deportar populações inteiras. Este tipo de logística não existiu antes do século XX. Meu livro nasceu, efetivamente, de uma constatação: da certeza de que a sociedade judaica não foi dispersada nem exilada".

Outrossim, à luz da simples introspecção de Sand, a idéia do exílio judeu chega a ser engraçada. Pode ser que o fato de pensar que a armada imperial romana se dedicasse vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, a transportar dificultosamente Moishe'le e Yanka'le até Córdoba e Toledo sirva para que os judeus se sintam importantes e transportáveis, porém o sentido comum sugere que os romanos tinham coisas mais importantes que fazer.

Entretanto, muito mais interessante é o resultado lógico: se o povo de Israel não foi expulso, então os verdadeiros descendentes dos habitantes do reino de Judá devem ser os palestinos.

"Nenhuma população permanece pura durante um período de milhares de anos", diz Sand [12]. "Porém as possibilidades de que os palestinos sejam descendentes do antigo povo judaico são muito maiores que as de que você ou eu sejamos seus descendentes. Os primeiros sionistas, até a Sublevação Árabe (1936–1939) sabiam que não tinha havido exílio e que os palestinos eram os descendentes dos habitantes do território. Sabiam que os camponeses não se vão até que os expulsem. Inclusive Yitzhak Ben-Zvi, o segundo presidente do Estado de Israel, escreveu em 1929 que "a maioria dos camponeses não descendem dos conquistadores árabes, senão que dos camponeses judeus, que eram numerosos e majoritários na construção do território".

Em seu livro, Sand vai ainda mais longe e sugere que até o Primeiro Levantamento Árabe (1929), os denominados líderes sionistas esquerdistas tinham tendência a crer que os camponeses palestinos, que são em realidade "judeus por sua origem", se assimilariam no interior da emergente cultura hebréia e terminariam por se unir ao movimento sionista. Ben Borochov acreditava que "um falach (camponês palestino) se vestir-se como um judeu e comportar-se como um judeu da classe trabalhadora, não se diferenciará em nada dos judeus". Esta mesma idéia reapareceu no texto de Ben Gurion e Ben-Zvi em 1918. Ambos líderes sionistas se deram conta de que a cultura palestina está impregnada de marcas bíblicas, tanto do ponto de vista lingüístico como geográfico (nomes de aldeias, povoados, rios e montanhas). Ben Gurion e Ben-Zvi, pelo menos ao princípio, consideravam os palestinos nativos como parentes étnicos que permaneciam apegados à terra e eram irmãos potenciais. Também consideravam o islã como uma amistosa "religião democrática". Claramente, depois de 1936, tanto Ben Gurion como Ben-Zvi diluíram seu entusiasmo "multicultural". No que diz respeito a Ben Gurion, a limpeza étnica dos palestinos lhe pareceu muito mais atrativa.

Vale a pena fazer a pergunta: se os palestinos são os autênticos judeus, quem são esses que insistem em chamar-se a si mesmos judeus?

A resposta de Sand é bastante simples, mas está cheia de sentido. "O povo não se disseminou, foi a religião judia a que se disseminou. O judaísmo era uma religião de conversos. Contrariamente ao sentir popular, o judaísmo inicial adorava converter aos demais" [13].

É evidente que as religiões monoteístas, ao serem menos tolerantes que as politeístas, têm um ímpeto de expansão. O expansionismo judaico em seus primeiros dias não só era similar ao cristianismo, senão que foi o expansionismo judaico que plantou as sementes da disseminação no pensamento e na prática cristãs iniciais. "Os hasmoneus", diz Sand [14], "foram os primeiros a contribuir com um grande número de conversos à massa judia, e isso sob a influência do helenismo. Foi esta tradição das conversões o que preparou o terreno para a posterior disseminação da cristandade. Após a vitória da cristandade no século IV, a tendência à conversão ao judaísmo se deteve no mundo cristão e houve uma diminuição importante no número de judeus. É provável que muitos dos judeus do entorno mediterrâneo se converteram em cristãos. Mas então o judaísmo começou a penetrar outras regiões pagãs, tais como o Yemen e a África do Norte. Se o judaísmo não houvesse continuado seu avanço naquele momento convertendo povos do mundo pagão, teria continuado a ser uma religião completamente marginal, no caso da haver sobrevivido".

Os judeus da Espanha, que cremos estar relacionados mediante laços de sangue com os israelitas iniciais, parecem ser berberes convertidos. "Perguntei a mim mesmo", diz Sand, "como foi que apareceram na Espanha umas comunidades judias tão numerosas. Então vi que Tariq ibn Ziyad, o comandante supremo dos muçulmanos que conquistaram a Espanha, era berbere, e que a maior parte de seus soldados eram berberes. O reino berbere judeu de Dahlia al-Kahima havia sido derrotado só 15 anos antes. E a verdade é que um certo número de fontes cristãs dizem que muitos dos conquistadores da Espanha eram judeus conversos. A fonte mais profunda da grande comunidade judia da Espanha eram aqueles soldados berberes que se converteram ao judaísmo".

Como era de esperar, Sand aprova a assunção amplamente aceita de que os kazários judaizados constituíram as principais origens das comunidades judias da Europa do Leste, que ele denomina a Nação Yiddish. Quando lhe perguntaram como foi que chegaram a falar o yiddish, que é considerado como um dialeto medieval alemão, ele respondeu: "Os judeus eram um povo que dependia da burguesia alemã no Leste, assim que adotaram palavras alemãs".

Em seu livro, Sand oferece uma enumeração detalhada da saga kazária na história judia. Explica o que foi que levou o reino kazário à conversão. Levando em conta que o nacionalismo judeu está liderado em sua maior parte por uma elite kazária, pode ser que devamos expandir nosso conhecimento íntimo deste grupo político tão único e influente. A tradução da obra de Sand a outras línguas é uma necessidade imediata (a tradução francesa está a ponto de aparecer, tal como de diz em Are the Jews na invented people?, de Eric Rouleau.



O que vem a continuação?

O professor Sand nos deixa com a inevitável conclusão: os judeus contemporâneos não têm uma origem comum e sua origem semita é um mito. Os judeus não se originam na Palestina de nenhum modo e, por tanto, seu denominado "retorno" à "terra prometida" deve ser considerado como uma invasão executada por um clã ideológico tribal.

No entanto, apesar de que os judeus não constituem uma raça, por alguma razão parecem ter uma orientação racial. Deve-se assinalar que muitos judeus ainda consideram o casamento misto como a maior ameaça. Além disso, apesar da modernização e laicidade, a maioria dos que se identificam como judeus laicos continuam sucumbindo ao ritual do sangue, a circuncisão, um procedimento religioso único no qual um Mohel, o executor, chupa o sangue do circuncidado.

No que diz respeito a Sand, Israel deve converter-se em "um Estado de seus cidadãos". Assim como Sand, eu também compartilho a mesma visão utópica futurista. Não obstante, contrariamente a Sand, considero que o Estado judeu e os grupos de pressão que o apóiam devem ser ideologicamente derrotados. A irmandade e a reconciliação são alheias à visão do mundo tribal dos judeus e não cabem no conceito de ressurgimento nacional judeu. Por mais terrível que soe, antes de que os israelitas possam adotar uma noção moderna e universal da vida civil, será necessário um processo de desjudeização.

Não há dúvida de que Sand é um extraordinário intelectual, provavelmente o pensador esquerdista israelense mais avançado. Representa a forma mais elevada de pensamento que um israelense laico pode alcançar antes de retroceder ou incluso de desertar ao lado palestino (o que é algo que ocorreu com uns poucos, incluindo a mim). Ofri Ilani, o entrevistador de Haaretz, disse de Sand que, contrariamente a outros "novos historiadores" que têm tratado socavar as assunções da historiografia sionista, "Sand não se contenta com retroceder a 1948 ou aos princípios do sionismo, senão que retrocede milhares de anos". É assim, contrariamente aos "novos historiadores", que "revelam" uma verdade que qualquer criança palestina conhece, ou seja, a verdade de que estão sendo objeto de uma limpeza étnica, Sand erige um corpus de obra e pensamento que busca a compreensão do significado do nacionalismo judeu e da identidade judia. Essa é a essência verdadeira da erudição. Mais que reunir fragmentos históricos esporádicos, Sand busca o significado da história. Mais que um "novo historiador" que busca um novo fragmento, é um autêntico historiador motivado por uma tarefa humanista. Contrariamente a alguns dos historiadores judeus que contribuem ao denominado discurso de esquerda, a credibilidade e o êxito de Sand se baseiam mais em seus argumentos do que em seus antecedentes familiares. Evita adornar seus argumentos com seus parentes que sobreviveram ao holocausto. Ao ler os ferozes argumentos de Sand, deve-se admitir que o sionismo, com todos os seus defeitos, conseguiu erigir no interior de si mesmo um discurso orgulhoso e autônomo que é muito mais eloqüente e brutal que a totalidade do movimento anti-sionista no mundo inteiro.

Se Sand tiver razão, e estou convencido de que tem, os judeus não são uma raça e sim um coletivo de muita gente amplamente seqüestrada por um movimento nacional fantasmático tardio. Se os judeus não são uma raça, não forma um grupo racial e não têm nada a ver com o semitismo, o anti-semitismo é, categoricamente, um significante vazio. Claramente se refere a um significante que não existe. Em outras palavras, nossa crítica do nacionalismo judeu, dos grupos de pressão judeus e do poder judeu só se podem conceber como uma crítica legítima de ideologia e de prática.

Repito novamente, não estamos e nunca estivemos contra os judeus (o povo), nem contra o judaísmo (a religião); estamos contra uma filosofia coletiva de claros interesses globais. Alguns podem preferir chamar-la sionismo, mas eu prefiro não fazê-lo. O sionismo é um significante demasiado estreito para compreender a complexidade do nacionalismo judeu, sua brutalidade, sua ideologia e sua prática. O nacionalismo judeu é um espírito e os espíritos não têm fronteiras bem delimitadas. De fato, nenhum de nós sabe exatamente onde termina a judeidade e onde começa o sionismo, da mesma maneira que não sabemos onde terminam os interesses israelenses e onde começam os interesses dos neocons.

No que diz respeito à causa Palestina, a mensagem é devastadora. Nossos irmãos e irmãs palestinos estão na vanguarda de uma luta contra uma filosofia devastadora. Mas está claro que não só os israelenses, aos quais se enfrentam com valente pragmatismo, os que iniciam conflitos globais de escala gigantesca. Se trata de uma prática tribal que busca a influência nos corredores do poder e de superpoder. O American Jewish Committee busca uma guerra contra o Irã. Só para situar-se no lado seguro, David Abrahams, um "amigo laborista de Israel", doa dinheiro por delegação ao Partido Laborista. Mais ou menos ao mesmo tempo, dois milhões de iraquianos morrem numa guerra ilegal desenhada por alguém chamado Wolfowitz. Enquanto tudo isto ocorre, milhões de palestinos passam fome em campos de concentração e Gaza está à beira de uma crise humanitária. Enquanto isso ocorre, judeus "anti-sionistas" e judeus de esquerda (incluindo Chomsky) insistem em neutralizar as críticas contra o AIPAC, o grupo de pressão judeu e o poder judeu de Mearcheimer e Walt [15].

É só Israel? É realmente sionismo? Ou devemos admitir que é algo muito maior do que podemos contemplar dentro das fronteiras intelectuais que impomos a nós mesmos? Tal como andam as coisas, carecemos da coragem intelectual para nos enfrentarmos ao projeto nacional judeu e a seus muitos mensageiros em todo o mundo. Entretanto, como tudo é questão de inverter consciências, as coisas vão mudar logo. De fato, este texto foi escrito para provar que já estão mudando. Defender os palestinos é salvar o mundo, mas para fazê-lo temos de ter suficiente coragem como para admitir que não se trata meramente de uma batalha política. Não é só Israel, seu exército ou sua dirigência; também não são Dershowitz, Foxman e suas ligas silenciadoras. Trata-se de uma guerra contra um espírito canceroso que seqüestrou o Ocidente e, ao menos no momento, o desviou de sua inclinação humanista e de suas aspirações atenienses. Lutar contra um espírito é muito mais difícil que lutar contra gente, precisamente porque talvez seja necessário lutar primeiro contra suas marcas dentro de nós mesmos. Se quisermos lutar contra Jerusalém, primeiro teremos que confrontar a Jerusalém que levamos dentro. Pode ser que tenhamos que nos situar diante do espelho e olhar ao redor. Pode ser que tenhamos que buscar rastos de empatia em nosso interior, se é que ainda permanece algum.

Notas:
- [1] When And How The Jewish People Was Invented?, Shlomo Sand, Resling 2008, p. 11.
- [2] http://www.haaretz.com/hasen/spages/966952.html
- [3] When And How The Jewish People Was Invented?, Shlomo Sand, Resling 2008, p. 31.
- [4] Ibid, p. 31.
- [5] Ibid, p. 42.
- [6] Ibid.
- [7] Ibid, p. 62.
- [8] Ibid.
- [9] http://www.haaretz.com/hasen/spages/966952.html
- [10] When And How The Jewish People Was Invented? - Shlomo Sand, Resling 2008, p. 117.
- [11] http://www.haaretz.com/hasen/spages/966952.html
- [12] Ibid.
- [13] Ibid.
- [14] Ibid.
- [15] http://www.lrb.co.uk/v28/n06/mear01_.html


Sugestão de Wilson Cunha Junior (Movimento dos Sem Mídia)
http://www.alquimidia.org/desacato/index.php?mod=noticia&id=1984

O ex-judeu Gilad Atzmon é músico, escritor e ativista pró-palestino.Versão em português: Jair de Souza, Brasil.



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Historiador Shlomo Sand


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